Sobre as Águas

Arquivo : André ‘Bochecha’ Fonseca

Parada de três edições da Volvo Ocean Race sedia a vela na Rio 2016
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Antonio Alonso

Foto: Buda Mendes / Volvo Ocean Race

Foto: Buda Mendes / Volvo Ocean Race

A partir de 8 de agosto, três dias depois da abertura oficial da Olimpíada, a Marina da Glória sediará as primeiras regatas dos Jogos Rio 2016, com um pano de fundo pra lá de especial. As águas da Baía de Guanabara, Cristo Redentor, Pão de Açúcar e a Ponte Rio-Niterói são cartões-postais do Rio de Janeiro e fazem parte área de regata. Serão 380 atletas na disputa da vela olímpica, divididos em dez classes – cinco masculinas, quatro femininas e uma mista. Outros 80 atletas, de 22 países, competirão na vela paralímpica entre 12 e 17 de setembro. O tradicional local para eventos da modalidade já sediou três paradas brasileiras da Volvo Ocean Race nas edições de 2001-02, 2005-06 e 2008-09.

“As três paradas da Volvo Ocean Race na Marina da Glória marcaram o início de uma nova era na vela oceânica brasileira. O País já possuía uma forte tradição na modalidade, mas em barcos olímpicos e pequenos. Não tinha uma posição sólida na vela oceânica. O local teve de passar por diversas adaptações físicas para receber um evento desta magnitude, como dragagem, compras de guindastes de grande porte, sem contar que serviu de palco para os acabamentos finais no Brasil 1”, disse o medalhista olímpico em Seul 1988 e coordenador da Marina da Glória na Rio 2016, Nelson Falcão.

A história começou em 2002, quando a Marina da Glória, no Rio de Janeiro, recebeu os barcos vindos de Auckland, na Nova Zelândia. O vencedor da perna e também do campeonato foi o barco alemão Illbruck Challenge, comandando pelo medalhista olímpico norte-americano John Paul Kostecki.

Foto: Rick Tomlinson/Volvo Ocean Race

Foto: Rick Tomlinson/Volvo Ocean Race

Em 2006, o local recebeu seu maior público na regata na Marina da Glória, com 70 mil pessoas. A explicação para o sucesso era o barco da casa, o Brasil 1, comandado por Torben Grael, que terminou a etapa de Wellington (Nova Zelândia) até o Rio de Janeiro em quarto lugar, depois de um percurso de 6.700 milhas náuticas. Foi o primeiro e único veleiro nacional na história do evento de volta ao mundo. ”Esse público que nos acompanhou nos barcos e em terra, é algo que eu nunca tinha visto numa regata aqui no Rio de Janeiro”, contou Torben Grael, em entrevista após a chegada do Brasil 1 na Marina da Glória em 2006. Hoje, ele é coordenador técnico da equipe brasileira de vela. Os dois filhos do bicampeão olímpico também estarão na Rio 2016: Martina Grael (49erFx) e Marco Grael (49er).

Nelson Falcão também recordou a parada de 2006 com o Brasil 1 e principalmente sua partida para o porto seguinte. “Batemos recorde de embarcações na Baía de Guanabara, segundo a Capitania dos Portos. Nunca antes houve uma festa de tamanha beleza”.

Em março de 2009, a Marina da Glória foi parada dos barcos vindos da China, mais precisamente de Qingdao (curiosamente também foi palco das regatas olímpicas de Pequim 2008). O vencedor do percurso de 12.000 milhas náuticas foi o sueco Ericsson 3, seguido pelo compatriota Ericsson 4, que tinha o brasileiro Torben Grael como comandante. ”A Marina recebeu depois da mais longa perna da regata. Tive a honra e o prazer de dar a chegada ao vencedor Ericsson 3, comandado pelo Magnus Olsson, que viria a falecer anos depois e fez um verdadeiro carnaval no Rio depois de 40 dias no mar”, disse Murillo Novaes, especialista em vela e locutor oficial da etapa brasileira na época.

Depois de três edições consecutivas, a sede da América do Sul passou do Rio de Janeiro para Itajaí, em Santa Catarina, que recebeu a parada em 2012 e 2015. Itajaí também estará na Volvo Ocean Race 2017-18, a mais longa da história do evento de volta ao mundo, com aproximadamente 45.000 milhas náuticas, cruzando quatro oceanos, cinco continentes visitados e 11 grandes cidades.

