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Sobre as Águas

Phoenix fita-azul da Alcatrazes

Antonio Alonso

25/07/2021 21h08

As primeiras regatas da 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela começaram neste domingo (25) com 81 barcos na raia divididos em oito classes.

O maior evento da modalidade da América Latina foi retomado após o adiamento da competição de 2020 em função do aumento do número de casos de COVID-19.

Como manda a tradição, a Semana de Vela de Ilhabela largou às 12h15 para a Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, percurso de 55 milhas contornando o arquipélago do litoral norte de São Paulo.

O primeiro a montar a ilha foi o moderno Phoenix, novo projeto de Eduardo Souza Ramos para regatas oceânicas. O barco fez a primeira parte do percurso até o arquipélago em aproximadamente quatro horas e meia.

O retorno com vento a favor foi favorável à equipe mais profissional da modalidade no País e a equipe de Eduardo Souza Ramos, maior vencedor da competição, foi a Fita-Azul com quase sete horas de velejada.

"O barco é uma delícia, absolutamente dentro do esperado, super rápido, super gostoso, tranquilo de leme, muito bom. O resultado hoje deve ter sido muito ruim, mas só por erros nossos, principalmente na linha de partida, na saída, mas a velejada foi magnífica, um espetáculo", explicou Eduardo Souza Ramos.

O recorde da Alcatrazes permanece do barco Crioula, marca de 6 horas, 1 minuto e 42 segundos em 2018.

Foto: Paulo Magalhães @magalhaespaulinho

 

Sobre o Autor

Antonio Alonso Jr é capitão amador e cobre esporte há 15 anos, com passagens pela Folha de S.Paulo e por um UOL ainda em seus primeiros anos de vida. Jornalista e formado também em Esporte teve a excêntrica ideia de se dedicar à cobertura náutica, com enfoque para a Vela. Depois de oito anos na principal revista especializada do país, estreia seu blog em novo endereço no UOL.

Sobre o Blog

A vela é o exemplo claro de que o sucesso de um esporte não se mede em medalhas. Ela foi o esporte que mais medalhas Olímpicas deu ao Brasil. Ainda assim, é um esporte desconhecido, com enorme dificuldade de atrair público e restrito a guetos idílicos. Este blog não está interessado em resolver esse problema, mas em trazer mais para perto esse esporte excêntrico, complicado talvez, mas cheio de matizes empolgantes e que coloca atletas e meio-ambiente numa simbiose singular no mundo esportivo. Bem-vindo a bordo.

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