Sobre as Águas http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br Informação e opinião sobre vela, náutica, navegação e mar em geral. Thu, 27 Apr 2017 16:41:58 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Inédito Sudeste Brasileiro de Snipe terá 50 barcos no YCP neste feriado http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/27/inedito-sudeste-brasileiro-de-snipe-tera-50-barcos-no-ycp-neste-feriado/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/27/inedito-sudeste-brasileiro-de-snipe-tera-50-barcos-no-ycp-neste-feriado/#respond Thu, 27 Apr 2017 16:41:58 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2410

Flotilha de Snipe na Guarapiranga (Douglas Moreira / Fisheye Image)

O Yacht Club Paulista (YCP) está preparado para receber cerca de 50 embarcações neste fim de semana prolongado (29/4 a 1º/5) na primeira edição do Campeonato Sudeste Brasileiro da Classe Snipe. Além da flotilha dos clubes náuticos da Represa Guarapiranga, local do evento, a competição reunirá barcos de Ilhabela, Santos e Rio de Janeiro. Estão previstas duas regatas por dia, com largadas às 13h00 e um descarte a partir da quinta prova.

A classe Snipe, ao lado da Laser, tem sido regularmente a mais numerosa na Copa Paulista, ex-Copa YCP, com cerca de 20 duplas inscritas a cada etapa. O último Campeonato Paulista da classe na Guarapiranga, contou com 40 barcos em 2015. Ano passado em Ilhabela, foram 30 inscritos, enquanto o Brasileiro deste ano, em janeiro também na Ilha, reuniu 68 tripulações.

O Sudeste Brasileiro foi criado para suprir a necessidade dos “snipistas” desta região do País, em ter seu próprio campeonato, afirma o coordenador da Snipe São Paulo, Alonso Lopez. “Há alguns anos São Paulo participava de um outro regional, o Sul-Brasileiro, destinado mais especificamente aos três estados do Sul. A intenção da classe agora, é ter uma competição que envolva São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo”.

A recente evolução da classe Snipe no Estado de São Paulo passa pela estrutura do Yacht Club Paulista, conforme constata Lopez, também velejador do YCP. “O momento é muito importante para nós da Snipe, devido à intensa movimentação que a classe adquiriu nos últimos três anos. Há quatro ou cinco anos, tínhamos meia-dúzia de barcos nas regatas da represa. A criação da Copa YCP em 2015, hoje Copa Paulista, promoveu a classe, elevando o número de barcos e o nível técnico das regatas, o que nos levou a idealizar o Sudeste Brasileiro”.

Troféu transitório Bibi Juetz – A lendária velejadora de Snipe, Bibi Juetz, pioneira da classe e associada do YCP nas décadas de 50, 60, 70 e 80, autorizou a Classe Snipe São Paulo a estampar seu nome no troféu transitório do Campeonato Sudeste Brasileiro, que adotará rodízio entre as cidades-sede: São Paulo, Santos, Ilhabela e Vitória (ES).

Campeã Mundial Masters em 1998 com Felipe Vasconcellos, Bibi começou a velejar aos sete anos com seu pai, em um 20 Metros. Em 1948 no Rio de Janeiro, velejou pela primeira vez de Snipe. Aos 83 anos, além de dar nome ao troféu, Bibi contemplará os participantes do inédito Sudeste Brasileiro com sua presença no Yacht Club Paulista.

A consagrada história da vela no Brasil passa pela classe Snipe. A dupla Axel e Erik Schmidt conquistou o tricampeonato mundial em 1961, 63 e 65, respectivamente nos Estados Unidos, França e Ilhas Canárias. Em 1983 Torben Grael venceu o Mundial no Porto (POR) com seu irmão Lars e repetiu a proeza em 1987 em La Rochelle (FRA).

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Ginga conquista título paulista de HPE 25 na Guarapiranga http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/ginga-conquista-titulo-paulista-de-hpe-25-na-guarapiranga/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/15/ginga-conquista-titulo-paulista-de-hpe-25-na-guarapiranga/#respond Sun, 16 Apr 2017 01:59:33 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2406

Campeonato organizado pelo Yacht Club Paulista reuniu 16 barcos (Douglas Moreira / YCP)

O barco Ginga, do comandante Breno Chvaicer, acostumado às vitórias em Ilhabela, mostrou que também é veloz em água doce e conquistou pela sexta vez o Campeonato Paulista da Classe HPE 25, concluído neste domingo (9). A tripulação do litoral norte venceu três das dez regatas disputadas em dois finais de semana na Represa Guarapiranga, com organização do Yacht Club Paulista (YCP). Atrevido (Fábio Bocciarelli), também de Ilhabela (YCI), e Phoenix (Eduardo Souza Ramos), do YCP, com duas vitórias cada, completaram o pódio entre 16 embarcações.