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Semana de Vela de Ilhabela: Quarto dia de regatas marcado por vento rondado
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Antonio Alonso

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

A Semana de Vela de Ilhabela exige atenção das tripulações do começo ao fim. Com regatas de longo e médio percurso, além das de barla-sota – vai e volta, o velejador não precisa se adaptar às constantes mudanças de vento e corrente, que fazem os barcos andar. Após as dificuldades da véspera – com cancelamento de provas e quase sem nenhuma rajada, as provas desta quarta-feira (6) ocorreram normalmente na Ponta das Canas, no extremo norte do Canal de São Sebastião. A característica principal do quarto dia do maior evento de vela oceânica foi o vento rondado.

”Para barcos iguais que não têm muito diferencial de velocidade, do primeiro ao último na raia, as provas são muito próximas. Com vento rondado a atenção das tripulações aumenta, pois é possível perder posição numa cambada”, explicou Breno Osthoff, tático do Cloud Nine, da classe J70.

Segundo Cláudio Buckup, gerente de regata da Semana de Vela de Ilhabela e da Rio 2016, as provas com vento rondado são menos justas. ”Quando ronda o vento, entra o fator sorte, fincando muito imprevisível, também”.

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

Carioca lidera na ORC

Campeão da última edição da Semana de Vela na classe ORC, o uruguaio Cristabella foi um dos primeiros a voltar ao Yacht Club de Ilhabela depois do dia de ventos rondados. “Tem sido uma semana difícil com bastante variação de vento. A regata de Alcatrazes teve muito pouco vento, e bem variável. Depois o vento acabou e nesta quarta-feira rondou. O clima para a gente é muito bom em Ilhabela. Estamos felizes por estar aqui”, disse Martin Meerhoff, comandante do Cristabella. O barco é o 4° na classificação, após três regatas. O Carioca (Roberto Martins) está na liderança.

Bochecha 100%

A classe HPE 30 tem um barco com aproveitamento de 100% em quatro regatas: o Phoenix (André ‘Bochecha’Fonseca). ”Treinamos muito e estamos velejando bem. Foi mais um dia bom nesta quarta-feira”. Suzuki IV (José Roberto de Jesus) está em segundo com cinco pontos atrás.

Outras classes

Na classe C30, a organização do evento decidiu cancelar a primeira largada, pois o vento rondou muito para a direita, dando vantagem aos barcos posicionados nesta direção. Com a nova largada, o barco Loyal teve o melhor desempenho do dia. ” Velejamos bem apesar do vento rondado. Na largada ficamos um pouco atrás, mas nos recuperamos no contorno de boia e cruzemos bem na frente”, disse o comandante Marcelo Massa, segundo colocado. O Katana (Cesar Gomes Neto) lidera a categoria.

Na HPE 25, o Ginga (Breno Chvaicer) segue na liderança, vencendo mais uma regata no dia. O Dom (Pedro Lodovici) também conseguiu vencer uma das provas, mas está em quarto no geral. Já na J70, Viking (Haroldo Solberg) e Cloud Nine (Phil Heagler) empatam na ponta.

Mais uma classe de rating da Semana de Vela de Ilhabela, a IRC tem o Rudá (Guilherme Hernandez) na liderança.

Nos Clássicos, o Aries III (Alex Calabria) é o primeiro com duas vitórias e um segundo lugar.

As regatas das classes Bico de Proa e Clássicos fizeram apenas um percurso de barla-sota – ida e volta, mas a comissão alterou para 4,5 milhas cada perna. Já para o restante da flotilha foram duas regatas com 2,5 milhas e quatro pernas.

Entre os RGS, o Sargaço lidera na categoria, RGS A, o PI Clube na RGS B, o Zephyrus na RGS C e o BL3 na RGS Silver.

Os resultados completos estão disponíveis no site oficial do evento:svilhabela.com.br/2016/resultados.

Programação da Semana de Vela

De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela. Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.

Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.

