Sobre as Águas

Arquivo : Abu Dhabi

O que Cafu e Ellen Jabour têm a ver com o sucesso da Volvo
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Antonio Alonso

Miss Santa Catarina, Laura Lopez, faz selfie no mastro do barco chinês

Miss Santa Catarina, Laura Lopez, faz selfie no mastro do barco chinês

Duas horas antes do início da Regata costeira aqui em Itajaí o capitão do veleiro líder da Volvo Ocean Race, Ian Walker, participava de um concurso de embaixadinhas com Cafu, ex-jogador da seleção brasileira. A modelo e apresentadora Ellen Jabour passeia por Itajaí e Balneário Camboriú. O ex-zagueiro da seleção Márcio Santos, que mora em Itajaí, vai pular do barco chinês após a largada rumo aos Estados Unidos. A cineasta Isabella Souza Nicolas lançou seu livro “Mar me que” e apresentou o documentário “Mar sem fim” em três cidades da região (o livro está à venda na Vila da Regata). O Team Brunel, patrocinado por uma empresa que nem existe no Brasil, está como louco atrás de pautas que possam interessar aos jornalistas.

Existe uma razão para este blog estar hiperativo nos últimos dias, e não é só a Vela. A Volvo Ocean Race aprendeu muito bem como alimentar o sedento mercado da mídia (e nem de longe a mídia de Vela é a mais importante por aqui).

Garoto tira selfie com Cafu em Itajaí

Garoto tira selfie com Cafu em Itajaí

Por mais puristas que sejamos (e confesso que eu sou um pouco), parece que a Ellen Jabour é importante nesta parada.

Em tempo: O Team Mapfre, do Bochecha, que estava fazendo reparos no barco, foi para a água e vai correr a inport caso esteja tudo bem com o barco.


Chineses fazem história e vencem pela primeira vez na Volvo Ocean Race
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

O Dongfeng Race Team fez a alegria dos fãs chineses ao vencer a terceira etapa da Volvo Ocean Race nesta segunda-feira (26). O barco asiático cruzou a linha de chegada no fim da noite (Horário de Brasília) e foi recebido pelos seus torcedores, que lotaram a Vila da Regata em Sanya. O barco chinês, comandado pelo francês Charles Caudrelier, também fez história ao ser o único do país a vencer uma perna da Volta ao Mundo. O resultado também coloca o time na liderança do campeonato com apenas 5 pontos perdidos. “Foi a etapa mais estressante que já participei em toda minha vida, mas o resultado foi fantástico”, disse Charles Caudrelier. “A passagem pelo Estreito de Malaca foi o ponto mais difícil da perna”.

A equipe completou a regata de 4.642 milhas náuticas em 23 dias, 13 horas, 31 minutos e 38 segundos. O barco Dongfeng também ficou na liderança por 22 dias, ou seja, quase que a etapa entre Abu Dhabi e Sanya completa.

A façanha histórica mostra a evolução na vela chinesa. O Dongfeng Race Team é o terceiro barco do país na regata, após as campanhas do Green Dragon e Team Sanya, em 2008-09 e 2011-12, respectivamente. Além de ter um veleiro, os chineses contam com seis tripulantes do país a bordo. “É um projeto a longo prazo”, concluiu Charles Caudrelier, que não deixou de elogiar o desempenho de seus colegas de equipe.

Os próximos barcos a cruzar a linha de chagada em Sanya, já na terça-feira (27), serão Abu Dhabi, Team Alvimedica, MAPFRE e Team Brunel.


VOR: Brasileiros relatam dificuldades para atravessar o Estreito de Malaca‏
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

A passagem dos barcos da Volvo Ocean Race pelo Estreito de Malaca tira o sono dos velejadores. O local, que fica entre a ilha de Sumatra e a Malásia, é considerado o maior pesadelo da terceira etapa da Volta ao Mundo. Apesar de conhecer os perigos do local, os atletas precisam ficar em alerta o tempo tempo, já que a poluição na água e os riscos de colisão com outras embarcações são enormes. “São vários barcos de pesca e muito lixo na água”, alertou a meio holandesa e meio brasileira Carolijn Brouwer, integrante do Team SCA, equipe 100% feminina na regata. “Temos que ficar em alerta para não acumular lixo na quilha e no leme. Isso reduz a velocidade do barco”.

Carolijn Brouwer continuou: “O vento está muito fraco, o que é normal nessa área de Malaca. Quando passamos por zonas instáveis, nós somos obrigadas a fazer mais manobras para colocar o barco andando”.

O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, que integra o espanhol MAPFRE, também falou das dificuldade do Estreito de Malaca. “É um lugar bastante perigoso por causa da quantidade de barcos e navios por aqui. Hoje com sistema eletrônico, GPS e as informações de radar é possível evitar problemas. O maior perigo de passar por Malaca é velejar com muito vento e onda”, disse o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca. “A gente pegou pouco vento e o barco tem se movido pouco. Dá para controlar o cruzamento com os navios. Até agora tudo bem”.

