Sobre as Águas http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br Informação e opinião sobre vela, náutica, navegação e mar em geral. Tue, 19 Feb 2019 16:06:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 15 anos da Class40 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/19/15-anos-da-class40/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/19/15-anos-da-class40/#respond Tue, 19 Feb 2019 16:06:31 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4106

A Class40, categoria presente em grandes regatas de oceano internacionais como Transat Jacques Vabre e Rota do Rum, completa 15 anos de atividade.

São 157 barcos na raia e o número deve atingir 160 ainda em 2019.

A Associação Class40 comemora o recorde de barcos presentes em vários campeonato e projeta um título para o melhor do ano de 2019.

A primeira competição do ano com o Class40 será a RORC Caribbean 600 com 10 veleiros.

Ao todo, os barcos da categoria devem percorrer 12.000 milhas em seis competições. Além da RORC Caribbean, os monocascos de 40 pés estarão na Défi Atlantique, Canal da Normandia, Les Sables Horta, Rolex Fastnet Race e Transat Jacques Vabre.

No Brasil, duas duplas apostaram na categoria na Trasnat Jacques Vabre.

Em 2015, o campeão olímpico Edu Penido e o empresário Renato Araújo encararam a travessia entre Le Havre (França) e Itajaí (SC) a bordo do Zetra.

Na temporada seguinte, em 2017, o Mussulo 40 Angola Cables tinha o médico José Guilherme Caldas e baiano Leo Chicourel.

A última citada, também conhecida como Rota do Café, vai parar na Bahia mais uma vez!

Desde o surgimento em 2004, o objetivo original da classe era tornar as regatas de oceano acessíveis a velejadores amadores. O sucesso a levou além desses parâmetros, com mais e mais atletas profissionais atraídos por ele. Parte desse interesse é a regra simples e rígida, que mantém os custos baixos.

Há um número cada vez maior de barcos sendo construídos na França e no exterior.
Campeonatos de 2019:

– RORC Caribbean 600 (600nm) – 18 de fevereiro

– Défi Atlantique (3500nm) – 23 de março

– Canal da Normandia (1000nm) – 19 de maio

– Les Sables Horta (2500nm) – 30 de junho

– Rolex Fastnet Race (600nm) – 3 de agosto

– Transat Jacques Vabre (4350) – 27 de outubro
Jean-Marie Liot / ALeA / TJV2017

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Regata de Volta ao mundo confirma mudança de nome http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/18/regata-de-volta-ao-mundo-confirma-mudanca-de-nome/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/18/regata-de-volta-ao-mundo-confirma-mudanca-de-nome/#respond Mon, 18 Feb 2019 14:26:02 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4102 Olá, amigos leitores

Como antecipamos ano passado aqui no Sobre as Águas, a Volvo Ocean Race mudou de nome depois de duas décadas!

Agora é The Ocean Race

Depois de comprar os direitos de nome da regata da Whitbread, a Volvo transferiu a propriedade para um novo grupo, liderado por Richard Brisius e Johan Salén. 

A The Ocean Race ainda segue com a montadora sueca Volvo como parceira comercial, mas não como naming rights.

Dois tipos de barco competirão na regata de volta ao mundo: IMOCA 60s e os VO65s (usados nas duas últimas temporadas).

A Ocean Race tem equipes que já demonstram forte interesse em participar e cada tipo de barco será para um determinado grupo de velejadores.

Os IMOCAs ficarão com os atletas mais renomados e premiados; Já o VO65s com os novos velejadores 

Mais informações em www.theoceanrace.com

 

O início

No ano 1973, a competição foi viabilizada com os apoios financeiros garantidos pelo patrocínio da Whitbread, que deu o nome à prova, e a British Royal Naval Sailing Association. 

A partir de 2001, a Volvo Personvagnar AB, fabricante sueco de veículos e motores, passou a patrocinar a prova, dando origem ao nome.

De lá pra cá, grandes ícones da vela fizeram história na regata, incluindo o brasileiro Torben Grael, campeão em 2008-09.

Foi o bicampeão olímpico que comandou o único barco do país na prova, o Brasil 1 na edição 2005-06.

Relembre como foi a última edição — https://www.torcedores.com/noticias/2018/06/dongfeng-race-team-e-o-campeao-da-volvo-ocean-race-2017-18

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Kaikias Maserati, de Ilhabela, é campeão da Classe C30 em Florianópolis http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/11/kaikias-maserati-de-ilhabela-e-campeao-da-classe-c30-em-florianopolis/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/11/kaikias-maserati-de-ilhabela-e-campeao-da-classe-c30-em-florianopolis/#respond Mon, 11 Feb 2019 20:32:46 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4099

Kaikias Maserati, de Ilhabela, à frente do Loyalty, de Porto Alegre (Marcelo Leão / Green Multimídia)

Kaikias Maserati venceu Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina, a primeira etapa do Campeonato Brasileiro da Classe C30. A tripulação de Ilhabela obteve três vitórias em seis regatas. Na prova final neste domingo (10), em Florianópolis, vitória do vice-campeão Katana Portobello (SC). Zeus Team (SC), Loyalty (RS) e Caballo Loco (SP), completaram a mais competitiva flotilha do circuito. A segunda etapa do Brasileiro será na Semana de Vela de Ilhabela, em julho.