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Atleta de três olimpíadas brilha na abertura da Semana de Vela de Ilhabela
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Antonio Alonso

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

A 43ª Semana de Vela de Ilhabela teve início neste domingo (3) com 135 barcos inscritos e com a realização de três regatas de longo percurso, uma tradição do maior evento de vela oceânica da América Latina. O Canal de São Sebastião amanheceu encoberto pela névoa do mar e sem vento. Mas o sol e uma brisa de 6 nós logo apareceram para marcar a estreia da competição em 2016. Às 10h35, o veleiro Cisne Branco da deu a largada para as provas. Os vencedores da Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil (80 quilômetros) só serão conhecidos na madrugada de segunda (4). Já nas provas de menor distância, os ganhadores foram Phoenix (André Fonseca) na Ilha de Toque-Toque por Boreste (45 quilômetros) e Ginga (Breno Chvaicer) na Renato Frankenthal (35 quilômetros). Os resultados completos ficarão disponíveis no site oficial do evento: svilhabela.com.br/2016/resultados.

André ‘Bochecha’Fonseca, atleta de três olimpíadas e três edições da Volta ao Mundo, levou seu HPE 30 à vitória na Ilha de Toque-Toque por Boreste, que reuniu veleiros das categorias C-30, HPE 30, Mini, Bico de Proa, Clássicos e BRA-RGS C. ”A gente conseguiu pegar vento do início ao fim, que apenas ficou fraco no contorno à ilha. Terminamos em primeiro logo no começo do campeonato e isso é bom”, conta Bochecha, que fez três campanhas olímpicas em Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008.

A Renato Frankenthal foi vencida novamente pelo Ginga, que mantém o troféu transitório da prova. A tripulação de Breno Chvaicer é uma espécie de Real Madrid ou Barcelona da vela, terminando em primeiro lugar os principais campeonatos na classe HPE. ”O segredo para o sucesso é treinamento. Estamos contentes por ficar com a vitória mais uma vez, principalmente pela regata ter sido bastante complicada com ventos fracos e rondados”, diz Breno Chvaicer.

Entre os dois J70 que também fizeram a Renato Frankenthal, o primeiro lugar ficou com o Tô Nessa (Renato Cunha). A categoria que substitui a J24 no mercado náutico terá ao todo cinco veleiros nas regatas programadas para a Semana de Vela de Ilhabela.

Foto: Fred Hoffmann/Fotop

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Alcatrazes

A regata mais longa da competição é Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, que passa a madrugada em atividade. Os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER sofreram com a falta de vento, principalmente após contornar a Ilha da Sapata. Na largada, os veleiros saíram com vento de popa e corrente a favor. Na volta o vento diminuiu muito – quase parando em alguns pontos – e a situação se inverteu com vento contra e corrente também. Esse fenômeno limita a velocidade dos veleiros.

Nesta segunda-feira (4), os barcos das classes HPE30 e C30 aproveitam o dia de descanso da Semana de Vela de Ilhabela e voltam à água para o Grand Prix dos 30 pés. O desafio é uma das atrações paralelas do evento, com regatas programadas até terça-feira, valendo para um campeonato a parte. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulação num evento de nível internacional.

Programação da Semana de Vela

De segunda (4) à sábado (9), mais de 100 regatas estão programadas para o Canal de Ilhabela, começando pelo torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés na segunda-feira (2). Durante o período também será definido os vencedores dos campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC.

Em paralelo com o evento esportivo também haverá diariamente uma programação cultural completa com shows musicais, espetáculos culturais, palestras e gastronomia no centro histórico da ilha. No sábado (9), haverá o tradicional desfile das embarcações com a presença do Navio Veleiro “Cisne Branco”, embarcação utilizada no treinamento de formação nas Forças Armadas, a partir de 10h. No mesmo dia, à noite, será realiza a premiação dos campeões.

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André Fonseca será comandante na Semana de Vela de Ilhabela
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Antonio Alonso

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O velejador André ‘Bochecha’ Fonseca (foto – esquerda) será comandante de um barco na Semana de Ilhabela. Na edição de 2016 do maior evento de vela oceânica da América Latina, que será disputada de 1º a 9 de julho, o catarinense, que habitualmente veleja na função de tático, será o líder do Phoenix, da classe HPE30. O atleta é considerado um dos melhores velejadores do País. Seu currículo com participações em três Olimpíadas, três Volvo Ocean Race e inúmeros títulos da Semana de Vela de Ilhabela fazem com que seja disputado por várias tripulações. ”É uma novidade, mas a minha função original de tático me deu bagagem para chegar até aqui. É uma questão natural. Os táticos são os que organizam tudo a bordo e a minha responsabilidade nas regatas sempre foi muito grande”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

O comandante do Phoenix está contente com a oportunidade de ajudar a desenvolver a classe HPE30 no Brasil, assim como fez com a C30. Os dois barcos farão parte da Semana de Vela de Ilhabela 2016 e a organização projeta realizar um Grand Prix dos 30 pés na segunda (4) e terça-feira (5). ”São duas categorias com desenhos muito bons, a HPE30 tem quatro barcos no Brasil e a C30 nove. Ambos são ótimos de navegar e muito competitivos. O mais legal de tudo isso é o design único, que dá igualdade à disputa” , contou o velejador, que se tornou pai recentemente. O menino Rafael nasceu em maio em Santa Catarina. André ‘Bochecha’ Fonseca também dividirá a função em Ilhabela no Phoenix com a de técnico do Itajaí Sailing Team.