De posse do troféu transitório de campeão estadual, os tripulantes do Ginga comemoraram o título no pier do YCP. “Fechamos o primeiro dia com três vitórias em três regatas no vento forte, condição semelhante a Ilhabela. Depois, mesmo quando a intensidade diminuiu, mantivemos a regularidade, adotando a tática de marcar os principais adversários. Velejamos com paciência e ainda tivemos sorte nas rondadas de vento do segundo fim de semana”, avaliou o timoneiro do Ginga, Vicente Monteiro, demonstrando humildade e otimismo. “Nossa próxima meta é o Brasileiro, em Ilhabela. Não vencemos desde 2013”.

O segundo degrau do pódio montado na varanda do YCP contou com outro barco de Ilhabela. O Atrevido conquistou as medalhas de prata. “O campeonato decidido apenas na última regata, mostra que tivemos emoção do começo ao fim. Foi um teste duríssimo para as tripulações, expostas à variadas condições de vento: fraco, médio e forte. O Ginga foi superior e mereceu o título. Eles raramente erram uma manobra”, elogiou o comandante do Atrevido, Fábio Bocciarelli.

O clube anfitrião também ocupou lugar no pódio. A tripulação do Phoenix, comandada por Eduardo Souza Ramos e com a experiência de André Fonseca, o Bochecha, garantiu o bronze. “Claro que eu preferia ter ganho o campeonato. Pela pontuação, fomos para a água no último dia com essa perspectiva, mas taticamente não estávamos em um momento feliz. Diante das circunstâncias o terceiro lugar ficou de bom tamanho. Está bom para chuchu”, comemorou Souza Ramos, enaltecendo que a flotilha nacional de HPE 25 atinge hoje a expressiva marca de 60 embarcações.

“A classe se mostrou muito forte, não apenas pelo número de barcos na raia, mas principalmente pela qualidade dos velejadores. O HPE 25 é muito rápido e exigente. Qualquer manobra pode ter um peso decisivo. Ao mesmo tempo é fácil de se velejar, o que valoriza ainda mais esse eficiente barco”, considerou o comandante do Phoenix, Souza Ramos, confirmando presença em Ilhabela.

Encontros marcados em Ilhabela e São Paulo – Em breve, a maioria das tripulações do Campeonato Paulista deve se encontrar em Ilhabela. Primeiro, na segunda etapa da Copa Suzuki em maio (27 e 28), considerada o warm up para a tradicional Semana de Vela, em julho (7 a 15). Entre as duas competições, a Capital Nacional da Vela receberá o 11º Campeonato Brasileiro de HPE 25, de 15 a 18 de junho.

Em São Paulo, a movimentação na Represa Guarapiranga seguirá intensa nos próximos dias. Idealizada pelo YCP em 2015, a Copa Paulista terá a quarta etapa desta temporada entre 21 e 23 de abril, com sede no YCSA. Logo em seguida, em outro feriado, de 29 de abril a 1º de maio, o YCP organizará a primeira edição do Sudeste Brasileiro da Classe Snipe, com a expectativa de receber cerca de 50 embarcações.

Classificação final após 10 regatas (1 descarte)

1 – Ginga (Breno Chvaicer/Vicente Monteiro/Ronyon e Gabriel Silva) – 28 pontos perdidos
2 – Atrevido (Fabio Bocciarelli/Carlos Wanderley/Renato Boranga/Eduardo ChapChap) – 31 pp
3 – Phoenix (Eduardo S Ramos/André Fonseca/Mario de Jesus/Amauri Gonçalves) – 33 pp
4 – Takra (Luis d´Almeida/João Hackerott/José Hackerott/Vivi) – 40 pp
5 – Relaxa (Arthur e Mário Vasconcellos/Mauricio Santa Cruz/Edgardo Vieytes) – 45 pp
6 – Bond Girl (Carlos H Wanderley/Douglas Thistid/Jean Zarouk) – 47 pp

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Barco da próxima Volvo Ocean Race terá design diferente http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/06/concebendo-o-futuro-guillaume-verdier-vai-desenhar-o-novo-barco-na-vor/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/04/06/concebendo-o-futuro-guillaume-verdier-vai-desenhar-o-novo-barco-na-vor/#respond Thu, 06 Apr 2017 17:47:32 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2398

Foto: Amalia Infante/Volvo Ocean Race

Antes de começar a Volvo Ocean Race 2017-18, a organização dá um passo adiante para definir os barcos para as próximas. A certeza é que a edição 2020-21 terá novos veleiros de design único diferentes dos atuais Volvo Ocean 65 (usados desde a temporada passada). O francês Guillaume Verdier foi chamado para liderar esse processo ao lado do estaleiro Persico, da Itália, que futuramente fará a construção. “Começamos com uma folha em branco! Acredito que os velejadores querem se divertirse e estão atraídos pelas novas formas de velejar. Nos Open 60, por exemplo, fizemos algo de muito radical mas ao mesmo tempo muito seguro, e isto é um dos fatores chave da Volvo Ocean Race”, disse o francês.

