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Sobre as Águas

Brasil finaliza Mundial de Kite na Itália

Antonio Alonso

17/10/2021 17h40

A participação brasileira no Mundial de Fórmula Kite 2021 em Torre Grande (Oristano), na Itália, terminou com a 18ª colocação do campeão pan-americano Bruno Lobo.

O atleta de São Luís (MA) liderou a equipe brasileira de vela na competição, que contou ainda com Maria do Socorro Reis – 38ª na classificação do feminino, e Cláudio Cruz entre os masters.

O resultado, segundo os competidores, foi positivo, principalmente pelo nível técnico dos quase 150 velejadores de 27 países na disputa.

Foi também o primeiro evento válido como campeonato mundial da IKA – International Kiteboarding Association após a confirmação da modalidade em Paris 2024.

O título do campeonato no masculino ficou com o francês Theo de Ramecourt. Em segundo lugar terminou o também francês Axel Mazella e em terceiro o esloveno Toni Vodisek. Já a vencedora no feminino foi a norte-americana Daniela Moroz, seguida no pódio pela britânica Ellie Aldridge e pela francesa Poema Newland.

Principal nome do kitesurf no Brasil, Bruno Lobo andou entre os primeiros em praticamente todas as regatas do evento, que começou na quarta-feira (13) e foi decidida no domingo (17).

O atleta, que viajou a convite da CBVela – Confederação Brasileira de Vela, espera ter mais oportunidades na próxima temporada e foca nos objetivos principais, que são o bicampeonato do Pan, em Santiago 2023, e disputar uma final olímpica em Paris 2024.

Leia mais em — https://onboardsports.net/brasileiros-no-mundial-de-kite-desenvolvimento/

Sobre o Autor

Antonio Alonso Jr é capitão amador e cobre esporte há 15 anos, com passagens pela Folha de S.Paulo e por um UOL ainda em seus primeiros anos de vida. Jornalista e formado também em Esporte teve a excêntrica ideia de se dedicar à cobertura náutica, com enfoque para a Vela. Depois de oito anos na principal revista especializada do país, estreia seu blog em novo endereço no UOL.

Sobre o Blog

A vela é o exemplo claro de que o sucesso de um esporte não se mede em medalhas. Ela foi o esporte que mais medalhas Olímpicas deu ao Brasil. Ainda assim, é um esporte desconhecido, com enorme dificuldade de atrair público e restrito a guetos idílicos. Este blog não está interessado em resolver esse problema, mas em trazer mais para perto esse esporte excêntrico, complicado talvez, mas cheio de matizes empolgantes e que coloca atletas e meio-ambiente numa simbiose singular no mundo esportivo. Bem-vindo a bordo.

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