Sobre as Águas

Arquivo : Rio 2016

Skipper da America’s Cup lidera no Brasil, mas quer mais
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Antonio Alonso

Neozelandês que destronou Dean Barker lidera, mas quer mais

Quando a lenda Dean Barker foi supreendentemente sacada do Team New Zealand como skipper da America’s Cup, o nome do novato Peter Burling explodiu no cenário mundial. Foi ele quem comandou o barco dos neozelandeses na America’s Cup World Series, na etapa de Portsmouth, na Inglaterra, a primeira do ano. Logo depois de desembarcar dos catamarãs usados na preparação para a America’s Cup “de verdade”, Peter voou para o Brasil ao lado do proeiro Blair Tuke. Com cinco pontos de vantagem ao final do penúltimo dia, Peter não estava satisfeito com o resultado. Um dos favoritos para a medalha de ouro ano que vem na Olimpíada do Rio de Janeiro falou com o Blog Sobre as Águas. Veja a entrevista completa no vídeo acima ou leia. Abaixo, tradução livre da entrevista de Mariana Peccicacco com Peter Burning:

Peter, você está liderando a competição. Como está se sentindo velejando aqui no Rio?
É muito bom. Eu já velejei aqui algumas vezes, é um pouco difícil lá fora, com as marés e todas essas diferentes brisas que sopram. Mas estamos indo bem por enquanto.

Há alguns dias você estava competindo na Americas Cup World Series, foi fácil mudar de barco tão rápido?
Eu obviamente estou muito feliz por ter conseguido o timão [do Team New Zealand] na Americas Cup World Series. Parece que estamos velejando bem aqui, obviamente estamos felizes, mas ainda tem trabalho pela frente, só um pouquinho.

E agora vocês já estão conhecendo a raia?
Esta é a quarta vez que velejamos aqui no Brasil. Achamos que sim, mas quando pensamos que estamos conhecendo a área de regata, tudo muda. Apesar da confiança, não existe nada como ser um velejador local aqui.


Segundo dia da Semana de Vela do RJ tem disputa acirrada entre brasileiros
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Antonio Alonso

Classes Nacra 17 e Laser Radial têm disputa particular entre três barcos

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A previsão do tempo indicava que a terça-feira seria de vento fraco no Rio de Janeiro, porém, diferente de segunda, ele apareceu cedo e com boa intensidade, permitindo a realização de boas regatas na 28ª Semana Internacional de Vela, promovida pelo Iate Clube do Rio de Janeiro até o próximo dia 6. As classes Finn, Laser Radial e Standard completaram as duas regatas previstas para o dia antes das 15h, mesmo horário que os Nacra 17 terminaram as três programadas para eles.

Conforme previsto na Instrução de Regatas, existe um rodízio de raias e desta vez os Nacra 17 velejaram mais próximos do Pão de Açúcar. Os argentinos Santiago Lange e Cecilia Carranza fizeram a melhor média do dia, com um segundo e dois primeiros lugares, abrindo dois pontos de vantagem sobre os austríacos Thomas Zajac e Tanja Frank, segundos colocados.

“É um prazer estar aqui. Estamos velejando bem, mas ainda podemos melhorar. Temos que passar muito tempo aqui no Rio, pois a raia é muito difícil e temos que treinar muito mais. Adoro velejar aqui. Quanto mais eu velejo aqui, mais gosto”, disse Santiago, que tem em seu currículo dois bronzes olímpicos na classe Tornado, em Atenas e em Pequim, e já está com o passaporte carimbado para o Rio 2016.

E se os estrangeiros já definiram seus representantes Olímpicos, por aqui a briga está acirrada. A Nacra 17, assim como a Laser Radial e a Standard, a 470 masculina e a 49er, ainda não tem uma equipe definida e muita coisa poderá mudar até dezembro, quando será disputada a Copa Brasil de Vela. Juliana Mota e Leandro Azambuya literam a flotilha verde e amarela, com Samuel Albrecht e Isabel Swan empatados, com 34 pontos cada. Logo em seguida aparece João Bulhões e Gabi Nicolino, com 35.

