Sobre as Águas

Arquivo : Team Vestas Wind

Vestas 11th Hour Racing lança campanha na Volvo Ocean Race com mensagem
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Antonio Alonso

Foto: Ainhoa Sanchez/ Volvo Ocean Race

A quarta equipe da Volvo Ocean Race 2017-18 foi revelada nesta terça-feira (21) em eventos simultâneos em Aarhus (Dinamarca) e Newport, Rhode Island (Estados Unidos). Trata-se da Vestas 11th Hour Racing, barco que será liderado pela dupla norte-americana de Charlie Enright e Mark Towill. A equipe com bandeira da Dinamarca e dos Estados Unidos volta para o evento após a campanha na edição anterior.

O objetivo do time será promover a mensagem de sustentabilidade em todo o mundo. A ideia é ampliar a visão global da empresa, que é líder em soluções de energia sustentável. “Estamos trabalhando duro na construção de uma equipe competitiva. Vamos navegar bastante em abril e maio após pegar o barco remodelado em Lisboa”, disse Charles Enright, que em 2014-15 liderou o Team Alvimedica, equipe que correu com as bandeiras turca e norte-americana.

Já a Vestas competiu em 2014-15 com o nome de Team Vestas Wind, mas um acidente na segunda etapa atrapalhou o time. O veleiro encalhou nas Ilhas Maurício e, depois um longo processo de retirada, o barco foi quase todo reconstruído, voltando na penúltima etapa apenas.

Esta é a primeira vez na história da Volvo Ocean Race que três grandes patrocinadores voltam para a edição seguinte. Vestas, Dongfeng e MAPFRE estarão na linha de partida em outubro deste ano. A equipe holandesa Team AkzoNobel foi a primeira a anunciar a campanha. O conceito de barco one-design reduziu a necessidade das equipes se prepararem muto tempo antes. Todos os veleiros são idênticos, prestigiando assim o talento das tripulações.

A Volvo Ocean Race também revelou uma mudança no percurso. Uma boia especial na costa de Aarhus, na Dinamarca, será passagem obrigatória dos barcos na etapa derradeira entre Gotemburgo e Haia.

“As equipes estarão na sua última etapa depois de correr 45.000 milhas e passar pela marca de Aarhus será um grande desafio para a flotilha”, disse Mark Turner, CEO da Volvo Ocean Race. “A Dinamarca tem uma grande história na regata”.

Vinte e cinco velejadores dinamarqueses competiram na Volvo Ocean Race até hoje e duas equipes correram sob a bandeira do país escandinavo: SAS Baia Viking em 1985-86 e Team Vestas Wind em 2014-15.

“Esta será uma grande experiência para todos! Trará uma grande atenção internacional para Aarhus, beneficiando o crescimento e desenvolvimento da cidade”, disse o prefeito de Aarhus, Jacob Bundsgaard.

As equipes partirão de Alicante em 22 de outubro e percorrem 45 mil milhas náuticas passando por Lisboa, Cidade do Cabo, Melbourne, Hong Kong, Ghangzhou, Auckland, Itajaí, Newport, Cardiff e Gotemburgo antes da chegada em Haia.

Sobre a Vestas 11th Racing

“A Volvo Ocean Race é uma plataforma eficiente para a Vestas. Vamos promover a nossa nova visão e as nossas soluções de energia nos principais mercados, além do relacionamento com os clientes”, disse Anders Runevad, presidente e CEO da Vestas.

É também uma plataforma ideal para a 11th Hour Racing, um programa da Fundação Família Schmidt que estabelece parcerias estratégicas dentro da modalidade promovendo a mudança sistêmica para a saúde do nosso ambiente marinho.

Wendy Schmidt, co-fundadora da 11th Hour Racing e presidente da The Schmidt Family Foundation, acrescentou: “Mark e Charlie têm sido embaixadores da 11th Hour Racing nos últimos dois anos, tendo testemunhado em primeira mão durante a última Volvo Ocean Race as muitas formas de poluição e detritos de plástico que estão destruindo a vida do oceano e ameaçando todos nós. Nossa parceria com a Vestas é inspirar mudanças na forma como pensamos sobre a energia e os recursos naturais do planeta”.