A principal virtude da Classe C30 foi ter reunido na sede Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina (ICSC), embarcações de três cidades: Florianópolis (SC), Ilhabela (SP) e Porto Alegre (RS). “A classe se oxigenou. Apresentou nível técnico acima da mais otimista expectativa. Até mesmo em relação às competições de Ilhabela”, enalteceu Mauro Dottori, comandante do Caballo Loco e um dos maiores entusiastas da C30.

Em busca do inédito título brasileiro, a tripulação do Kaikias Maserati demonstrou talento na raia de Jurerê, apesar de ter assumido o barco há apenas sete meses, na Semana de Vela de Ilhabela, de 2018. “Estamos muito felizes por levarmos essa conquista para Ilhabela. Faturamos o circuito e largamos na frente na briga pelo título brasileiro de 2019”, comemorou o timoneiro Beto de Jesus.

Os elogios ao campeonato foram praticamente unânimes por parte dos velejadores. “Tivemos quatro dias perfeitos, com sol, vento constante (nordeste entre 8 e 15 nós), um clube muito simpático, pé na areia, em uma cidade linda, com muitos atrativos. Mais do que um campeonato, foi uma confraternização da vela. O nível dos adversários exigiu o máximo da nossa tripulação nas manobras e na tática. Trabalhamos muito bem”, exclamou Beto em relação ao campeão Kaikias Maserati.

Competitividade e evolução – Sempre atento às movimentações da classe, Dottori avaliou o que foram os quatro dias de regatas em Florianópolis. “A C30 foi um show à parte. O desempenho da tripulação do Kaikias, com velas novas, foi exemplar. Os barcos locais, Zeus e Katana guerrearam o tempo todo. O Loyalty, com tripulação nova, veio de Porto Alegre e mostrou evolução. Nós (Caballo Loco), mesmo com alguns problemas chegamos a liderar regatas. A raia é excelente e permite a troca constante de posições, diante do equilíbrio da C30. Nota mil para o Iate Clube de Santa Catarina”, elogiou Dottori.

Afastado da classe há alguns anos, o velejador olímpico André Fonseca, o Bochecha, assumiu a tática do Caballo Loco em meio ao campeonato e ficou impressionado. “Eu nunca vi em uma competição de oceano uma classe com nível técnico tão elevado como as tripulações da C30 aqui em Santa Catarina”, definiu Bochecha.

A flotilha paulista da Classe C30 volta a competir na etapa de abertura da Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica, que tem o Caiçara UV.Line como atual tetracampeão. As primeiras regatas serão em 16 e 17, 23 e 24 de março. Ao longo do ano serão quatro etapas. Os vencedores das demais classes no Circuito de Santa Catarina são: Ângela Star VI (ORC Geral), Inaê Transbrasa (IRC), Garrotilho (RGS Geral), Força 12 (HPE 25) e Astral (Cruzeiro).

Classificação da C30 após seis regatas (um descarte)

1– Kaikias Maserati (Eduardo Mangabeira): (3)+1+1+3+1+2 = 8 pontos perdidos

2 – Katana Potobello (Cesar Gomes Neto): 2+(DNF)+3+1+3+1 = 10 pp

3 – Zeus Sailing Team (Inácio Vandresen): 1+(4)+4+2+4+3 = 14 pp

4 – Loyalty (Alexandre Leal): 4+2+(DNF)+4+2+5 = 17 pp

5 – Caballo Loco (Mauro Dottori): (5)+3+2+5+5+4 = 19 pp

Campeões Brasileiros da Classe C30

2012 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2013 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2014 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2015 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2016 – Zeus Team – 08 (Inácio Vandresen) – ICSC

2017 – Katana Portobello – 07 (Cesar Gomes Neto) – ICSC

2018 – Caiçara UV.Line – 09 (Marcos de Oliveira Cesar) – Pindá IC (Ilhabela)

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Zeus Team abre Brasileiro de C30 com vitória apertada em Florianópolis http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/09/zeus-team-abre-brasileiro-de-c30-com-vitoria-apertada-em-florianopolis/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/09/zeus-team-abre-brasileiro-de-c30-com-vitoria-apertada-em-florianopolis/#respond Sat, 09 Feb 2019 17:58:42 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4096

Katana`Portobello, de Florianópolis (Marcelo Leão / Green Multimídia)

O início do Campeonato Brasileiro da Classe C30, com regatas paralelas ao Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina, ratificou o equilíbrio e a velocidade típicos da classe. O Zeus Team, com o comandante Inácio Vandresen, cruzou a linha de chegada em Jurerê com o tempo de 4h58m17, apenas nove segundos à frente do Katana Potobello, ambos do Iate Clube de Santa Catarina (ICSC).