Guillaume Verdier decidirá com a diretoria da Volvo Ocean Race se os novos barcos serão monocascos ou multicascos. A decisão final, já com os novos projetos, será anunciada a 18 de maio num evento em Gotemburgo, a “casa” da Volvo.

O francês Guillaume Verdier está envolvido nos principais projetos de vela oceânica durante os últimos anos, incluindo o multicasco gigante do Gitana Maxi Edmond de Rothschild, o barco-voador do Team New Zealand participante desta edição da America’s Cup, e os barcos IMOCA 60 com foils de primeira linha na Vendée Globe, tais como o Hugo Boss e o Banque Populaire VIII.

“Nascida em 2011, a atual flotilha de barcos foi construída para ser competitiva durante duas edições” disse Mark Turner, CEO da Volvo Ocean Race. “Nós precisamos avançar agora com os futuros barcos. Estamos muito entusiasmados com o fato de alguém com o talento do Guillaume Verdier se juntar a nós. Esperamos receber opiniões de velejadores profissionais e parceiros”

A próxima edição, que começa a 22 de outubro de 2017, em Alicante, vai usar os mesmos Volvo Ocean 65, que passaram por manutenção e melhorias avaliadas em 1 milhão de euros por barco. Os veleiros foram concebidos para serem ao mesmo tempo rápidos e resistentes para dar duas voltas ao mundo no mais alto nível de competição profissional, num formato ultra-competitivo e em absolutas condições de igualdade.

A Persico Marine substitui o atual modelo formado por um consórcio de estaleiros que presta serviço para a regata. Marcello Persico, diretor do estaleiro italiano, disse que na sua empresa estão muito felizes por irem construir a nova geração de barcos da Volvo Ocean Race. “Temos trabalhado de uma forma muito próxima com a Volvo Ocean Race nos últimos oito anos e nos sentimos parte da família. Acredito que a Persico Marine vai fornecer um grande apoio e serviço à Volvo Ocean Race e com eles vamos embarcar nos próximos capítulos da sua história.”

Foto: Amalia Infante/Volvo Ocean Race

Foto: Vanessa Zanni

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Regatas inéditas em Santos levam 40 barcos à raia na Copa Paulista http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/regatas-ineditas-em-santos-levam-40-barcos-a-raia-na-copa-paulista/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/regatas-ineditas-em-santos-levam-40-barcos-a-raia-na-copa-paulista/#respond Tue, 28 Mar 2017 17:55:05 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2394

Copa pela primeira vez na Baía de Santos (Maurício Brancco / ICS)

A Copa Paulista de Vela, idealizada pelo Yacht Club Paulista (YCP) em 2015, levou pela primeira vez as regatas para a Baía de Santos, após dois anos de atividades intensas na Represa Guarapiranga. A terceira das 12 etapas programadas para a temporada, terminou neste domingo (26) com 39 embarcações impulsionadas pelo vento sudoeste em torno de nove nós (cerca de 16 km/h).

As classes Snipe e Laser (standard, 4.7 e máster) dominaram a raia, que ainda recebeu Dingue, Holder e Hobie Cat entre os barcos inscritos no Iate Clube de Santos (ICS), novo parceiro do YCP na organização da Copa Paulista. A segunda etapa ficou sob responsabilidade do Clube de Campo São Paulo (CCSP) e a próxima, terá como sede o Yacht Club de Santo Amaro (YCSA) em 21, 22 e 23 de abril.

A etapa inédita atingiu a expectativa dos velejadores e animou o diretor de Vela do YCP, Alberto Hackerott. “Pudemos experimentar uma raia em que as condições da maré e as ondas interferem diretamente na regata. São variáveis ausentes na represa. Conseguimos assim, atender ao apelo dos velejadores que desejavam correr no mar. Agradeço ao ICS pelo empenho”, afirmou Beto, quarto colocado geral na Snipe ao lado da esposa Eloah e vencedor da etapa entre as duplas mistas.

