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Sobre as Águas

Baianas com as mãos na taça

Antonio Alonso

08/10/2021 19h59

O Mundial Feminino de Snipe tem praticamente definida a dupla campeã de 2021.

As baianas Juliana Duque e Mila Beckerath novamente venceram as duas regatas do dia nesta sexta-feira (8), no Yacht Club Paulista, em São Paulo (SP), e abriram vantagem confortável na liderança do campeonato exclusivo para mulheres.

A competição conta com 42 duplas de sete países e já foram realizadas seis provas ao todo.

As últimas regatas serão neste sábado (9) e com a entrada do descarte do pior resultado, Juliana Duque e Mila Beckerath precisam apenas de colocações medianas nas provas finais.

As atletas somam apenas 6 pontos perdidos contra 18 da dupla formada pela croata Andela Viturri e pela norueguesa Maj Kristin Borgen. Em terceiro estão as brasileiras Martha Rocha e Larissa Juk com 19 pontos perdidos.

As representantes do Yacht Club da Bahia literalmente sobraram nas provas desde quarta-feira (6), que foram realizadas na Represa do Guarapiranga. Acertaram todas as largadas e nas montagens de boia abriram frente para as adversárias.

No Campeonato, elas pegaram dois segundo lugares e quatro vitórias literalmente de ponta a ponta.

"Hoje foi bom outra vez! A gente abriu uma frente boa e faltam duas regatas agora. Vamos tentar velejar bem novamente. Largamos muito bem nas duas provas de hoje e acertamos a tática. Estou muito feliz", contou Juliana Duque, medalhista pan-americana em Lima 2019 e campeã mundial de Snipe de 2016.

 

Sobre o Autor

Antonio Alonso Jr é capitão amador e cobre esporte há 15 anos, com passagens pela Folha de S.Paulo e por um UOL ainda em seus primeiros anos de vida. Jornalista e formado também em Esporte teve a excêntrica ideia de se dedicar à cobertura náutica, com enfoque para a Vela. Depois de oito anos na principal revista especializada do país, estreia seu blog em novo endereço no UOL.

Sobre o Blog

A vela é o exemplo claro de que o sucesso de um esporte não se mede em medalhas. Ela foi o esporte que mais medalhas Olímpicas deu ao Brasil. Ainda assim, é um esporte desconhecido, com enorme dificuldade de atrair público e restrito a guetos idílicos. Este blog não está interessado em resolver esse problema, mas em trazer mais para perto esse esporte excêntrico, complicado talvez, mas cheio de matizes empolgantes e que coloca atletas e meio-ambiente numa simbiose singular no mundo esportivo. Bem-vindo a bordo.

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