A Comissão de Regatas aproveitou o vento nordeste, entre 8 e 12 nós (15 a 20 km/h) para realizar uma regata longa, com percurso de 42 milhas (76 km). Os dois barcos locais se valeram do conhecimento da raia, além do talento de suas tripulações, a exemplo dos velejadores das outras três embarcações. Os cinco concorrentes chegaram em um período inferior a cinco minutos, com Kaikias Maserati (SP), Loyalty (RS) e Caballo Loco (SP), em sequência.

“Foi um dia lindo, com uma regata espetacular e um pega do começo ao fim. O Fipa (Felipe Linhares) deu um banho na tática. Ele até ganhou uma caipirinha do Cesinha (Cesar Gomes Neto, comandante do Katana) como prêmio. Só conseguimos ultrapassar o Katana a 1,5 milha da chegada, em uma manobra de mestre, antecipando o jibe” (mudar o rumo com o vento em popa), enalteceu Vandresen, agradecendo ainda, as presenças dos barcos de fora: Kaikias, Caballo Loco e Loyalty.

A experiente tripulação do Kaikias Maserati, de Ilhabela, chegou a Florianópolis com antecedência para se familiarizar com a raia. A estratégia surtiu efeito. “Foi um dia perfeito para se velejar. Apesar de largarmos mal, fizemos uma regata de recuperação e conseguimos chegar entre os três primeiros. Os barcos são muito iguais, o que torna a disputa tensa. A C30 é, sem dúvida, a classe mais equilibrada do campeonato”, afirmou o timoneiro do Kaikias Maserati, Beto de Jesus.

Mais cinco regatas barla-sota (entre duas boias) estão previstas até domingo (10), com um descarte para o pior resultado a partir da quinta prova. O Circuito de Santa Catarina é válido pela primeira etapa do Campeonato Brasileiro de C30, que será concluído em sua segunda etapa, em julho, paralelamente à Semana de Vela de Ilhabela.

Classificação da C30 após uma regata

1 – Zeus Sailing Team (Inácio Vandresen) – Florianópolis

2 – Katana Potobello (Cesar Gomes Neto) – Florianópolis

3 – Kaikias Maserati (Eduardo Mangabeira) – Ilhabela

4 – Loyalty (Alexandre Leal) – Porto Alegre

5 – Caballo Loco (Mauro Dottori) – Ilhabela

Campeões Brasileiros da Classe C30

2012 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2013 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2014 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2015 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2016 – Zeus Team – 08 (Inácio Vandresen) – ICSC

2017 – Katana Portobello – 07 (Cesar Gomes Neto) – ICSC

2018 – Caiçara UV.Line – 09 (Marcos de Oliveira Cesar) – Pindá IC (Ilhabela)

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Classe C30 abre temporada com regatas do Brasileiro em Florianópolis http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/05/classe-c30-abre-temporada-com-regatas-do-brasileiro-em-florianopolis/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/05/classe-c30-abre-temporada-com-regatas-do-brasileiro-em-florianopolis/#respond Tue, 05 Feb 2019 19:00:52 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4093

Zeus Sailing Team (Edu Grigaitis / Balaio de Ideias)

A temporada de 2019 marca o retorno da etapa catarinense ao Campeonato Brasileiro da Classe C30, tradicionalmente iniciado em fevereiro, em Florianópolis, e concluído em Ilhabela, em julho, em paralelo à Semana de Vela. As regatas no Sul serão válidas pelo 30º Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina, de 7 a 10 de fevereiro, na sede Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina (ICSC).

A flotilha de C30 reunirá barcos de Florianópolis (SC), Ilhabela (SP) e Porto Alegre (RS). O litoral norte paulista será representado por Caballo Loco e Kaikias Maserati. Os donos da casa levarão duas tripulações à raia: Zeus Sailing Team e Katana Portobello, enquanto o tetracampeão Loyalty (2012 a 2015), com nova tripulação gaúcha desde agosto de 2018, representará o Veleiros do Sul (VDS). O barco ficava locado no GVI (Grêmio de Vela Ilhabela) e ganhou quatro títulos seguidos como Loyal, sob comando de Marcelo Massa.

“Mantivemos a mesma base das últimas regatas que corremos no Rio Guaíba. Será uma grande oportunidade para velejarmos com a flotilha de C30, contra tripulações muito mais experientes do que a nossa. Temos como principal objetivo, aprender mais sobre a classe. Sabemos da dificuldade de enfrentarmos equipes mais bem treinadas, mas é justamente isso que nos motiva a competir em um local tão belo como a raia de Jurerê”, relata o novo comandante do Loyalty, Alexandre Leal.