Foto: Ainhoa Sanchez/ Volvo Ocean Race


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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Além do título da temporada 2014-15 e recorde de velocidade, Abu Dhabi Ocean Racing faturou o evento paralelo das in-port races – regatas costeiras disputadas nas cidades-sede da Volta ao Mundo Com rei Juan Carlos da Espanha a bordo e brasileiro decisivo, barco MAPFRE dá show de tática nas águas nórdicas

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* Did Not Start | ** Did Not Finish | *** Retired | ****
Disqualified | ***** Given Redress | ****** Provisionalº

A temporada 2014-15 foi perfeita para a equipe do Abu Dhabi Ocean Racing na vela oceânica. Depois de vencer por antecipação a edição atual da Volvo Ocean Race e quebrar o recorde de milhas percorridas em 24 horas, o time dos Emirados Árabes Unidos ganhou também o campeonato paralelo das in-port races, regatas costeiras disputadas em todas as paradas da Volta ao Mundo. Na última prova, disputada neste sábado (27), na sueca Gotemburgo, a equipe do medalhista olímpico Ian Walker não foi bem – terminando em sexto, mas o suficiente para não perder a vantagem de pontos para o Team Brunel, vencedor da prova.

“Estou feliz pelo trabalho bem feito pela nossa equipe nas regatas de curta e longa distância”, relatou Ian Walker com mais um troféu nas mãos. “Não velejamos muito bem desta vez, mas conseguimos a posição necessária para ganhar o campeonato”.

O Abu Dhabi Ocean Racing foi campeão da temporada com uma regata de antecedência. Os árabes foram regulares do começo ao fim, quase sempre presentes entre os três primeiros do pódio. O recorde de singradura – milhas velejadas em um dia – foi quebrado em março durante a quinta etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil. Para ganhar o IWC 24 hour Speed Record Challenge, o barco de Ian Walker percorreu 550 milhas náuticas nos mares do Sul!

Volvo Ocean Race

O vencedor da Inmarsat In-Port Race Gothenburg foi o Team Brunel. Os holandeses completaram a prova em 59min05. O pódio teve ainda Team SCA e MAPFRE. A regata foi disputada com ventos fracos – variando de 3 a 5 nós.

Estratégia para o rei ver

O rei Juan Carlos da Espanha e a princesa Victoria da Suécia prestigiaram suas respectivas equipes locais MAPFRE e Team SCA. O resultado da Inmarsat In-Port Race Gothenburg também definiu o resultado final da Volvo Ocean Race com o MAPFRE em quarto e Team Alvimedica em quinto. As regatas serviram com desempate da classificação geral.

Volvo Ocean Race

O que chamou atenção foi o baile de tática da equipe do campeão olímpico Iker Martínez. Precisando chegar duas posições na frente do Team Alvimedica, os espanhóis foram mercados de perto pelos adversários, num verdadeiro estilo match race. No último trecho da regata, a equipe ibérica segurou o Alvimedica para o Dongfeng Race Team passar e ficar no meio deles.

“Dever cumprido. Conseguimos, apesar do vento faco, colocar um barco entre a gente e o Alvimedica. Uma tarefa difícil. O mais importante é que melhoramos durante o campeonato e mostramos que somos capazes”, explicou o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, MAPFRE. “A presença do rei da Espanha nos motivou”.

A próxima edição da Volvo Ocean Race será realizada nos anos de 2017 e 2018 com os mesmos modelos de barcos atuais, os VO 65. “Fiquei bastante satisfeito com o desempenho dos veleiros, que terminaram a regata inteiros”, revelou o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad.