Mais de 30 barcos já confirmaram a participação nas regatas de 2016 em classes de monitipo, como a HPE30, e as de rating, que precisam de uma fórmula para definir o vencedor. Quatro países devem disputar o maior evento de vela oceânica da América Latina: Brasil, Argentina, Chile e Uruguai.

Inscrições

As inscrições para a Semana de Vela de Ilhabela 2016 já começaram. Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. De 1º a 31 de maio, o valor é de R$ 260 por tripulante. Já de 1º a 20 de junho, o custo será de R$ 320. De 21 a 27 de junho passa a ser de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

AS CLASSES

BICO DE PROA – Divisão formada por veleiros de oceano, elegíveis pela Comissão Técnica, que não utilizam nenhuma regra de handicap.

CARABELLI 30 – Classe One Design de veleiros de 30 pés projetados pelo experiente velejador e projetista Horácio Carabelli.

CLÁSSICOS – Subdivisão especial da RGS para barcos certificados pela ABVClass e sem velas produzidas com material exótico.

HPE 25 – Os barcos da classe, de projeto do argentino Javier Soto Acebal, formam uma classe nacional de produção em série.

HPE 30 – Com 30 pés, estes barcos também projeto do argentino Javier Soto Acebal, formam a mais nova classe one-design do país.

IRC – Regra internacional que se destina a um amplo número de barcos, de vários tamanhos e formas, desde cruzeiros até os one-off de regata.

J/70 – Classe one-design internacional de barcos com apenas 22,75 pés mas extremamente velozes e ágeis.

MINI – Classe internacional formada por barcos de 21 pés projetados para encarar todos os desafios, inclusive travessias oceânicas.

ORC – Regra internacional do Offshore Racing Committee destinada a barcos com configurações de competição, de tipos e tamanhos diferentes.

RGS – A Regra Geral Simplificada é uma regra nacional caracterizada pela grande presença de vários barcos com perfil predominante de cruzeiro.

RGS SILVER – Divisão especial da RGS para barcos com no mínimo 28 pés, sem velas exóticas e aprovados pela Comissão Técnica da Semana de Vela.

SOTO 40 – Moderna classe One Design planadores criada pelo projetista argentino Javier Soto Acebal, formada por veleiros de 40 pés.

STAR – No Brasil é a classe de maior expressão olímpica, com a conquista de seis medalhas, além de seis títulos mundiais.

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Foto: Flavio Perez – OnboardSports


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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Além do título da temporada 2014-15 e recorde de velocidade, Abu Dhabi Ocean Racing faturou o evento paralelo das in-port races – regatas costeiras disputadas nas cidades-sede da Volta ao Mundo Com rei Juan Carlos da Espanha a bordo e brasileiro decisivo, barco MAPFRE dá show de tática nas águas nórdicas

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A temporada 2014-15 foi perfeita para a equipe do Abu Dhabi Ocean Racing na vela oceânica. Depois de vencer por antecipação a edição atual da Volvo Ocean Race e quebrar o recorde de milhas percorridas em 24 horas, o time dos Emirados Árabes Unidos ganhou também o campeonato paralelo das in-port races, regatas costeiras disputadas em todas as paradas da Volta ao Mundo. Na última prova, disputada neste sábado (27), na sueca Gotemburgo, a equipe do medalhista olímpico Ian Walker não foi bem – terminando em sexto, mas o suficiente para não perder a vantagem de pontos para o Team Brunel, vencedor da prova.

“Estou feliz pelo trabalho bem feito pela nossa equipe nas regatas de curta e longa distância”, relatou Ian Walker com mais um troféu nas mãos. “Não velejamos muito bem desta vez, mas conseguimos a posição necessária para ganhar o campeonato”.