O ingresso recente na C30 não é exclusividade da equipe do Loyalty. A tripulação do Kaikias Maserati assumiu o barco a partir da Semana de Vela de Ilhabela, em julho de 2018. “Estamos ansiosos para estrear em 2019. A classe está cada vez mais entusiasmada. Nossa tripulação, embora nova no barco, é muito experiente na vela”, afirma o timoneiro Beto de Jesus, natural de Ilhabela.

“Sabemos que vamos disputar com grandes velejadores locais, mas como os barcos são muito equilibrados, o que faz a diferença é o trabalho da tripulação. Na C30 não há espaço para erros táticos ou manobras mal feitas. Chegamos mais cedo à Florianópolis justamente para treinarmos na raia nos dias 05 e 06 em busca dos ajustes finais”, revela o experiente velejador, Beto, também secretário de Esportes de Ilhabela.

O Circuito Oceânico Ilha de Santa Catarina prevê seis regatas, sendo uma longa, de percurso e cinco no formato barla-sota (entre duas boias) para a Classe C30. Haverá um descarte do pior resultado a partir da quinta prova. Além da C30, o campeonato será aberto às classes ORC, IRC, RGS, HPE 25, Bico de Proa e Multicascos.

Campeões Brasileiros da Classe C30

2012 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2013 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2014 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2015 – Loyal – 06 (Marcelo Massa) – GVI

2016 – Zeus Team – 08 (Inácio Vandresen) – ICSC

2017 – Katana Portobello – 07 (Cesar Gomes Neto) – ICSC

2018 – Caiçara UV.Line – 09 (Marcos de Oliveira Cesar) – Pindá IC (Ilhabela)

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Scheidt volta à Laser e vai brigar por vaga em Tóquio 2020 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/05/scheidt-volta-a-laser-e-vai-brigar-por-vaga-em-toquio-2020/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/05/scheidt-volta-a-laser-e-vai-brigar-por-vaga-em-toquio-2020/#respond Tue, 05 Feb 2019 13:54:55 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=3906

Robert anunciou nesta terça-feira que vai disputar vaga na Laser para Tóquio

O conhecido grito de guerra dos torcedores de futebol em estádios: ‘O campeão voltou’, se encaixa perfeitamente para o momento de vida de Robert Scheit. Porém, no caso do velejador, será preciso adaptar para ‘o bicampeão voltou’. Pouco mais de um ano após anunciar a aposentadoria das regatas em Olimpíadas, ele reencontrou, aos 45 anos, motivação para iniciar uma nova campanha, desta vez visando os Jogos de Tóquio, em 2020, no Japão. Dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro, ele escolheu o Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo, onde iniciou a carreira na vela, para fazer o anúncio na manhã desta terça-feira (5). “Ainda me sinto competitivo e ainda adoro velejar”, afirmou. Se atingir seu objetivo, será o recordista brasileiro em participações em Olimpíadas, com sete no currículo.

“A partir de 2018, quando voltei a fazer alguns treinos no Laser, no Lago Di Garda (na Itália, onde mora com a família), junto com velejadores italianos e alguns estrangeiros, senti que ainda era bem competitivo, com um bom nível de energia física. Comecei a pensar que talvez existisse a possibilidade de tentar mais um ciclo olímpico. Depois disputei a Copa Brasil (foi vice-campeão). Mas a definição veio da minha vontade de tentar mais uma vez, provavelmente a última possibilidade que terei de buscar uma olimpíada. A vontade de me superar, de atingir esse objetivo falou mais alto”, explicou Scheidt.

Robert vai em busca da sexta medalha olímpica, a quarta na classe Laser, na qual acumula dois ouros (Atlanta/1996 e Atenas/2004) e uma prata (Sidney/2000). Mas garante que pensa em um passo de cada vez. “O primeiro objetivo é conseguir a vaga para representar o Brasil na Olimpíada. Esse é o meu foco agora. Hoje, não estou pensando em Tóquio. Penso em velejar melhor, entrar em ritmo na Laser para buscar a classificação”, garante o maior medalhista olímpico da história do Brasil, com cinco pódios (além das medalhas na Laser tem prata e bronze na Star), que tem patrocínio do Banco do Brasil e Rolex e apoio do COB e CBVela.

Para aprimorar seu ritmo, já definiu o calendário de competições internacionais para o primeiro semestre. O giro europeu começa com o Troféu Princesa Sofia, a partir de 29 de março, em Palma de Mallorca, na Espanha. Depois, em abril, segue para Hyères, na França, para o Campeonato Europeu. Na sequência, Scheidt segue para o Japão a fim de disputar o Mundial do Japão, a partir de 3 de julho. “O objetivo é evoluir a cada competição. Diferentemente da campanha para a Rio 2016, iniciei o ciclo olímpico mais tarde. Falta apenas um ano e meio para Tóquio e, por isso, minha preparação terá que ser mais seletiva em relação ao número de competições e intensidade de trabalho”, revelou o atleta que tinha 43 anos na Olimpíada do Brasil.