“A baía de Guanabara fica linda com tantos barcos, tantos estrangeiros. A nossa flotilha não está tão grande, o que nos permite ousar um pouco mais e testar largadas e velocidade, por exemplo. É como um treino de luxo. Uma experiência bem boa”, disse Juliana Mota.

Assim como na Nacra 17, na Laser Radial a briga está acirrada entre as brasileiras. Odile Ginaid é a primeira, com 23 pontos, na 4ª colocação. Tina Boabaid aparece em seguida, com 29 pontos, e Fernanda Decnop vem logo depois, com 30.

“A primeira regata foi muito difícil. A maré estava bastante confusa e não tive o melhor resultado. Na segunda eu consegui velejar melhor, mesmo com o vento mais forte. Estava sem escorar desde antes do Pan, que foi um campeonato de vento fraco, então fiquei feliz de estar mais rápida do que as adversárias. Competir em casa é sempre bom. A gente meio que conhece, mas ainda assim é complicado, pois a maré muda de uma hora para a outra. T”, disse Fernanda, que acabou de conquistar a medalha de bronze no Pan e velejou na raia da Escola Naval.

Na classe Laser Standard, depois do triplo empate desta segunda, o neozelandês Sam Meech assumiu a ponta, com um ponto de vantagem sobre o australiano Tom Burton. O brasileiro melhor colocado é João Oliveira, na quarta colocação.

Na Finn, o neozelandês Josh Junior teve um dia perfeito e venceu as duas provas do dia. Jorginho Zarif segue como o melhor brasileiro, na quarta colocação.

Nesta quarta-feira a competição continua com regatas a partir das 12h. Para conferir os resultados completos, acessewww.sivrio.com.br.

A Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro tem a organização do Iate Clube do Rio de Janeiro e conta com o apoio da CBVela e da Feverj


Estrangeiros dominam o primeiro dia da Semana Internacional de Vela do Rio
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Antonio Alonso

A flotilha de Nacra 17 do Brasil, no registro de Fred Hoffmann

A flotilha de Nacra 17 do Brasil, no registro de Fred Hoffmann

A segunda-feira começou agitada no Iate Clube do Rio de Janeiro. Isto por que as classes Nacra 17, Finn e Laser Radial e Standard disputaram as primeiras regatas da 28ª Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro. O único detalhe é que o principal convidado, o vento, chegou um pouco atrasado! As regatas estavam marcadas para começar às 12h, porém a Comissão de Regatas optou por deixar os velejadores esperando em terra até que o mínimo de vento aparecesse na baía de Guanabara. Quando foi 12h45 a bandeira que sinaliza este retardamento foi arriada e uma hora depois a primeira largada pôde ser dada.

Foram usadas duas das raias que serão usadas nas Olimpíadas. No Pão de Açúcar ficaram os Lasers Standard e Radial e o Finn. Entre os homens da Standard, o dia terminou com um empate triplo entre os três primeiros: o australiano Tom Burton e os neozelandeses Matt Wearn e Sam Meech.

“Estava muito rondado e foi muito difícil. Esta é a minha terceira vez no Brasil, então estou ficando acostumado com estas condições. Gosto muito de velejar aqui, sempre mais quente do que velejar em casa”, disse Meech.

Entre as meninas da Radial, a surpresa veio por conta da catarinense Tina Boabaid, que venceu a primeira regata do dia. “Estava bastante rondado. Acabei largando mal, mas me recuperei até cruzar a linha em terceiro. Dei sorte que a holandesa Marit Bowmeester e a chinesa Zhang Dongshuang largaram escapado, então acabou que a vitória foi minha”, disse Tina. A líder é a brasileira Odile Ginaid.