Com 15 embarcações na raia, a classe Snipe foi a mais numerosa em Santos. Vitória da dupla do YCP, Leonardo Prioli e Gabriel Chorocejus, seguida por Ubinha/Brandão e Gagliotti/Wisniewski, ambas do ICS. Na Larer, com 13 barcos, Paulo Papadimitrus (YCSA) venceu na categoria Standard, enquanto Felipe Fonseca, do mesmo clube, foi o primeiro colocado na 4.7.

Os vencedores nas demais classes: Dingue – Menezes e Cardoso (ICS); Holder – Lucas Neves (ICS); Hobie Cat 14 – Alexandre Garcia – Clube Internacional de Regatas (CIR), de Santos. Barcos e tripulações retornam à Baixada Santista em 24 e 25 de junho, para a segunda das três etapas da Copa Paulista programadas para o mar neste ano.

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Copa Paulista leva regatas da represa para o mar http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/24/copa-paulista-leva-regatas-da-represa-para-o-mar/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/24/copa-paulista-leva-regatas-da-represa-para-o-mar/#respond Sat, 25 Mar 2017 00:37:24 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2391

CLasse Snipe na Baía de Santos (Maurício Cassano/ICS)

Responsável por resgatar a movimentação da vela na cidade de São Paulo, a Copa Paulista, criada em 2015 como Copa YCP (Yacht Club Paulista), amplia sua abrangência nesta temporada e pela primeira vez desce a serra rumo à Baixada Santista. A parceria firmada em 2016 entre YCP e ICS (Iate Clube de Santos), permite que as regatas sejam disputadas de forma inédita, no mar, neste fim de semana, 25 e 26 de março. São esperados 40 barcos.

Após as duas primeiras etapas do ano realizadas na Represa Guarapiranga, organizadas por YCP e CCSP (Clube de Campo São Paulo), respectivamente, chegou a vez do ICS tornar-se anfitrião do evento. “Acreditamos que este intercâmbio de raias trará mais emoção ao campeonato, além de consolidar a parceria com o YCP. Consideramos a Baía de Santos como extensão de nossa sede no Guarujá, aliás, já preparada para receber, com muito entusiasmo, os participantes da 3ª Etapa da Copa Paulista”, afirma o vice-comodoro do ICS, Jonas de Barros Penteado.

Assim como a diretoria de Vela, os velejadores do ICS também estão empolgados com a oportunidade proporcionada pela parceria entre os dois tradicionais clubes náuticos. “Teremos um fim de semana especial. Pela primeira vez o clube vai organizar uma etapa e para nós da classe Snipe será um treino de luxo para o Sul-Americano, em abril, na Argentina, além de promovermos a vela na Baixada Santista”, comemora o campeão sul-americano de Snipe, Rafael Gagliotti.

O velejador olímpico Manfred Kaufmann, o Fips, representante brasileiro na Flying Dutchman nos Jogos de 1980, em Moscou, e associado ao YCP, também espera aprimorar seu desempenho com as regatas no litoral. “A Copa tem sido minha oportunidade de treinar de Laser para o World Master Games, em abril na Nova Zelândia. Além da represa, quero aproveitar a experiência do intercâmbio no mar. Santos possui flotilha muito competitiva de Laser, o que fortalecerá minha preparação para o Mundial Máster”, deseja Fips.

Snipe e Laser têm sido regularmente as flotilhas mais numerosas da Copa Paulista. Entre as 12 etapas programadas para 2017, três estão previstas para Santos, incluindo-se a sétima e a nona, em junho e setembro, respectivamente. A etapa de abertura da temporada estabeleceu recorde de participantes, desde 2015, reunindo 88 embarcações de 15 classes na Guarapiranga no início de fevereiro. Além de YCP, ICS e CCSP, o Yacht Club de Santo Amaro (YCSA) também será sede da competição neste ano.

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Caiçara larga na frente na classe C30 em Ilhabela http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/23/caicara-larga-na-frente-na-classe-c30-em-ilhabela/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/23/caicara-larga-na-frente-na-classe-c30-em-ilhabela/#respond Thu, 23 Mar 2017 20:29:46 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2388

Caiçara, líder da 1ª Etapa do Circuito Ilhabela (Aline Bassi / Balaio)

Apesar do tradicional equilíbrio da sempre competitiva classe C30, o Caiçara dominou seus adversários no segundo e decisivo fim de semana (18 e 19) de abertura do XVII Circuito Ilhabela. O barco comandado por Marcos de Oliveira Cesar obteve a expressiva marca de quatro vitórias em cinco regatas, o que assegurou à tripulação as medalhas de ouro e a liderança do campeonato, com 12 pontos perdidos contra 16 do Caballo Loco, considerando-se dez regatas e um descarte.