Além dos aspectos técnicos, táticos e ritmo de velejada, a preparação física tem parte fundamental na classe Laser. “Cuidar bem da parte física e tomar cuidado com o risco de lesões serão fatores importantes. Terei bastante cuidado com o volume de treino, buscando mais a qualidade que a quantidade e respeitando o tempo de repouso. Tentarei ao máximo administrar as dores e evitar me machucar nesse caminho. Vamos torcer para sofrer nenhuma lesão grave, que me impeça de participar de competições”, avalia o velejador, que terá 47 anos em 2020. “Se por um lado enfrentarei atletas mais jovens, terei a experiência a meu favor. Uma campanha olímpica envolve muita pressão. E já ter passado por isso muitas vezes é um fator que me ajuda.”

Objetivo é lutar pela sexta medalha olímpica

Casado com a também velejadora Gintare e pai de dois filhos, a posição da família teve papel preponderante em sua decisão. “Claro que conversei com eles. E todos me apoiam 100% nessa caminhada. Meu filho mais velho, Erik (de 9 anos) me disse que devo seguir, pois estará sempre torcendo por mim. Ele já esteve na Olimpíada do Rio e quer ver os Jogos no Japão”, conta Scheidt, que completa. “Conciliar a função de marido e pai com o esporte é sempre importante, mas moro em um ligar onde posso me dedicar aos treinos e à família. Nas competições, claro, estarei afastado, mas será o mesmo tempo fora caso estivesse em outro projeto, como a vela oceânica, por exemplo. O importante é a qualidade do tempo que vou passar com a família”.

Maior atleta olímpico brasileiro

Cinco medalhas:
Ouro : Atlanta/96 e Atenas/2004 (ambas na classe Laser)
Prata : Sidney/2000 (Laser) e Pequim/2008 (Star)
Bronze : Londres/2012 (Star)

180 títulos – 88 internacionais e 92 nacionais, incluindo a Semana Internacional do Rio, o Campeonato Brasileiro de Laser e a etapa de Miami da Copa do Mundo, todos em 2016. Em novembro de 2017, pela Star, conquistou a Taça Royal Thames e, neste domingo, o Paulista de Star.

Laser
– Onze títulos mundiais – 1991 (juvenil), 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002*, 2004 e 2005 e 2013
*Em 2002, foram realizados, separadamente, o Mundial de Vela da Isaf e o Mundial de Laser, ambos vencidos por Robert Scheidt
– Três medalhas olímpicas – ouro em Atlanta/1996 e Atenas/2004, prata em Sydney/2000

Star
– Três títulos mundiais – 2007, 2011 e 2012*
*Além de Scheidt e Bruno Prada, só os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode venceram três mundiais velejando juntos, na história da classe
– Duas medalhas olímpicas – prata em Pequim/2008 e bronze em Londres/2012

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Três medalhas em Miami http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/03/tres-medalhas-em-miami/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/02/03/tres-medalhas-em-miami/#respond Mon, 04 Feb 2019 00:47:55 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4084  

O Brasil obteve três medalhas na etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela).

Uma de cada cor!

Martine Grael e Kahena Kunze foram ouro na 49erFX!

Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino ganharam a prata. Foi a primeira medalha do Brasil na história da Nacra 17.

Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan conquistaram a medalha de bronze na classe 470 feminina

A próxima competição de classes olímpicas do calendário é o Troféu Princesa Sofia, a partir de 29 de março, em Palma de Maiorca, na Espanha.

 

RESULTADOS COMPLETOS DO BRASIL NA COPA DO MUNDO DE MIAMI:
49er FX

1 – Martine Grael e Kahena Kunze (BRA), 58 pontos perdidos

2 – Alexandra Maloney/ Molly Meech (NZL), 60 p.p.

3 – Chalotte Dobson/ Saskia Tiden (GBR), 63 p.p.

 

Nacra 17

1 – Jason Waterhouse/ Lisa Darmanin (AUS), 50 p.p.

2 – Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino (BRA), 58 p.p.

3 – Santiago Lange/ Cecilia Carranza Saroli (ARG), 72 p.p.

470 feminina

 

1 – Frederika Loewe/ Anna Markfort (ALE), 60 p.p.

2 – Fabienne Oster/ Anastasiya Winkel (ALE), 62 p.p.

3 – Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan (BRA), 64 p.p.

 

Finn

13 – Jorge Zarif, 76 p.p.

