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Sobre as Águas

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Mais sobre as regatas do VelaShow 2020

Antonio Alonso

07/10/2019 10h08

As regatas serão nos dias 4 e 5 de abril com os barcos das classes RGS, ORC, IRC e Bico de Proa abrindo o calendário, depois uma competição para os monotipos Laser e Dingue, sem contar a categoria de introdução à vela, o Optimist.

A organização do VelaShow 2020 deverá abrir as portas para as principais classe de oceano e de monotipos para a competição que leva o nome do evento.

O juiz internacional de regatas Rogério Albuquerque, com participação na Rio 2016, será o responsável pelas provas na Baía de Guanabara.

A feira será realizada de 3 a 5 de abril do ano que vem, em Niterói (RJ), uma das referências da modalidade no País.

O Clube Naval Charitas será a sede da primeira plataforma de comunicação e negócios exclusivamente voltada para a vela no Brasil.

"Será uma regata festiva comemorando o VelaShow e que nós vamos colocar um tamanho de percurso que os velejadores de cruzeiro também possam participar. A ideia é que eles participem das das palestras e workshop, além de competirem na água", explicou Rogério Albuquerque.

"Tanto a classe Laser como a classe Dingue têm forte tradição no clube, e na Baía de Guanabara, de modo geral. Vai ser bacana. Esperamos muitos barcos e que o pessoal se divirta".

O evento conta com regatas, workshops, palestras e expositores do setor. Em 2020, a organização do Velashow espera receber mais de 50 representantes de marcas relacionadas ao mundo náutico, como estaleiros, veleria, empresas de charter, embarcações expostas e outros.

 

 

Sobre o Autor

Antonio Alonso Jr é capitão amador e cobre esporte há 15 anos, com passagens pela Folha de S.Paulo e por um UOL ainda em seus primeiros anos de vida. Jornalista e formado também em Esporte teve a excêntrica ideia de se dedicar à cobertura náutica, com enfoque para a Vela. Depois de oito anos na principal revista especializada do país, estreia seu blog em novo endereço no UOL.

Sobre o Blog

A vela é o exemplo claro de que o sucesso de um esporte não se mede em medalhas. Ela foi o esporte que mais medalhas Olímpicas deu ao Brasil. Ainda assim, é um esporte desconhecido, com enorme dificuldade de atrair público e restrito a guetos idílicos. Este blog não está interessado em resolver esse problema, mas em trazer mais para perto esse esporte excêntrico, complicado talvez, mas cheio de matizes empolgantes e que coloca atletas e meio-ambiente numa simbiose singular no mundo esportivo. Bem-vindo a bordo.

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