Ao longo da etapa, com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI), o Caiçara acumulou seis vitórias, contra três do Caballo Loco e uma do +Realizado eCycle, terceiro colocado na classificação geral. As três regatas de sábado foram disputadas sob forte chuva e as rajadas de sueste atingiram 20 nós (36km/h). No domingo, a chuva deu uma trégua e a intensidade do vento ficou entre 8 e 14 nós, na direção leste.

A teórica facilidade demonstrada pelo Caiçara, não se constatou na prática, pelo menos para quem estava a bordo. “Não foi nada fácil segurar as pressões de Caballo Loco e +Realizado. Eles não nos deixaram respirar e exigiram concentração máxima em cada regata. Vencemos, mas ainda estamos em fase de aprendizado com a nova vela balão (içada à proa do barco no vento em popa). Foi uma boa etapa”, analisou o comandante do Caiçara, Marcos Cesar.

Ciente das declarações de Marcos Cesar, o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori, rebateu o rival e amigo. “O Marcos, como sempre, está sendo humilde. O Caiçara deu um show, principalmente no domingo (19), com mais duas vitórias. Nós erramos muito. Nosso tático Alexandre Paradeda estreou neste fim de semana. Estamos nos adaptando ainda”, considerou Dottori. Além de duas edições de Jogos Olímpicos, Paradeda traz a experiência da medalha de ouro na classe Snipe nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007.

Temporada promissora – Vice-campeão do Circuito Ilha de Santa Catarina com o Caballo Loco, em fevereiro, Dottori ainda destacou outros pontos positivos do fim de semana em Ilhabela. “Foi gratificante ver o +Realizado voltar a competir pelo primeiro lugar. Os dois dias só prometiam chuva e acabamos contemplados com regatas espetaculares na Ponta das Canas (Norte de Ilhabela). E ainda falta o Barracuda andar de balão novo. Vamos para a próxima”, convocou Dottori.

A tripulação do +Realizado eCycle está se empenhando para obter o melhor rendimento possível das novas velas e a evolução tem sido gradativa. “A cada regata estamos mais bem adaptados ao conjunto de velas, mas ainda temos mais para buscar. A C30 é uma classe muito disputada e qualquer detalhe a ser ajustado pode significar vencer ou perder a regata”, definiu Ricardo Apud, trimmer do +Realizado.

A espera de novas velas, a tripulação do Barracuda se esforçou ao máximo nos dois finais de semana da primeira das quatro etapas do Circuito Ilhabela de 2017. O comandante Humberto Diniz demonstra otimismo para as próximas regatas. “A briga entre os três primeiros colocados foi acirrada, principalmente entre Caballo e Caiçara. A partir da segunda etapa espero acabar com essa hegemonia, ou pelo menos incomodá-los”, prometeu Diniz. Os barcos retornam ao Yacht Club de Ilhabela (YCI) para a Copa Suzuki no final de maio. As classes C30, HPE 25, IRC e RGS reuniram 30 barcos.

Classificação após dez regatas (um descarte)
1 – Caiçara (Marcos de Oliveira César) : 2+1+2+1+2+(3)+1+1+1+1 = 12 pontos perdidos
2 – Caballo Loco (Mauro Dottori) : 1+2+1+2+1+2+2+(3)+2+3 = 16 pp
3 – +Realizado eCycle (José Luiz Apud) : 3+(4)+3+3+3+1+3+2+3+2 = 23 pp
4 – Barracuda (Humberto Diniz) : 4+3+4+4+4+4+4+4+(5 DNC)+5 DNC = 36 pp

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Vestas 11th Hour Racing lança campanha na Volvo Ocean Race com mensagem http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/21/o-vestas-11th-hour-racing-anuncia-uma-campanha-na-volvo-ocean-race/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/21/o-vestas-11th-hour-racing-anuncia-uma-campanha-na-volvo-ocean-race/#respond Tue, 21 Mar 2017 15:36:23 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2383

Foto: Ainhoa Sanchez/ Volvo Ocean Race

A quarta equipe da Volvo Ocean Race 2017-18 foi revelada nesta terça-feira (21) em eventos simultâneos em Aarhus (Dinamarca) e Newport, Rhode Island (Estados Unidos). Trata-se da Vestas 11th Hour Racing, barco que será liderado pela dupla norte-americana de Charlie Enright e Mark Towill. A equipe com bandeira da Dinamarca e dos Estados Unidos volta para o evento após a campanha na edição anterior.