Na Finn, o líder é o neozelandês Josh Junior. Jorge Zarif, que já foi indicado pela Confederação como o representante brasileiro nos Jogos Olímpicos, aparece na terceira colocação.

E se não foi fácil para os velejadores desta raia, também não foi fácil para a Comissão de Regatas. Os juízes comandados por Cuca Sodré tiveram bastante trabalho para conseguir fazer uma raia perfeita. “O vento deu uma rondada, tivemos que anular a primeira regata da Finn e reposicionar tudo para o novo vento, mas no geral deu tudo certo!”, comentou Cuca.

Na raia da Escola Naval, o vento estava mais constante, o que facilitou para os velejadores da classe Nacra 17. Depois de três regatas, os austríacos Thomas Zajac e Tanja Frank lideram a competição. Samuel Albrech, que fez a sua estreia com Isabel Swan é o melhor brasileiro, na 8ª colocação.

Para esta terça a ideia é de que sejam realizadas mais três regatas para a Nacra e duas para as demais classes. No entanto, a previsão do tempo não está muito boa e indica novamente ventos fracos.

Para conferir os resultados completos, acesse www.sivrio.com.br.

A Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro tem a organização do Iate Clube do Rio de Janeiro e conta com o apoio da CBVela e da Feverj

 


Semana Internacional de Vela do RJ terá grande participação de estrangeiros
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Antonio Alonso

 

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A partir do próximo dia 27, velejadores de mais de dez países estarão reunidos no Iate Clube do Rio de Janeiro para a disputa da 28ª Semana Internacional de Vela. Nomes como os australianos campeões mundiais de 470 Matthew Belcher e Will Rian, e o espanhol Íker Martinez, comandante do Desafio Mapfre na última Volvo Ocean Race, já confirmaram a sua presença e usarão a competição como treino de luxo para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

“Correr em casa é super especial, é o lugar aonde aprendemos a velejar e onde sempre treinamos. Estamos acostumados com o clube, o vento e a temperatura, o que lá fora é sempre um problema. O Rio é único, marés e rajadas que sempre surpreendem. Infelizmente para nós o vento será fraquinho nessa semana.  Vamos para a água tentando manter aqui no Rio o bom ritmo que tínhamos no Mundial”, disse Kyra Penido Mirsky, que veleja com o marido André Mirsky na classe Nacra 17.

Além do casal, também merecem destaque as medalhistas de prata no Pan de Toronto na classe 49er FX Martine Grael e Kahena Kunze, e os medalhistas de ouro Ricardo Bimba Winicki e Patricia Freitas, ambos da classe RS:X. Os quatro já estão classificados para as Olimpíadas do Rio 2016. Fernanda Decnop, bronze na Laser, ainda não foi confirmada nos Jogos, mas também estará na competição.

Programação:

A Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro reunirá as dez classes olímpicas em 11 dias de competições. Os primeiros a irem para a água serão os velejadores de Nacra 17, Finn, Laser Standard e Laser Radial feminino. A premiação será feita no dia 30. No dia 31 é a vez das classes RS:X masculina e feminina, que velejam até o dia 2 de agosto. Entre os dias 3 e 6 será a vez das classes 49er, 49er FX, 470 masculino e feminino. Para estas duas últimas a competição também valerá como Sul-Americano.

Para mais informações, fotos e resultados, acesse o site oficial www.sivrio.com.br

 

A Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro tem a organização do Iate Clube do Rio de Janeiro e conta com o apoio da CBVela e da Feverj.