Gothenburg Inmarsat In-Port Race
1. Team Brunel
2. Team SCA
3. MAPFRE
4. Dongfeng Race Team
5. Team Alvimedica
6. Abu Dhabi Ocean Racing
7. Team Vestas Wind

Classificação geral das In-port Races
1. Abu Dhabi Ocean Racing – 31pts
2. Team Brunel – 32pts
3. Team SCA – 35pts
4. MAPFRE – 37pts
5. Team Alvimedica – 37pts
6. Dongfeng Race Team – 40pts
7. Team Vestas Wind – 73pts

Classificação geral da Volvo Ocean Race 2014-15
1. Abu Dhabi Ocean Racing – 24pts
2. Team Brunel – 29pts
3. Dongfeng Race Team – 33pts
4. MAPFRE – 34pts
5. Team Alvimedica – 34pts
6. Team SCA – 51pts
7. Team Vestas Wind – 60pts‏


Antes do Pan de Toronto, Torben Grael prestigia Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race
O bicampeão olímpico e campeão da Volta ao Mundo como comandante gostou do equilíbrio entre os barcos nesta edição

Torben Grael está em Gotemburgo, na Suécia, para participar do encerramento da Volvo Ocean Race. A regata de Volta ao Mundo termina neste sábado (27) com a realização da Inmarsat In-Port Race Gothenburg e o bicampeão olímpico tem uma série de atividades antes de embarcar para ser treinador da equipe nacional nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. O brasileiro acompanhou de perto a atual edição da Volvo Ocean Race, que teve o Abu Dhabi Ocean Racing como campeão. Para Torben Grael, o equilíbrio nas regatas foi o que mais chamou a atenção.

“Foi excelente o fato de a regata ter sido sempre bastante disputada, com os todos os barcos muito perto uns dos outros. Isso é bom para a Volvo Ocean Race, pois atrai o público para assistir a disputa e novos participantes. Esse foi um grande ponto a favor da mudança (design único). O fato de reduzir os custos também foi importante. Espero que mais barcos entrem na regata”, contou Torben Grael.

E por falar em barco, Torben Grael é o primeiro nome lembrado, pois liderou um Brasil 1 na única campanha nacional na história da Volvo Ocean Race em 2005-06. “Sem dúvida para a regata é importante ter um barco de um outro continente. O Brasil já teve sucesso em 2005-06 e seria interessante ter uma campanha no momento, mas a situação econômica não ajuda”.

Volvo Ocean Race

O Brasil 1 terminou em terceiro lugar a Volvo Ocean Race 2005-06. A campanha contou com a participação de André ‘Bochecha’ Fonseca e Joca Signoniri. Os dois velejadores estiveram envolvidos com a edição atual. Um como integrante de destaque do MAPFRE e outro como treinador do Team SCA.

“O barco campeão foi o mais constante e conseguiu a vitória. Destaco também a participação das meninas do Team SCA, que ganharam uma regata e tiveram um papel super relevante”, concluiu.

Nesta sexta-feira (26), o brasileiro passou para o britânico Ben Ainslie – dono de quatro ouros olímpicos – o Magnus Olsson Prize, uma honraria concedia aos atletas com grandes feitos na modalidade. Torben Grael foi o premiado no ano anterior.


Os números do Abu Dhabi, o campeão da Volvo Ocean Race 2014-15
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race
Vencedor por antecipação desde o fim da oitava perna, o Abu Dhabi Ocean Racing recebeu oficialmente a taça de campeão da Volvo Ocean Race 2014-15 na parada final da regata em Gotemburgo. O medalhista olímpico inglês Ian Walker foi o responsável por levar a tripulação do barco árabe ao inédito título da regata de Volta ao Mundo. A prata ficou com o Team Brunel e o bronze com o Dongfeng Race Team

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Abu Dhabi Ocean Racing! O barco que leva o nome dos Emirados Árabes Unidos para o mundo do esporte entra para o seleto hall de ganhadores da Volvo Ocean Race. A equipe comandada pelo medalhista olímpico Ian Walker ganhou o campeonato após chegar ao pódio em sete das nove etapas. Foram duas vitórias – etapa inicial e na que teve o Brasil como destino final. Durante os nove meses de prova, o barco navegou por 146 dias, 16 horas e 9 minutos. “Eu disse antes de começar a regata que estava confiante no título, mas existem centenas de maneiras de perder um campeonato e apenas uma para vencer. A vitória na Volvo Ocean Race e as minhas duas medalhas olímpicas foram conquistas especiais para minha carreira”, disse o comandante Ian Walker.