O objetivo do time será promover a mensagem de sustentabilidade em todo o mundo. A ideia é ampliar a visão global da empresa, que é líder em soluções de energia sustentável. “Estamos trabalhando duro na construção de uma equipe competitiva. Vamos navegar bastante em abril e maio após pegar o barco remodelado em Lisboa”, disse Charles Enright, que em 2014-15 liderou o Team Alvimedica, equipe que correu com as bandeiras turca e norte-americana.

Já a Vestas competiu em 2014-15 com o nome de Team Vestas Wind, mas um acidente na segunda etapa atrapalhou o time. O veleiro encalhou nas Ilhas Maurício e, depois um longo processo de retirada, o barco foi quase todo reconstruído, voltando na penúltima etapa apenas.

Esta é a primeira vez na história da Volvo Ocean Race que três grandes patrocinadores voltam para a edição seguinte. Vestas, Dongfeng e MAPFRE estarão na linha de partida em outubro deste ano. A equipe holandesa Team AkzoNobel foi a primeira a anunciar a campanha. O conceito de barco one-design reduziu a necessidade das equipes se prepararem muto tempo antes. Todos os veleiros são idênticos, prestigiando assim o talento das tripulações.

A Volvo Ocean Race também revelou uma mudança no percurso. Uma boia especial na costa de Aarhus, na Dinamarca, será passagem obrigatória dos barcos na etapa derradeira entre Gotemburgo e Haia.

“As equipes estarão na sua última etapa depois de correr 45.000 milhas e passar pela marca de Aarhus será um grande desafio para a flotilha”, disse Mark Turner, CEO da Volvo Ocean Race. “A Dinamarca tem uma grande história na regata”.

Vinte e cinco velejadores dinamarqueses competiram na Volvo Ocean Race até hoje e duas equipes correram sob a bandeira do país escandinavo: SAS Baia Viking em 1985-86 e Team Vestas Wind em 2014-15.

“Esta será uma grande experiência para todos! Trará uma grande atenção internacional para Aarhus, beneficiando o crescimento e desenvolvimento da cidade”, disse o prefeito de Aarhus, Jacob Bundsgaard.

As equipes partirão de Alicante em 22 de outubro e percorrem 45 mil milhas náuticas passando por Lisboa, Cidade do Cabo, Melbourne, Hong Kong, Ghangzhou, Auckland, Itajaí, Newport, Cardiff e Gotemburgo antes da chegada em Haia.

Sobre a Vestas 11th Racing

“A Volvo Ocean Race é uma plataforma eficiente para a Vestas. Vamos promover a nossa nova visão e as nossas soluções de energia nos principais mercados, além do relacionamento com os clientes”, disse Anders Runevad, presidente e CEO da Vestas.

É também uma plataforma ideal para a 11th Hour Racing, um programa da Fundação Família Schmidt que estabelece parcerias estratégicas dentro da modalidade promovendo a mudança sistêmica para a saúde do nosso ambiente marinho.

Wendy Schmidt, co-fundadora da 11th Hour Racing e presidente da The Schmidt Family Foundation, acrescentou: “Mark e Charlie têm sido embaixadores da 11th Hour Racing nos últimos dois anos, tendo testemunhado em primeira mão durante a última Volvo Ocean Race as muitas formas de poluição e detritos de plástico que estão destruindo a vida do oceano e ameaçando todos nós. Nossa parceria com a Vestas é inspirar mudanças na forma como pensamos sobre a energia e os recursos naturais do planeta”.

Foto: Ainhoa Sanchez/ Volvo Ocean Race

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‘Quase brasileira’ integra barco chinês na Volvo Ocean Race 2017-18 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/16/carolijn-brouwer-e-a-marie-riou-velejadoras-que-integram-o-dong-feng-team/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/16/carolijn-brouwer-e-a-marie-riou-velejadoras-que-integram-o-dong-feng-team/#respond Thu, 16 Mar 2017 14:51:42 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2371

Carolijn Brouwer, Dongfeng Race Team.

A equipe do Dongfeng Race Team anunciou a contratação de duas velejadoras para a edição 2017-18 da Volvo Ocean Race. A holandesa criada no Brasil Carolijn Brouwer e a francesa Marie Riou integram o barco chinês na regata. A chegada das atletas marca um novo momento da Volta ao Mundo com as regras para impulsionar tripulações com homens e mulheres juntos. As velejadoras, que somam ao todo cinco participações em olimpíadas, foram chamadas pelo comandante francês Charles Caudrelier para se juntar a Jerémie Beyou (França), Stu Bannatyne (Nova Zelândia) e Daryl Wislang (Nova Zelândia).