“Seleção” sai da Copa Brasil com 4 ouros e 5 nomes na Olimpíada
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Antonio Alonso

Resultados do ano garantiram vaga para Martine Grael/Kahena Kunze, Jorge Zarif, Patricia Freitas e Bimba. Brasil levou ouro com Scheidt, Martine/Kahena e Fernanda Oliveira/Ana Barbachan. Marco Grael e Gabriel Borges venceram uma disputa só com brasileiros na 49er

Fred Hoffmann/CBVela

Robert Scheidt, ouro na Laser

Fred Hoffmann/CBVela

Patricia Freitas é prata na RS:X

Fred Hoffmann/CBVela

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, ouro na 470

Fred Hoffmann/CBVela

Os cinco velejadores já confirmados nas Olimpíadas de 2016

 

Terminou neste sábado na praia de São Francisco, em Niterói, a segunda edição da Copa Brasil de Vela. Mais de 160 velejadores, de mais de 20 países estiveram presentes nos sete dias de evento. Com a disputa das medal races (ou regatas da medalha) bem pertinho do público, foram definidos os campeões das dez classes que estarão nos Jogos do Rio 2016.

As primeiras classes a irem para a água foram a 49er e a 49er FX. Como o vento demorou a entrar, as largadas foram dadas com mais de 2h de atraso. Na raia mais próxima da praia, as meninas fizeram a torcida sofrer com o vento rondado e ainda bastante fraco. No final, as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duelz venceram a regata e ficaram com o título da competição. Martine Grael e Kahena Kunze foram segundas na regata e ficaram com a medalha de prata. Entre os homens, o título ficou com Marco Grael e Gabriel Borges, que também venceram a regata da medalha.

As classes seguintes foram a RS:X masculina e Nacra 17, que não teve nenhum representante brasileiro. Entre as pranchas, Ricardo ‘Bimba’ Winicki foi quinto colocado na regata que tem peso dois, e fechou a sua participação na Copa Brasil em quarto. O vencedor foi o inglês Nick Dempsey, prata em Londres 2012.

Na classe Nacra, nenhum representante brasileiro. O título ficou com os franceses campeões mundiais Billy Bresson e Marie Riou.

Assim que as regatas acabaram, o vento baixou novamente e os velejadores tiveram que esperar mais um pouco antes da largada das classes RS:X feminina e Finn. A raia mais próxima da praia permaneceu no mesmo local, porém a outra teve que ser mudada mais para perto do morro do Morcego por conta de uma rondada no vento.

Entre as meninas, Patricia Freitas garantiu a medalha de prata ao terminar em quinto na medal race. A campeã foi a inglesa Bryony Shaw.

Entre os homens, o inglês Giles Scott já tinha garantido o ouro nesta sexta-feira, mas ainda assim quis velejar  neste sábado e venceu também a regata da medalha. “O vento não estava muito bom, mas fiquei feliz de conseguir vencer a medal race. Vencer as duas edições da Copa Brasil e o Evento teste, em agosto, com certeza me deixou mais confiante para as Olimpíadas”, disse o campeão mundial.

Nas duas regatas seguintes, mais uma vez com vento fraco, veio a primeira medalha de ouro do Brasil. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan confirmaram o bom desempenho durante a semana e ganharam também a medal race. “Foi um campeonato bem difícil, com condições diferentes, com raias bem particulares dentro e fora da baía. Conseguimos manter uma boa média durante a semana e acho que isso nos levou a ganhar o campeonato. Foi um presente do papai Noel, para encerrar o ano. Ainda mais por ter sido na raia olímpica, então é um ótimo sinal”, disse Ana.

Entre os homens do 470, os vencedores foram os campeões mundiais Mathew Belcher e Will Ryan. A dupla, que venceu também o Evento Teste, volta confiante para casa. “Foi um dia complicado, voltamos da água quase às 17h, quando deveríamos ter ido para a água às 13h. O vento estava bastante rondado e fomos segundos na medal race, mas fizemos o que tínhamos que fazer para vencer. Treino nunca é demais, apesar de velejarmos bem relaxados aqui, mas a ideia é nos acostumar o máximo possível com a raia do Rio de Janeiro”, disse Belcher.