Volvo Ocean Race

A tripulação do Abu Dhabi é formada por atletas de oito países: Inglaterra, Irlanda, Austrália, Nova Zelândia, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Espanha e Antilhas Holandesas. Juntos, os velejadores somam 20 participações em Volvo Ocean Races. O velejador Adil Khalid se tornou o primeiro árabe a vencer a regata de Volta ao Mundo. “Esse é o momento mais especial da minha vida. Estou orgulhoso pelo meu país e por meus companheiros”

O espanhol Chuny Bermudez fala português por ser da região da Galícia – fronteira com Portugal. O galego foi peça chave na campanha do Brasil 1 na Volvo Ocean Race 2005-06 ao lado de Torben Grael e cia.”Disputar a Volvo Ocean Race é muito difícil, pois os barcos são iguais! Nesse sentido conseguimos também terminar o evento sem quebras”, contou o espanhol.

Os árabes se prepararam bastante para chegar ao título. Após um quinto lugar na edição 2011-12, a equipe fez 207 dias de treinamento. A média de idade a bordo é de 35 anos.

Ian Walker já viveu outras adversidades fora da regata. Em 1997, o britânico sobreviveu a um acidente de carro que tirou a vida de seu parceiro olímpico John Merricks. Eles tinham vinte e poucos anos na época. Apenas um ano antes , a dupla ganhou a medalha de prata olímpica em Atlanta-1996 na classe 470.

Ele se recuperou da tragédia para ganhar novamente uma prata olímpica, agora em Sydney-2000, na classe Star ao lado de Mark Covell. O bronze naquele evento ficou para os brasileiros Torben Grael e Marcelo Ferreira.

Volvo Ocean Race

O Abu Dhabi pode ganhar outro título no próximo sábado (27), o das regatas in-port. As provas ocorrem em todas as cidades-sede e podem servir como desempate. Os árabes lideram com folga esse campeonato paralelo, mas não podem vacilar.


Barco turco vence última etapa da Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

O Team Alvimedica (Turquia/EUA) conquistou um resultado inédito em Gotemburgo e fez muita festa na parada sueca. Os campeões da edição 2014-15 são os árabes do Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos).

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A última etapa da Volvo Ocean Race teve um vencedor inédito! Nesta segunda-feira (22), o Team Alvimedica (Turquia/EUA) cruzou a linha de chegada na primeira colocação após concluir o percurso entre Lorient – Haia – Gotemburgo em 4 dias e 9 horas. Muita festa para o time mais jovem da competição – média de idade de 32,5 anos. “Claro que estamos muito felizes por essa vitória. Foi um ótimo resultado, pois conseguimos segurar a liderança obtida antes do pit-stop de Haia”, disse o norte-americano Charles Enright, comandante do Team Alvimedica. “Vamos aproveitar o momento e depois pensar na última regata in-port”.

O barco turco terminou a prova de 960 milhas náuticas com vantagem de 23 minutos para Team Brunel (Holanda), segundo colocado. O MAPFRE (Espanha) e o Dongfeng Race Team (China) cruzaram a linha minutos depois. Os últimos a fechar a nona etapa foram Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos), Team Vestas Wind (Dinamarca) e Team SCA (Suécia). A diferença do primeiro ao sétimo não superou duas horas.

Volvo Ocean Race

Todas as equipes, com exceção do Team Vestas Wind (Dinamarca), que perdeu mais da metade das etapas por um incidente no Oceano Índico, ganharam pelo menos uma perna na edição 2014-15 da regata. O resultado mostra que os modelos Volvo Ocean 65 – barcos rigorosamente iguais – deram certo.