A holandesa Carolijn Brouwer fala perfeitamente o português! A atleta foi criada no Brasil, mais precisamente em Niterói (RJ) e Belo Horizonte (MG). Foi com a família Grael que a holandesa de 43 anos aprendeu as manhas da modalidade. Em seu país, Carolijn Brouwer é apontada como uma das melhores da modalidade com três participações olímpicas. São duas aparições na Volvo Ocean Race ( Amer Sports Too em 2001-012 e Team SCA em 2014-15) foram de destaque. Na parada de Itajaí, em 2015, ela foi a mais festejada quando o Team SCA aportou na Vila da Regata.

“Estou muito orgulhosa de fazer parte da equipe. Uma das razões pelas quais eu queria me juntar ao Dongfeng Race Team é por causa de seu forte espírito de equipe. A Volvo Ocean Race é única. É um desafio físico e mental. Minha meta será vencer a regata”, disse Carolijn Brouwer.

A outra atleta contratada pelo Dongfeng Race Team é a francesa Marie Riou, de 35 anos. Com duas olimpíadas no currículo – uma delas a Rio 2016 na classe NACRA 17 – a velejadora conta com quatro títulos mundiais na categoria. Riou fará sua estreia na Volta ao Mundo. “Eu queria participar da Volvo Ocean Race desde os meus 10 anos de idade. Embora a minha principal experiência seja nas regatas costeiras, sempre sonhei em navegar pelo mar adentro”.

A dupla foi escolhida depois de uma série de testes e análises dentro e fora d’água na Austrália e Portugal. Charles Caudrelier, que será skipper do Dongfeng pela segunda vez consecutiva, aprovou as duas velejadoras escolhidas. “Eu chamei a Carolijn, pois ela nos venceu várias vezes quando integrava o Team SCA nas In-Port Races. Ela trabalha muito bem no leme e tem um passado olímpico de sucesso. Isso lhe deu velocidade e conhecimento do momento certo de imprimir essa rapidez”.

Sobre Marie Riou, o comandante elogiou sua experiência olímpica e seus conhecimentos de vela. “Ela é da Bretanha (região da França com tradição em vela oceânica), tem força e está acostumada a velejar com os caras”. A classe NACRA é a única do calendário olímpico que exige um velejador e uma velejadora.

Marie Riou, Dongfeng Race Team.

A seleção de Brouwer e Riou é o primeiro sinal de que a mudança de regra, trazida pela Volvo Ocean Race nesta edição, a fim de incentivar as mulheres, terá um impacto significativo na modalidade. As equipes masculinas serão limitadas a apenas sete atletas, mas os times que incluírem mulheres poderão escolher algumas combinações, incluindo sete homens e mais uma ou duas mulheres e cinco homens e cinco mulheres. O restante da equipe do Dongfeng será anunciado nos próximos dias.

O Dongfeng é um dos três times confirmados até o momento ao lado de Team AkzoNobel (Holanda) e MAPFRE (Espanha). A quarta equipe será anunciada até o fim de março.

A regata começa em 22 de outubro em Alicante e passará por Lisboa, Cidade do Cabo, Melbourne, Hong Kong, Guangzhou, Auckland, Itajaí, Newport Rhode Island, Cardiff e Gotemburgo, antes do grande final em Haia, no fim de junho.

Velejadora: Carolijn Brouwer

Nascimento: 25 de julho de 1973

Local de nascimento: Leiden, Holanda

Número de Volvo Ocean Races: 2

Currículo: três participações olímpicas e vários títulos mundiais

 

Velejadora: Marie Riou

Nascimento: 21 de agosto de 1981

Local de nascimento: Plougastel-Daoulas, França

Currículo: duas participações em olimpíadas e quatro títulos mundiais

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Classe C30 leva emoção à abertura da temporada em Ilhabela http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/13/classe-c30-leva-emocao-a-abertura-da-temporada-em-ilhabela/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/13/classe-c30-leva-emocao-a-abertura-da-temporada-em-ilhabela/#respond Mon, 13 Mar 2017 17:02:57 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2368

Largada da classe C30 em Ilhabela (Aline Bassi / Balaio)

O final de semana (11 e 12) de abertura do XVII Circuito Ilhabela pode ser considerado perfeito para a vela oceânica. O sol e o vento ofereceram às tripulações os ingredientes indispensáveis para que a emoção fosse completa nas raias da Capital Nacional da Vela. A C30 mostrou mais uma vez porque é uma das classes mais competitivas de oceano, com duelos repletos de adrenalina nas cinco regatas disputadas nos dois primeiros dias da chamada Copa Suzuki. As classes C30, HPE 25, RGS e IRC reuniram 27 embarcações.