O Abu Dhabi Ocean Racing foi campeão da temporada com uma regata de antecedência. Os árabes foram regulares do começo ao fim, quase sempre presentes entre os três primeiros do pódio. O recorde de singradura – milhas velejadas em um dia – foi quebrado em março durante a quinta etapa entre a Nova Zelândia e o Brasil. Para ganhar o IWC 24 hour Speed Record Challenge, o barco de Ian Walker percorreu 550 milhas náuticas nos mares do Sul!

Volvo Ocean Race

O vencedor da Inmarsat In-Port Race Gothenburg foi o Team Brunel. Os holandeses completaram a prova em 59min05. O pódio teve ainda Team SCA e MAPFRE. A regata foi disputada com ventos fracos – variando de 3 a 5 nós.

Estratégia para o rei ver

O rei Juan Carlos da Espanha e a princesa Victoria da Suécia prestigiaram suas respectivas equipes locais MAPFRE e Team SCA. O resultado da Inmarsat In-Port Race Gothenburg também definiu o resultado final da Volvo Ocean Race com o MAPFRE em quarto e Team Alvimedica em quinto. As regatas serviram com desempate da classificação geral.

Volvo Ocean Race

O que chamou atenção foi o baile de tática da equipe do campeão olímpico Iker Martínez. Precisando chegar duas posições na frente do Team Alvimedica, os espanhóis foram mercados de perto pelos adversários, num verdadeiro estilo match race. No último trecho da regata, a equipe ibérica segurou o Alvimedica para o Dongfeng Race Team passar e ficar no meio deles.

“Dever cumprido. Conseguimos, apesar do vento faco, colocar um barco entre a gente e o Alvimedica. Uma tarefa difícil. O mais importante é que melhoramos durante o campeonato e mostramos que somos capazes”, explicou o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, MAPFRE. “A presença do rei da Espanha nos motivou”.

A próxima edição da Volvo Ocean Race será realizada nos anos de 2017 e 2018 com os mesmos modelos de barcos atuais, os VO 65. “Fiquei bastante satisfeito com o desempenho dos veleiros, que terminaram a regata inteiros”, revelou o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad.

Gothenburg Inmarsat In-Port Race
1. Team Brunel
2. Team SCA
3. MAPFRE
4. Dongfeng Race Team
5. Team Alvimedica
6. Abu Dhabi Ocean Racing
7. Team Vestas Wind

Classificação geral das In-port Races
1. Abu Dhabi Ocean Racing – 31pts
2. Team Brunel – 32pts
3. Team SCA – 35pts
4. MAPFRE – 37pts
5. Team Alvimedica – 37pts
6. Dongfeng Race Team – 40pts
7. Team Vestas Wind – 73pts

Classificação geral da Volvo Ocean Race 2014-15
1. Abu Dhabi Ocean Racing – 24pts
2. Team Brunel – 29pts
3. Dongfeng Race Team – 33pts
4. MAPFRE – 34pts
5. Team Alvimedica – 34pts
6. Team SCA – 51pts
7. Team Vestas Wind – 60pts‏


Antes do Pan de Toronto, Torben Grael prestigia Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race
O bicampeão olímpico e campeão da Volta ao Mundo como comandante gostou do equilíbrio entre os barcos nesta edição

Torben Grael está em Gotemburgo, na Suécia, para participar do encerramento da Volvo Ocean Race. A regata de Volta ao Mundo termina neste sábado (27) com a realização da Inmarsat In-Port Race Gothenburg e o bicampeão olímpico tem uma série de atividades antes de embarcar para ser treinador da equipe nacional nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. O brasileiro acompanhou de perto a atual edição da Volvo Ocean Race, que teve o Abu Dhabi Ocean Racing como campeão. Para Torben Grael, o equilíbrio nas regatas foi o que mais chamou a atenção.

“Foi excelente o fato de a regata ter sido sempre bastante disputada, com os todos os barcos muito perto uns dos outros. Isso é bom para a Volvo Ocean Race, pois atrai o público para assistir a disputa e novos participantes. Esse foi um grande ponto a favor da mudança (design único). O fato de reduzir os custos também foi importante. Espero que mais barcos entrem na regata”, contou Torben Grael.

E por falar em barco, Torben Grael é o primeiro nome lembrado, pois liderou um Brasil 1 na única campanha nacional na história da Volvo Ocean Race em 2005-06. “Sem dúvida para a regata é importante ter um barco de um outro continente. O Brasil já teve sucesso em 2005-06 e seria interessante ter uma campanha no momento, mas a situação econômica não ajuda”.