A equipe do Alvimedica terá mais um desafio. Disputar um desempate na in-port race do próximo sábado (27) contra o MAPFRE, do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca. Ambos somam 34 pontos perdidos e a regata local de Gotemburgo vai definir quem fica em quarto e em quinto lugares. “Foi uma regata bastante difícil e a parada em Haia praticamente definiu a etapa. O Alvimedica foi melhor, méritos pra eles! Cometemos alguns erros que nos tiraram a vitória”, disse André Fonseca do MAPFRE. “Agora resta a disputa pelo quarto lugar. Vamos fazer a nossa regata sem importar com um match race contra o Alvimedica”.

Volvo Ocean Race

O pódio

O resultado da manhã desta segunda-feira em Gotemburgo também confirmou o pódio final da Volvo Ocean Race 2014-15. O Abu Dhabi Ocean Race (Emirados Árabes Unidos) fica com o ouro, o Team Brunel (Holanda) com a prata e o Dongfeng Race Team com o bronze (China). O britânico Ian Walker, comandante do time árabe, entra para um seleto grupo de medalhistas olímpicos e vencedores da Volta ao Mundo, como o brasileiro Torben Grael. O Abu Dhabi conta também com o espanhol Chunny Bermudez, integrante do Brasil 1 na campanha de 2005-06.

Ainda no píer sueco, a tripulação recebeu o troféu erguido pelo emocionado Ian Walker. A bandeira dos Emirados Árabes Unidos vai tremular na Volvo Ocean Race até a edição 2017-18.

O próximo e último compromisso das equipes é a já citada regata in-port sueca, que fecha a maior competição de vela oceânica no próximo sábado. As provas fazem parte de um campeonato à parte da Volta ao Mundo e são realizadas em todas as cidades-sede e servem como critério de desempate. O Abu Dhabi também é o líder provisório dessa série!

Todos os vencedores das nove etapas

Etapa 1: Alicante (Espanha) até Cidade do Cabo (África do Sul)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing

Etapa 2: Cidade do Cabo (África do Sul) até Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Vencedor: Team Brunel

Etapa 3: Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) até Sanya (China)
Vencedor: Dongfeng Race Team

Etapa 4: Sanya (China) até Auckland (Nova Zelândia)
Vencedor: MAPFRE

Etapa 5: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (Brasil)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing

Etapa 6: Itajaí (Brasil) até Newport (EUA)
Vencedor: Dongfeng Race Team

Etapa 7: Newport (EUA) até Lisboa (Portugal)
Vencedor: Team Brunel

Etapa 8: Lisboa (Portugal) até Lorient (França)
Vencedor: Team SCA

Etapa 9: Lorient (França) – Haia (Holanda) – Gotemburgo (Suécia)
Vencedor: Team Alvimedica


Brasileiro vê pódio final da Volvo Ocean Race distante
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Integrante do barco espanhol MAPFRE, André ‘Bochecha’ Fonseca aposta na falta de vento na chega a Gotemburgo, na Suécia – palco final da Volta ao Mundo – para tentar vencer a etapa e ficar com a medalha de bronze da regata

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A posição atualizada dos barcos pode ser acessada
no dashboard, clique aquiº

A Volvo Ocean Race 2014-15 termina nesta segunda-feira (22) com a chegada dos barcos em Gotemburgo, na Suécia. Cinco equipes ainda disputam dois lugares no pódio. Com o título antecipado do Abu Dhabi Ocean Racing, resta saber quem vai ficar com as medalhas de prata e bronze. A regata final está sendo disputada neste momento no Mar do Norte e o Team Alvimedica (Turquia/EUA) lidera com vantagem confortável a nona perna. São mais de 20 quilômetros de distância para Dongfeng Race Team (China), Team Brunel (Holanda) e MAPFRE (Espanha). Se o resultado terminar assim, os espanhóis do MAPFRE, com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, vão acabar a Volvo Ocean Race em quinto lugar.