 

Laser Radial

21 – Gabriela Kidd, 215 p.p.

 

49er

23 – Marco Grael/ Gabriel Borges, 174 p.p.

 

RS:X feminina

29 – Bruna Martinelli, 169 p.p.

 

Laser

56 – João Pedro Souto de Oliveira, 170 p.p.

Mais informações sobre a etapa de Miami da Copa do Mundo:
http://miami.ussailing.org/

Resultados completos: http://sailing.org/worldcup/results/index.php

 

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Torben e Martine sobre a IMOCA na VOR http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/01/20/torben-e-martine-sobre-a-imoca-na-vor/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2019/01/20/torben-e-martine-sobre-a-imoca-na-vor/#respond Sun, 20 Jan 2019 23:34:36 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4078 A regata de Volta ao Mundo será disputada na temporada 2021-22 com barcos da classe IMOCA e também da VO65, usados nas últimas duas edições da prova.

Nos próximos dias, a Ocean Race enviará o Aviso de Regata (principal documento para realizações de competições náuticas) e também abrirá o processo seletivo para as equipes e cidades-sede.

A escolha do monocasco de 60, usado em provas conhecidas no mundo como Vendée Globe e Transat Jacques Vabre, animou o mundo, incluindo os velejadores.

O site volvooceanrace.com soltou uma matéria com declarações de Torben e Martine Grael sobre os IMOCAs na regata

Aqui a versão em português do texto de Jonno Turner e Flávio Perez

RIO DE JANEIRO – 18/12/2018 – PREMIO BRASIL OLIMPICO – Teatro Bradesco – Torben Grael entra para o Hall da Fama do Comitê Olímpico Brasileiro – .©Wander Roberto/COB

Campeão da Volvo Ocean Race 2008-09 e dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouros, o brasileiro Torben Grael está envolvido com a chegada do IMOCA à Volta ao Mundo. Segundo o velejador, o barco é mais avançado tecnologicamente. ”Será um barco bastante espetacular para regata. Já era utilizado há muitos anos. É um barco que está em constante desenvolvimento, uma tripulação um pouco menor, mas várias novidades tecnológicas em comparação com o barco da regata anterior”, disse Torben Grael.

Após assembleia geral da IMOCA, ocorrida em Paris, na França, no fim do ano passado, representantes da classe e da Ocean Race, regata de volta ao mundo anteriormente conhecida como Volvo Ocean Race, aprovaram as diretrizes da categoria para as regatas a partir de outubro de 2021. A regra será de design aberto e a IMOCA chega para equilibrar a segurança e o desempenho da tripulação. A regata também confirmou a utilização dos VO65 na regata, porém os modelos serão comandados por tripulações mais novas.

”Os VOR65, da última edição, são barcos muito resistentes. Eles foram puxados ao limite e resistiram bem, então vão ser usados em uma segunda classe por velejadores jovens”, completou o velejador bicampeão olímpico.

Filha de Torben Grael, a também campeã olímpica Martine Grael nunca velejou em um IMOCA. A atleta, classificada para Tóquio 2020 na 49erFX ao lado de Kahena Kunze, estreou na Volta ao mundo na temporada anterior a bordo do team AkzoNobel.

”Na última edição, os barcos já eram bem resistentes, puxavam ao limite. Dessa vez, a tripulação vai ser ainda menor e com os barcos mais rápidos, vai ser mais ao extremo mais ainda. O barco tem um apelo muito grande”, contou Martine Grael.

Martine Grael e Kahena Kunze foram eleitas as melhores da vela de 2018 em votação para o Prêmio Brasil Olímpico, uma espécie de Oscar do esporte. Os resultados na 49erFX, incluindo a confirmação da vaga olímpica e a campanha de Martine na Volta ao Mundo contribuíram para a escolha da dupla!

Na cerimônia, ocorrida em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro (RJ), Torben Grael foi eleito para o Hall da Fama do esporte brasileiro. O velejador também integra o Sailing World of Fame da Federação Mundial de Vela.

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Brasileiro campeão mundial na F3000 irá para a F1 dos mares em 2019 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2018/12/26/brasileiro-campeao-mundial-na-f3000-ira-para-a-f1-dos-mares-em-2019/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2018/12/26/brasileiro-campeao-mundial-na-f3000-ira-para-a-f1-dos-mares-em-2019/#respond Wed, 26 Dec 2018 22:33:03 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4074

Chaguri com o barco do título mundial e os troféus conquistados na Malásia (Divulgação / F3000)

Único representante brasileiro no Mundial de Motonáutica, Lebos Chaguri foi convidado para retornar ao circuito da Fórmula 1 H2O, principal categoria da modalidade, assim que conquistou o Mundial de Fórmula 3000 há três semanas em Muar, na Malásia. O convite partiu do próprio CEO da F1 H2O, o italiano Nicolo San German.