Volvo Ocean Race

O Brasil 1 terminou em terceiro lugar a Volvo Ocean Race 2005-06. A campanha contou com a participação de André ‘Bochecha’ Fonseca e Joca Signoniri. Os dois velejadores estiveram envolvidos com a edição atual. Um como integrante de destaque do MAPFRE e outro como treinador do Team SCA.

“O barco campeão foi o mais constante e conseguiu a vitória. Destaco também a participação das meninas do Team SCA, que ganharam uma regata e tiveram um papel super relevante”, concluiu.

Nesta sexta-feira (26), o brasileiro passou para o britânico Ben Ainslie – dono de quatro ouros olímpicos – o Magnus Olsson Prize, uma honraria concedia aos atletas com grandes feitos na modalidade. Torben Grael foi o premiado no ano anterior.


Volvo Ocean Race quer barco brasileiro na próxima edição
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race
Knut Frostad, CEO da Volta ao Mundo, está na torcida por uma nova campanha de uma equipe brasileira na edição 2017-18. A última e única participação de um barco do Brasil na regata foi em 2005-06

“Um barco do Brasil e outro da Itália fariam super diferença para a regata. Seria fantástico! São importantes mercados para a Volvo Ocean Race. Quero ser realista em relação ao número de barcos na próxima edição, mas é preciso ir passo a passo”.

A declaração é de Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race. O representante máximo da regata tem um carinho especial pelo País. Em 2005-06, o norueguês foi integrante do Brasil 1, barco que terminou a competição em terceiro lugar. A equipe foi comandada pelo bicampeão olímpico Torben Grael.

“As equipes atuais querem continuar e outras pretendem entrar. A edição 2014-15 foi bastante equilibrada e mostrou que todos podem ganhar, tornando a regata atrativa para o público”, reforçou Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race.

O relacionamento do Brasil com a Volvo Ocean Race ocorre desde a primeira edição, 41 anos atrás. Rio de Janeiro (RJ), São Sebastião (SP) e Itajaí (SC) foram cidades-sede das oito vezes em que a regata desembarcou no País. A cidade catarinense foi a responsável pelas últimas duas stopovers, como são chamadas as paradas.

Oito atletas brasileiras participaram da regata até hoje. Destaque para Torben Grael, que entrou para a história da modalidade e para o esporte brasileiro sendo o primeiro comandante a vencer a Volvo Ocean Race. Em 2008-09, liderando o sueco Ericsson 4, Grael e seus tripulantes – incluindo o carioca Joca Signorini – venceram praticante de ponta a ponta a Volta ao Mundo. Na edição 2014-15, o atleta olímpico André ‘Bochecha’ Fonseca integrou o barco MAPFRE e Joca Signorini foi treinador do feminino do Team SCA.

Neste sábado (27), os sete barcos da edição atual da Volvo Ocean Race disputam a regata final das in-ports. Em cada cidade-sede há uma prova costeira e os pontos são usados em caso de desempate para o campeonato principal. O Abu Dhabi Ocean Racing foi o campeão geral e também lidera o evento paralelo. A Inmarsat In-Port Race Gothenburg ocorre no período da manhã (Horário de Brasília) e será transmitida ao vivo pelo site www.volvooceanrace.com


Barco turco vence última etapa da Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

O Team Alvimedica (Turquia/EUA) conquistou um resultado inédito em Gotemburgo e fez muita festa na parada sueca. Os campeões da edição 2014-15 são os árabes do Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos).

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A última etapa da Volvo Ocean Race teve um vencedor inédito! Nesta segunda-feira (22), o Team Alvimedica (Turquia/EUA) cruzou a linha de chegada na primeira colocação após concluir o percurso entre Lorient – Haia – Gotemburgo em 4 dias e 9 horas. Muita festa para o time mais jovem da competição – média de idade de 32,5 anos. “Claro que estamos muito felizes por essa vitória. Foi um ótimo resultado, pois conseguimos segurar a liderança obtida antes do pit-stop de Haia”, disse o norte-americano Charles Enright, comandante do Team Alvimedica. “Vamos aproveitar o momento e depois pensar na última regata in-port”.