“A diferença acabou sendo bastante grande! O Team Alvimedica chegou mais de duas horas na frente dos demais barcos e esse tempo será difícil de bater. Vamos ter de torcer pra que o vento pare em algum momento da regata, e que possa começar tudo de novo. Além disso, tem o Dongfeng um pouquinho mais perto deles. A intenção é terminar em segundo, passando os chineses”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

O resultado atual dá a medalha prata para o Dongfeng Race Team e o bronze para o Team Brunel. Para entrar na zona do pódio, o MAPFRE precisa terminar em primeiro e seus adversários serem ultrapassados pelos retardatários Team Vestas Wind (Dinamarca) e Team SCA (Suécia). Caso ocorra igualdade de pontos, a regata in-port de Gotemburgo, marcada para o próximo sábado (27), servirá como desempate. Se o Team Alvimedicar ganhar será o primeiro triunfo do time de Charles Enright na edição 2014-15. A equipe é a mais jovem da disputa.

A nona etapa largou na semana passada de Lorient, na França. Um parada de 24 horas em Haia, na Holanda, foi realizada pela primeira vez na história da Volvo Ocean Race. Mais de 70 mil pessoas participaram do ‘adeus’ aos barcos para o destino final em Gotemburgo, sede da Volvo.

Acompanhe os quilômetros finais da Volvo Ocean Race no tracker da regata.


Team Alvimedica é o primeiro a chegar em inédito pit-stop
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Barco turco/norte-americano agora terá quase duas horas de vantagem para o segundo colocado na relargada até a sueca Gotemburgo. Dongfeng, MAPFRE e Team Brunel chegaram logo depois e precisam acelerar e muito para pegar o Team Alvimedica.

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A posição atualizada dos barcos pode ser acessada
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O Team Alvimedica surpreendeu os adversários e foi o primeiro a chegar no inédito pit-stop da Volvo Ocean Race. O barco de bandeiras turca e norte-americana completou o percurso de Lorient, na França, até Haia, na Holanda, em 2 dias, 8 horas e 34 minutos e terá quase duas horas de vantagem para o segundo colocado – Dongfeng Race Team – na relargada da nona etapa. Na prática são 26 milhas náuticas de diferença para o adversário. Restam mais
480 milhas náuticas para Gotemburgo.

“O pit-stop é um Cabo Horn sem valer pontos, mas mesmo assim é uma grande realização parar em primeiro”, disse o comandante Charlie Enright, pouco depois de cruzar a linha. “É legal dar uma paradinha e tomar um banho, mesmo que por pouco tempo”.

O Team Alvimedica é o barco com média de idade mais baixa desta edição da Volvo Ocean Race. Eles não venceram nenhuma etapa, mas conseguiram resultados impotantes como dois primeiros em regatas in-ports, incluindo a de abertura. Além disso cruzaram o Cabo Horn antes dos adversários e agora concluem o pit-stop na ponta.

A saída para Gotemburgo, marcada para a manhã do sábado (20), terá o Team Alvimedica largando sozinho, horas depois partem os chineses do Dongfeng, os espanhóis do MAPFRE e os holandeses do Team Brunel. O quinto a chegar – quase quatro horas depois – foi o Abu Dhabi. Os últimos foram Team Vestas Wind e Team SCA.

Para o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, o importante na relargada do sábado é torcer para não ter vento. “Isso pode comprimir a flotilha e dar chance de lutar pela vitória no fim. Temos de tentar, pelo menos, terminar em segundo”.

O pit-stop não vale pontos, mas dá vantagem clara a quem chegou primeiro. Resta saber agora como ficará o campeonato com a chegada em Gotemburgo. O Abu Dhabi Ocean Racing já é o campeão antecipado com 24 pontos perdidos. A tabela indica uma briga do segundo ao quinto com Team Brunel e Dongfeng Race Team com 31 empatados, MAPFRE e Team Alvimedica com 34, também na mesma. Team SCA com 51 e Team Vestas Wind com 60 fecham a tabela.