Chaguri teve a oportunidade de correr a F1 H2O Nations Cup de 2011 a 2014. Em 2013, no Catar, o piloto, que também possui nacionalidade libanesa conquistou a medalha de bronze, resultado inédito para um brasileiro no Mundial de Motonáutica . A F1 H2O Nations Cup tem formato específico, como uma Olimpíada anual com barcos de F1 com motores idênticos, sorteados entre 20 pilotos. O regulamento só permite ajustes no cockpit e hélice.

Na Fórmula 3000 Powerboat, conquistada por Chaguri, cada equipe tem seus barcos e os motores têm preparação livre. Os barcos em fibra de carbono medem 5,5 metros, pesam 350 quilos com o motor, possuem potência de 400 cavalos e atingem velocidade superior a 200 km/h. “Você fica em êxtase quando está a bordo, pois 200 km/h na água dá a sensação de um carro a 400 km/h. É muita adrenalina. Para chegar ao título mundial, venci o ‘Drag Race’ (disputa de arrancada) e a corrida final, de circuito ”, enfatiza o campeão.

Na prova decisiva, Chaguri largou na segunda posição, obtida no qualifying e adotou a cautela como estratégia inicial. “Deixei o pessoal passar porque com a água mexida e ondas devido ao vento forte, os barcos ficam vulneráveis a voar e se acidentar. Assim também acabei poupando o motor e só comecei a acelerar a partir do meio da prova, buscando posições até conseguir a liderança na penúltima volta, ”, relata Chaguri, que recebeu a taça de campeão mundial de 2018 do ministro Salahuddin Ayub Menteri e da primeira ministra feminina da história da Malásia Yeo Bee Yin, principais autoridades da Malásia.

Da UTI para o pódio – Vencedor e experiente, Chaguri adquiriu a dimensão do que a cautela significa quando se está pilotando na superfície da água a mais de 200 km/h. “Sofri um acidente sério em 2012 nos Emirados Árabes Unidos. Fui para UTI em Sharja, transferido para UTI de Dubai e quando retornei ao Brasil, ainda permaneci na UTI. Tive trombose, embolia pulmonar e um coágulo no cérebro”, conta o piloto que ficou nove meses em tratamento fazendo exames semanalmente .

“A três minutos do final dos treinos classificatórios, parti para melhorar meu tempo e quando estava ultrapassando o barco de Brunei na curva, por dentro, batemos e os dois barcos saíram voando. O airbag não funcionou e eu não consegui acionar o dispositivo do inalador de oxigênio, pois fui perdendo a consciência. Fiquei submerso e quando cheguei à ambulância, falaram que eu estava roxo. Logo após receber alta em São Paulo, viajei para o Catar e conquistei a medalha de bronze em Doha no mundial de 2013 na F1 H2O Nations Cup. Tinha dúvidas se conseguiria voltar a pilotar em alto nível, mas quando entrei no barco só pensei em acelerar”, recorda-se Chaguri sobre o resultado inédito na motonáutica para o Brasil.

Em 2014 Chaguri fez sua última participação na F1 H2O NC e estreou no Campeonato Mundial de Endurance. No ano seguinte ingressou na F 3000 recebendo o titulo de Rockie of the Year e em 2017 conquistou medalhas de prata e bronze em duas etapas do Mundial de Endurance, na Colômbia, resultados também inéditos para um piloto brasileiro. Os riscos em uma prova de motonáutica são eminentes. “A velocidade do barco vai de 0 a 100 km/h em três segundos, e de 0 a 200 km/h em 4,5 segundos. A força G (medida com base na gravidade) vai a 7G nas curvas. Nos carros de Fórmula 1, por exemplo, a média é de 2,8G e em aviões-caça fica entre 5G e 6G”, compara Chaguri.

Em busca de reconhecimento nacional – O talento do piloto brasileiro adquiriu dimensão internacional, principalmente na Ásia e Oriente Médio, onde é disputada a maioria das provas do Mundial de Motonáutica. Chaguri espera encontrar o mesmo apoio no Brasil para viabilizar um projeto vencedor em equipe de ponta na F1 H2O em 2019.

“Tenho espaço na Fórmula 1. Agora estou atrás de patrocínio. Para a F1 H2O, eu já teria inclusive equipe, mas antes, quero mais um patrocínio. Eles desejam muito que eu esteja lá. Não deixam qualquer um entrar. Quase todos os pilotos são campeões mundiais em alguma categoria de motonáutica”, conclui o piloto brasileiro.