O barco turco terminou a prova de 960 milhas náuticas com vantagem de 23 minutos para Team Brunel (Holanda), segundo colocado. O MAPFRE (Espanha) e o Dongfeng Race Team (China) cruzaram a linha minutos depois. Os últimos a fechar a nona etapa foram Abu Dhabi Ocean Racing (Emirados Árabes Unidos), Team Vestas Wind (Dinamarca) e Team SCA (Suécia). A diferença do primeiro ao sétimo não superou duas horas.

Volvo Ocean Race

Todas as equipes, com exceção do Team Vestas Wind (Dinamarca), que perdeu mais da metade das etapas por um incidente no Oceano Índico, ganharam pelo menos uma perna na edição 2014-15 da regata. O resultado mostra que os modelos Volvo Ocean 65 – barcos rigorosamente iguais – deram certo.

A equipe do Alvimedica terá mais um desafio. Disputar um desempate na in-port race do próximo sábado (27) contra o MAPFRE, do brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca. Ambos somam 34 pontos perdidos e a regata local de Gotemburgo vai definir quem fica em quarto e em quinto lugares. “Foi uma regata bastante difícil e a parada em Haia praticamente definiu a etapa. O Alvimedica foi melhor, méritos pra eles! Cometemos alguns erros que nos tiraram a vitória”, disse André Fonseca do MAPFRE. “Agora resta a disputa pelo quarto lugar. Vamos fazer a nossa regata sem importar com um match race contra o Alvimedica”.

Volvo Ocean Race

O pódio

O resultado da manhã desta segunda-feira em Gotemburgo também confirmou o pódio final da Volvo Ocean Race 2014-15. O Abu Dhabi Ocean Race (Emirados Árabes Unidos) fica com o ouro, o Team Brunel (Holanda) com a prata e o Dongfeng Race Team com o bronze (China). O britânico Ian Walker, comandante do time árabe, entra para um seleto grupo de medalhistas olímpicos e vencedores da Volta ao Mundo, como o brasileiro Torben Grael. O Abu Dhabi conta também com o espanhol Chunny Bermudez, integrante do Brasil 1 na campanha de 2005-06.

Ainda no píer sueco, a tripulação recebeu o troféu erguido pelo emocionado Ian Walker. A bandeira dos Emirados Árabes Unidos vai tremular na Volvo Ocean Race até a edição 2017-18.

O próximo e último compromisso das equipes é a já citada regata in-port sueca, que fecha a maior competição de vela oceânica no próximo sábado. As provas fazem parte de um campeonato à parte da Volta ao Mundo e são realizadas em todas as cidades-sede e servem como critério de desempate. O Abu Dhabi também é o líder provisório dessa série!

Todos os vencedores das nove etapas

Etapa 1: Alicante (Espanha) até Cidade do Cabo (África do Sul)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing

Etapa 2: Cidade do Cabo (África do Sul) até Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
Vencedor: Team Brunel

Etapa 3: Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) até Sanya (China)
Vencedor: Dongfeng Race Team

Etapa 4: Sanya (China) até Auckland (Nova Zelândia)
Vencedor: MAPFRE

Etapa 5: Auckland (Nova Zelândia) até Itajaí (Brasil)
Vencedor: Abu Dhabi Ocean Racing

Etapa 6: Itajaí (Brasil) até Newport (EUA)
Vencedor: Dongfeng Race Team

Etapa 7: Newport (EUA) até Lisboa (Portugal)
Vencedor: Team Brunel

Etapa 8: Lisboa (Portugal) até Lorient (França)
Vencedor: Team SCA

Etapa 9: Lorient (França) – Haia (Holanda) – Gotemburgo (Suécia)
Vencedor: Team Alvimedica


Brasileiro vê pódio final da Volvo Ocean Race distante
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Integrante do barco espanhol MAPFRE, André ‘Bochecha’ Fonseca aposta na falta de vento na chega a Gotemburgo, na Suécia – palco final da Volta ao Mundo – para tentar vencer a etapa e ficar com a medalha de bronze da regata

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A Volvo Ocean Race 2014-15 termina nesta segunda-feira (22) com a chegada dos barcos em Gotemburgo, na Suécia. Cinco equipes ainda disputam dois lugares no pódio. Com o título antecipado do Abu Dhabi Ocean Racing, resta saber quem vai ficar com as medalhas de prata e bronze. A regata final está sendo disputada neste momento no Mar do Norte e o Team Alvimedica (Turquia/EUA) lidera com vantagem confortável a nona perna. São mais de 20 quilômetros de distância para Dongfeng Race Team (China), Team Brunel (Holanda) e MAPFRE (Espanha). Se o resultado terminar assim, os espanhóis do MAPFRE, com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, vão acabar a Volvo Ocean Race em quinto lugar.