Volvo Ocean Race

Os barcos devem cruzar a linha de chegada na Suécia na próxima segunda-feira (22). Se houver igualdade em pontos, as regatas in-port serão fator de desempate e a última está marcada para o dia 27.


Forte correnteza atrasa barcos na última etapa da Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

As sete equipes encontram dificuldades para navegar rápido no primeiro dia da nona perna. Chegada no pit-stop de Haia, na Holanda, deve ocorrer até sexta-feira (19)

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A posição atualizada dos barcos pode ser acessada
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“É como se tivesse um monstro debaixo do barco. Ele faz o que quer com o veleiro. A corrente atrapalha os atletas e sacode o barco”. Essas foram as palavras do repórter a bordo do Abu Dhabi Ocean Racing, Matt Knighton. As primeiras 24 horas da nona etapa da Volvo Ocean Race foram lentas. Os times deixaram Lorient, na França, com destino a Gotemburgo, na Suécia. Um pit-stop está programado no meio do caminho em Haia, na Holanda. A última perna do campeonato definirá os medalhistas de prata e bronze, já que o Abu Dhabi Ocean Race foi o vencedor por antecipação.

A tal corrente parecida com um monstro foi registrada pelas equipes na ponta mais ocidental da França. “Parece que a água ferve. Rios de corrente passam junto ás manchas de água parada, como tapetes no mar. A maré mudou e nós estamos apenas tentando passar”, complementou Matt Knighton

Para complicar ainda mais, o vento é bem fraco desde a saída de Lorient. Média de 3 a 4 nós de velocidade. A última parcial da tarde desta quarta-feira (17) indicava Team Alvimedica em primeiro lugar, seguido por MAPFRE e Dongfeng Race Team logo atrás.

As meninas do Team SCA foram as mais ousadas. Elas não rodearam a Ile de Seine por fora como o resto dos barcos e sim atravessaram o estreito canal francês. “O barco começou a se mover em várias direções. Com o vento fraco, a gente ia para várias direções por causa da corrente muito forte”, contou a repórter Anna-Lena Elled. O Team SCA é o quinto nesta etapa provisoriamente.

O vento deve aumentar nas próximas horas e subir de 15 a 22 nós. A previsão é que a flotilha chegue a Haia entre a tarde de quinta-feira (18) e a madrugada de sexta-feira (19). Eles param por 24 horas na Holanda e deixam o porto com destino a Gotemburgo na sequência em que chegaram.


Sinal verde para última etapa da Volvo Ocean Race‏
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Chamada de a ‘Fórmula 1 dos mares’, a regata de Volta ao mundo deu início, nesta terça-feira (16), a seu capítulo final. A prova entre a França e a Suécia terá um pit-stop de 24 horas na Holanda

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MAPFRE given 2-point penalty Leg 5
Dongfeng Race Team, Team SCA & MAPFRE
penalised Leg 7

A principal regata de Volta ao Mundo do planeta será decidida nos próximos dias. Os sete barcos da Volvo Ocean Race deixaram a francesa Lorient com destino a Gotemburgo, na Suécia, para um percurso de 960 milhas náuticas, o que equivale a 1.777 quilômetros. No meio do caminho, as equipes serão obrigadas a parar por 24 horas na cidade de Haia, na Holanda, uma ação inédita nos 42 anos de história do evento. A etapa de número nove definirá o vice-campeão e o terceiro colocado – o vencedor por antecipação é o Abu Dhabi Ocean Racing depois de mais de oito meses de competição.

O barco holandês Team Brunel está atualmente em segundo lugar com 27 pontos perdidos, seguido por Dongfeng Race Team, MAPFRE e Team Alvimedica. Todos têm chance de pódio no final.