Chaguri reside em São Paulo e cresceu em torno da Represa Guarapiranga, onde morava. Além de correr de motonáutica, velejou e venceu campeonatos nas classes Hobie Cat e Mini Oceano na década de 2000. Competiu também na motovelocidade no Autódromo de Interlagos. Em maio, apresentou-se no Classic Boat Festival do Yacht Club Paulista, pilotando na represa a mesma Fórmula Indy de seis cilindros que em 2009 lhe deu o título do último campeonato brasileiro de motonáutica. Neste ano, foi homenageado na conferência “O Potencial da Diáspora Libanesa”, em Beirute, pelo ministro de relações exteriores Gibran Bassil. O piloto apresentou sua trajetória no Esporte aos representantes de vários países.

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PBO http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2018/12/21/pbo/ http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/2018/12/21/pbo/#respond Fri, 21 Dec 2018 02:05:22 +0000 http://sobreasaguas.blogosfera.uol.com.br/?p=4071 Nesta semana, o Comitê Olímpico Brasileiro realizou o tradicional PBO – Prêmio Brasil Olímpico.

E o colega Flávio Perez, media manager da Ocean Race e da Transat Jacques Vabre esteve por lá.

Assim escreveu para o seu blog no jornal DIARINHO!

Representantes de todas as modalidades praticadas no País se reuniram na festa ocorrida no Teatro Bradesco.

A vela teve muitas referências na noite de gala, com Hall da Fama para Torben Grael, escolha da dupla Martine e Kahena como as melhores da modalidade e presença de outros grandes nomes do nosso esporte.

Vela é sinônimo de medalhas para o olimpismo brasileiro!

A escolha de Martine Grael e Kahena Kunze foi merecida, principalmente após a rápida retomada da dupla que ficou um ano parada em função da campanha de Volvo Ocean Race da timoneira herdeira dos Grael.

Outros poderiam estar nessa lista:

Com títulos da Semana de Vela de Ilhabela e vaga para o Brasil na Nacra em Tóquio-2020, Samuel Albrecht e sua parceria Gabriela Nicolino também merecem nossa referência.

Campeão mundial de Star, Jorge Zarif fechou 2018 com o título da SSL nas Bahamas.

Mas a façanha de Martine na Volvo Ocean Race teve um peso enorme nessa escolha técnica!

No PBO, Torben Grael deixou suas mãos estampadas e entrou para o Hall da Fama. Estava ao lado de Jackie e Sandra, do vôlei de praia e Vanderlei, da maratona.

Torben é o maior medalhista olímpico do País ao lado de Robert Schedit.

Lars Grael também esteve presente na cerimônia! Ele e seu irmão foram recordados nas retrospectivas olímpicas no show.

O mais importante é que a vela sempre está nas paradas de sucesso do esporte brasileiro!

Os vencedores de cada modalidade

Atletismo: Darlan Romani
Badminton: Ygor Coelho
Basquete: Yago Mateus
Basquete 3×3: Luiz Felipe Soriani
Beisebol: Felipe Burin
Boxe: Beatriz Ferreira
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX (Freestyle): Leandro Neto
Ciclismo BMX (Racing): Anderson Ezequiel de Souza Filho (Andinho)
Ciclismo Estrada: Vinicius Rangel Costa
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista: Kacio Fonseca da Silva Freitas
Desportos na Neve: Jaqueline Mourão
Desportos no Gelo: Isadora Williams
Escalada Esportiva: Thais Makino Shiraiwa
Esgrima: Alexandre Camargo
Futebol: Marta Silva
Ginástica Artística: Arthur Zanetti
Ginástica Trampolim: Camilla Gomes
Ginástica Rítmica: Natália Gaudio
Golfe: Luiza Altmann
Handebol: Eduarda Amorim
Hipismo adestramento: João Victor Oliva
Hipismo CCE: Márcio Carvalho Jorge
Hipismo saltos: Pedro Veniss
Hóquei sobre grama: Rodrigo Faustino
Judô: Érika Miranda
Karatê: Vinicius Figueira
Levantamento de pesos: Fernando Saraiva Reis
Maratona Aquática: Ana Marcela Cunha
Nado Artístico: Maria Clara Lobo
Natação: Revezamento (Pedro Spajari /Gabriel Santos/Marcelo Chierighini/Marco Antonio Ferreira Junior)
Pentatlo moderno: Maria Iêda Guimarães
Polo Aquático: Gustavo Guimarães
Remo: Uncas Tales Batista
Rugby: Bianca dos Santos Silva
Saltos Ornamentais: Ingrid de Oliveira
Skate: Pedro Barros
Softbol: Fernanda Ayumi Missaki
Surfe: Gabriel Medina
Taekwondo: Edival Pontes (Netinho)
Tênis: Marcelo Melo
Tênis de mesa: Hugo Calderano
Tiro com arco: Marcus Vinícius D´Almeida
Tiro esportivo: Julio Almeida
Triatlo: Manoel Messias
Vela: Martine Grael e Kahena Kunze
Vôlei: Douglas Souza
Vôlei de praia: Agatha Bednarczuk / Duda Lisboa
Até a próxima

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