“A diferença acabou sendo bastante grande! O Team Alvimedica chegou mais de duas horas na frente dos demais barcos e esse tempo será difícil de bater. Vamos ter de torcer pra que o vento pare em algum momento da regata, e que possa começar tudo de novo. Além disso, tem o Dongfeng um pouquinho mais perto deles. A intenção é terminar em segundo, passando os chineses”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca.

O resultado atual dá a medalha prata para o Dongfeng Race Team e o bronze para o Team Brunel. Para entrar na zona do pódio, o MAPFRE precisa terminar em primeiro e seus adversários serem ultrapassados pelos retardatários Team Vestas Wind (Dinamarca) e Team SCA (Suécia). Caso ocorra igualdade de pontos, a regata in-port de Gotemburgo, marcada para o próximo sábado (27), servirá como desempate. Se o Team Alvimedicar ganhar será o primeiro triunfo do time de Charles Enright na edição 2014-15. A equipe é a mais jovem da disputa.

A nona etapa largou na semana passada de Lorient, na França. Um parada de 24 horas em Haia, na Holanda, foi realizada pela primeira vez na história da Volvo Ocean Race. Mais de 70 mil pessoas participaram do ‘adeus’ aos barcos para o destino final em Gotemburgo, sede da Volvo.

Acompanhe os quilômetros finais da Volvo Ocean Race no tracker da regata.


Team Alvimedica é o primeiro a chegar em inédito pit-stop
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Barco turco/norte-americano agora terá quase duas horas de vantagem para o segundo colocado na relargada até a sueca Gotemburgo. Dongfeng, MAPFRE e Team Brunel chegaram logo depois e precisam acelerar e muito para pegar o Team Alvimedica.

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O Team Alvimedica surpreendeu os adversários e foi o primeiro a chegar no inédito pit-stop da Volvo Ocean Race. O barco de bandeiras turca e norte-americana completou o percurso de Lorient, na França, até Haia, na Holanda, em 2 dias, 8 horas e 34 minutos e terá quase duas horas de vantagem para o segundo colocado – Dongfeng Race Team – na relargada da nona etapa. Na prática são 26 milhas náuticas de diferença para o adversário. Restam mais
480 milhas náuticas para Gotemburgo.

“O pit-stop é um Cabo Horn sem valer pontos, mas mesmo assim é uma grande realização parar em primeiro”, disse o comandante Charlie Enright, pouco depois de cruzar a linha. “É legal dar uma paradinha e tomar um banho, mesmo que por pouco tempo”.

O Team Alvimedica é o barco com média de idade mais baixa desta edição da Volvo Ocean Race. Eles não venceram nenhuma etapa, mas conseguiram resultados impotantes como dois primeiros em regatas in-ports, incluindo a de abertura. Além disso cruzaram o Cabo Horn antes dos adversários e agora concluem o pit-stop na ponta.

A saída para Gotemburgo, marcada para a manhã do sábado (20), terá o Team Alvimedica largando sozinho, horas depois partem os chineses do Dongfeng, os espanhóis do MAPFRE e os holandeses do Team Brunel. O quinto a chegar – quase quatro horas depois – foi o Abu Dhabi. Os últimos foram Team Vestas Wind e Team SCA.

Para o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, o importante na relargada do sábado é torcer para não ter vento. “Isso pode comprimir a flotilha e dar chance de lutar pela vitória no fim. Temos de tentar, pelo menos, terminar em segundo”.

O pit-stop não vale pontos, mas dá vantagem clara a quem chegou primeiro. Resta saber agora como ficará o campeonato com a chegada em Gotemburgo. O Abu Dhabi Ocean Racing já é o campeão antecipado com 24 pontos perdidos. A tabela indica uma briga do segundo ao quinto com Team Brunel e Dongfeng Race Team com 31 empatados, MAPFRE e Team Alvimedica com 34, também na mesma. Team SCA com 51 e Team Vestas Wind com 60 fecham a tabela.

Volvo Ocean Race

Os barcos devem cruzar a linha de chegada na Suécia na próxima segunda-feira (22). Se houver igualdade em pontos, as regatas in-port serão fator de desempate e a última está marcada para o dia 27.