A última classe a ir para a água foi a Laser. No masculino, Scheidt provou por que é uma lenda viva e, ao cruzar a linha de chegada na terceira colocação, garantiu mais um título na carreira. “Foi uma regata muito complicada, não larguei muito bem e na penúltima perna tive que tomar uma decisão difícil, que acabou dando certo e consegui passar o holandês Rutger Van Schaardenburg, que estava na briga pelo título. Estou aliviado agora. Este ano foi bem duro pra mim, não tive resultados excepcionais e ganhar aqui na raia olímpica é sempre uma afirmação que estou no caminho certo”, disse Scheidt.

Já as meninas foram as que mais sofreram com o vento rondado e fraco. No final, o título ficou com a belga Evi Van Acker.

Martine Grael e Kahena Kunze, Jorge Zarif, Patricia Freitas e Bimba são os primeiros nomes confirmados para o Rio 2016:

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) anunciou neste sábado durante a Copa Brasil de Vela, em Niterói, os primeiros nomes escalados para as Olimpíadas do Rio 2016. São eles: Jorginho Zarif, da classe Finn, Ricardo ‘Bimba’ Winicki, e Patricia Freitas, da RS:X, e Martine Grael e Kahena Kunze, da 49er FX.

“Foi um alivio receber a confirmação. Agora o objetivo é chegar nos Jogos com chance de brigar pela medalha”, disse Martine, que, assim como Kahena, fará sua estreia em Jogos Olímpicos.

Já Bimba disputará as Olimpíadas pela quinta vez. “Estou muito feliz com o ano, estive sempre em segundo no ranking, bem perto do primeiro. A indicação para os Jogos um ano e oito meses antes é um peso a menos nas costas. Assim posso velejar tranquilo e fazer um trabalho melhor”, disse Bimba.

Jorginho, um dos mais novos da Equipe Brasileira de Vela com 22 anos, vai para a segunda Olimpíada. Patrícia, aos 24, vai para a terceira.

“Este foi um ano muito bom para a vela, com o título mundial da Martine e da Kahena e com o bom desempenho da equipe brasileira no Evento Teste e nas duas edições da Copa Brasil de Vela. Isso mostra que estamos no caminho certo para os Jogos”, disse Marco Aurélio Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

Para mais ver os resultados completos, acesse www.copabrasildevela.com.br.

A Copa Brasil de Vela tem organização da CBVela e conta com o patrocínio do Bradesco, Grupo Águas do Brasil e BG Brasil através da Lei de Incentivo ao Esporte, e com o apoio da Secretaria de Esporte e Lazer de Niterói, Slam e da Richards.


Fernanda Decnop se anima com teste no Rio
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Antonio Alonso

Fernanda Decnop tem sido uma surpresa de encher os olhos na Laser brasileira. Ela não só assumiu o cetro nacional que era de Adriana Kostiw como também apresentou uma evolução impressionante quando comparada com as melhores do mundo. Na Copa Brasil deste ano, evento teste para a Rio 2016, a velejadora de Niterói marcou logo um “bullet” no primeiro dia, vencendo a segunda regata da série. Ouça Fernanda contar a experiência com suas próprias palavras.


Campeões mundiais da 470 falam sobre raia olímpica
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Antonio Alonso

O australiano campeão mundial e olímpico de 470 Mathew Belcher está de proeiro novo no Rio de Janeiro testando a raia olímpica e os adversários que ele deve encontrar nas Olimpíadas de 2016. Neste vídeo ele e o tímido parceiro Will Ray falam sobre como foi o primeiro dia na raia, onde enfrentaram condições difíceis, mas se saíram bem. Daqui pra frente, competições como a Copa Brasil de Vela serão cada vez mais concorridas pelos melhores velejadores estrangeiros. Está na hora de conhecer os segredos da raia. E em se tratando da baía de Guanabara, esses segredos às vezes são quase impenetráveis.

Assista o vídeo (em inglês)

Campeão mundial fala sobre Copa Brasil no Rio


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