“Estamos brigando pelo pódio, acho que esse era o objetivo até o final da regata. Agora é fazer o que temos feito, tentar o máximo, ver se a sorte nos ajuda e no fim olhar como foi o resultado. É dar duro, correr pra ver como fica, não dá pra pensar muito, são quatro barcos disputando duas posições e nós temos que chegar à frente deles, então é fazer o nosso melhor pra ver como termina essa regata”, disse o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, integrante do espanhol MAPFRE.

Por causa da decisão, dificuldade do percurso e até o pit-stop, a etapa nove promete ser uma das mais complicadas do evento. “Sairemos de Haia para Gotemburgo com a mesma diferença de tempo que chegamos até à Holanda. Isso é bastante complicado, principalmente se levar em conta que é uma regata curta. Ou seja, em Haia praticamente se define muita coisa. São muitos canais, muitas pontas para se passar, portanto disputaremos praticamente uma regata in-port de dois dias e meio”, concluiu Bochecha.

O percurso terá 17 zonas de exclusão de tráfego de Lorient para Gotemburgo. Os barcos devem demorar até três dias para chegar em Haia e mais dois para Gotemburgo. O reinício na Holanda está previsto para sábado (20). Eles devem chegar na Suécia até a tarde da próxima segunda-feira (22).


Prata e bronze em jogo na etapa final da Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso


Com o título assegurado do Abu Dhabi Ocean Racing restam duas posições no pódio da Volta ao Mundo. O detalhe é que quatro equipes têm chances

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* Did Not Start | ** Did Not Finish | *** Retired | ****
Disqualified | ***** Given Redress | ****** Provisional
º MAPFRE given 2-point penalty Leg 5
Dongfeng Race Team, Team SCA & MAPFRE
penalised Leg 7

A etapa final da Volvo Ocean Race começa nesta terça-feira (16) com o campeonato ainda em aberto. Quatro barcos lutarão por duas vagas no pódio – o segundo e o terceiro lugares, nas 960 milhas náuticas do percurso entre Lorient, na França, e Gotemburgo, na Suécia. Apenas seis pontos separam o barco holandês Team Brunel que está em segundo do Team Alvimedica, quinto colocado. Dongfeng Race Team é o terceiro e o MAPFRE o quarto. Ver tabela ao lado.

Com oito pontos de vantagem, o Abu Dhabi Ocean Racing é o campeão por antecipação da Volvo Ocean Racing 2014-15. Mesmo se terminar em último lugar a etapa final até Gotemburgo, os árabes não podem ser ultrapassados. Apenas uma violação catastrófica de regras – que resultaria na perda de dois ou mais pontos – poderia tirar a taça dos Emirados Árabes Unidos.

O Team SCA já garantiu o sexto lugar e o Team Vestas Wind o sétimo.

E a nona etapa promete ferver por causa da pontuação equilibrada. Um pit-stop de 24 horas em Haia, na Holanda, será um ingrediente a mais na regata decisiva. “Vamos com tudo para Gotemburgo”, disse Bouwe Bekking, comandante do Team Brunel. “Para nosso time, será muito bom parar em Scheveningen (Haia), mas os pontos só serão computados em Gotemburgo. Nosso objetivo é manter todos focados até o fim”.

Os espanhóis do MAPFRE precisam de um bom resultado para tirar a vantagem e pegar o pódio. O Telefónica Blue, em 2008-09, conseguiu o melhor resultado de um time ibérico na regata. “Queremos ir pra água. É lá que as coisas acontecem e nós sabemos como gerir o barco e velejar”, contou Iker Martínez, comandante do MAPFRE.

Mesmo em quinto, os integrantes do Team Alvimedica querem surpreender. Charlie Enright é o comandante da equipe mais jovem da Volvo Ocean Race. “Um lugar no pódio seria um final perfeito da nossa campanha. Nós melhoramos a cada perna e o resultado seria uma grande conquista. Nós aprendemos muito ao longo do caminho”.

Os sete barcos são esperados em Haia na sexta-feira (19) pela manhã. Eles devem chegar no porto de Gotemburgo na próxima segunda-feira (22).