Caballo Loco e Caiçara monopolizaram a briga pela primeira colocação em cada prova, em disputa acirrada no melhor estilo match race (disputa entre apenas dois barcos). O mesmo aconteceu entre +Ralizado eCycle e Barracuda na luta pelo terceiro lugar. Após três vitórias, o Caballo Loco lidera a C30 com cinco pontos perdidos, apenas um de vantagem sobre o atual bicampeão Caiçara, que venceu duas regatas. O +Realizado está em terceiro lugar, seguido por Barracuda. A etapa de abertura da temporada será concluída no próximo fim de semana (18 e 19/3), com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

A tripulação do Caballo Loco soube aproveitar em Ilhabela a competência demonstrada na conquista do vice-campeonato no Circuito Ilha de Santa Catarina, há um mês em Florianópolis, onde se adaptou ao novo jogo de velas. “Largamos bem na maioria das regatas, o que é fundamental em uma classe tão equilibrada. Na última regata de domingo, o duelo com o Caiçara foi sensacional depois que o vento leste diminui de 12 para 8 nós. Ficamos lado a lado e cruzamos a linha apenas alguns segundos à frente deles”, relatou o comandante do Caballo Loco, Mauro Dottori.

Na véspera, o vento sul com rajadas de 15 nós (27km/h) permitiu que a Comissão de Regatas (CR), dirigida por Cuca Sodré, montasse os percursos no Canal de São Sebastião. “Na prova que fechou o sábado, conseguimos nos aproximar do baixio, mais para o lado do continente, antes dos adversários. Depois da segunda boia, com muitas rondadas de vento, o Caiçara encostou e tivemos uma chegada mais uma vez muito apertada”, relatou Dottori.

Além das velas novas de Caballo Loco, Caiçara e +Realizado eCycle, uma novidade adotada pela CR tornou as regatas da classe C30 ainda mais disputadas. “O gate introduzido no meio da raia nas pernas de popa trouxeram mais competitividade, amenizando eventuais vícios da raia que podem interferir na regata. Foi mais um fim de semana de pura emoção”, resumiu Dottori, comandante e timoneiro do líder Caballo Loco. A etapa de abertura da temporada 2017 será concluída no próximo fim de semana (18 e 19/3), com sede no Yacht Club de Ilhabela (YCI).

Classificação após cinco regatas (um descarte)
1 – Caballo Loco (Mauro Dottori) : 1+(2)+1+2+1 = 5 pontos perdidos
2 – Caiçara (Marcos de Oliveira César) : (2)+1+2+1+2 = 6 pp
3 – +Realizado eCycle (José Luiz Apud) : 3+(4)+3+3+3 = 12 pp
4 – Barracuda (Humberto Diniz) : (4)+3+4+4+4 = 15 pp

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Copa Suzuki de Vela Oceânica 2017 começa sábado http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/09/copa-suzuki-de-vela-oceanica-2017-comeca-sabado/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2017/03/09/copa-suzuki-de-vela-oceanica-2017-comeca-sabado/#respond Thu, 09 Mar 2017 18:21:12 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=2362 O mais regular campeonato de vela oceânica paulista inicia sua primeira etapa no próximo final de semana, em Ilhabela, SP. Promovida pelo Yacht Club de Ilhabela, a Copa Suzuki terá quatro etapas em 2017, nos meses de março, junho, setembro, novembro e dezembro que devem reunir velejadores das classes ORC, IRC, C30, HPE-25, BRA-RGS e Bico de Proa. Em 2016, as quatro etapas proporcionaram aos participantes mais de 30 regatas.

Neste ano, a comissão organizadora, sob responsabilidade de Carlos Eduardo Sodré, o “Cuca”, pretende inovar trazendo para a competição algumas alterações: “Sendo um campeonato regular e de longa duração, queremos proporcionar ao velejador mais opções de regatas diferentes. Alguns exemplos são a inclusão de um gate obrigatório em uma das pernas de algumas regatas da classe HPE, regatas com pontuação duplicada, novas regatas de percurso, enfim, garantir uma diversidade de situações para velejar”, comenta “Cuca”.

Incentivo aos velejadores de todos os níveis Tendo grande visibilidade no litoral norte paulista a Copa Suzuki também pretende “acolher” velejadores com as mais variadas experiências e expectativas: “Desde quem está começando na vela de oceano, ou quer apenas pura diversão, como é o caso da classe Bico de Proa, desde os mais competitivos, equipes como as classes HPE e C30, barcos de alta performance”, comenta o Diretor de Vela do Yacht Club de Ilhabela, Carlos Eduardo Souza e Silva, o “Kalu”.

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