O MAPFRE de Bochecha teve de ancorar durante a manhã para evitar andar para trás. “A terceira perna da regata está emocionante, com os barcos adversários por perto. A todo momento trocamos velas e fazemos manobras. Tem sido muito difícil, pois o vento é imprevisível, principalmente à noite, deixando a gente bastante cansado”, destacou André ‘Bochecha’ Fonseca.

Na atualização da tarde desta quarta-feira (21), o chinês Dongfeng segue tranquilo em primeiro lugar, já embicando para fora da Malásia. Na sequência aparacem pela ordem: Abu Dhabi, Team Alvimedica, Team Brunel, MAPFRE e Team SCA. A terceira etapa, entre os Emirados Árabes Unidos e a China, deve terminar na próxima semana. A passagem pelo local aumentou em alguns dias a estimativa de chegada. Por isso, as tripulações já começam a fazer o racionamento de comida a bordo.


No Estreito de Malaca, chineses seguem na ponta, mas nada está garantido
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Os barcos da Volvo Ocean Race atravessam, nesta segunda-feira (19), o Estreito de Malaca, um pequeno canal com tráfego marítimo e ventos indecifráveis entre a ilha de Sumatra e a Malásia. A passagem pelo local é um dos pontos mais significativos da regata de Volta ao Mundo, que está em sua terceira etapa – perna entre Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Sanya, na China. Faltam menos de 3 mil quilômetros para o líder Dongfeng Race Team cruzar a linha de chegada. Mesmo com vantagem superior a 100 quilômetros para o espanhol MAPFRE e também para o bloco intermediário, os chineses não podem comemorar vitória antes do tempo.

“Obviamente estamos felizes com o desempenho. Mesmo assim, a regata é tensa e não podemos relaxar. Sonhamos em chegar em primeiro em casa, mas temos preocupações de sobra, principalmente a passagem pelo Estreito de Malaca”, disse Charles Caudrelier, comandante do Dongfeng.

O Estreito de Malaca realmente tira o sono da flotilha, que já está com velocidade mais lenta do que os dias anteriores. Além de desviar de muitas embarcações de pesca no canal, os barcos pegam poluição na água e o regime de ventos é mutável. Escolher o bordo errado pode custar a etapa. Dobrando Malaca, as equipes começam a subir rumo a Sanya. “Sem dúvida nenhuma, a etapa três será decidida no Estreito de Malaca”, projetou Charles Caudrelier.

São 13 dias seguidos de domínio do Dongfeng. Desde a largada, os chineses se revezam na liderança. Se der certo, o barco será o primeiro de seu país na história da Volvo Ocean Race a vencer uma etapa e ainda por cima assumir a liderança isolada da competição.

Em segundo lugar, após a última atualização, está o MAPFRE, seguido por Abu Dhabi, Team Alvimedica, Team Brunel e Team SCA.


VOR: Barco com brasileiro assume 2ª posição e começa a caça aos chineses
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

O MAPFRE, barco espanhol com o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca entre os tripulantes, já aparece em segundo lugar na etapa entre os Emirados Árabes Unidos e a China. O avanço dos ibéricos ainda não é suficiente para ter contato visual com o líder Dongfeng, longe disso, mas coloca ainda mais emoção na Volvo Ocean Race, principalmente pelas condições de pouco vento apresentadas. A terceira perna tem ao todo 4.670 milhas náuticas – 8.640 quilômetros – e os barcos acabaram de passar pela metade do percurso até Sanya.

As equipes encontram muitas dificuldades para navegar por causa da falta de vento no sul da Índia. “A noite passada foi praticamente sem vento. Nós tentamos aproveitar todas as rajadas para andar mais. Não tiramos o olho do céu para ver se havia uma nuvem indicando o caminho”, disse o espanhol Carlos Hernández, do MAPFRE.

Na última atualização da tarde desta quinta-feira (15), o Dongfeng permanecia na ponta com quase 100 quilômetros de vantagem para o pelotão formado por MAPFRE, Abu Dhabi, Team Brunel e Team Alvimedica. As mulheres do Team SCA estão mais distantes.

No próximo fim de semana, a flotilha vai se deparar com o Estreito de Malaca, um dos pontos chave da terceira etapa da Volvo Ocean Race. Tráfego marítimo, sujeira na água e ventos inconstantes marcam essa região do mundo, que fica entre Sumatra e a Malásia. Os barcos devem chegar em Sanya entre 25 e 28 de janeiro.


Todos tentando pegar os chineses na Volvo Ocean Race, mas eles escapam‏
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

 

Todos tentam, mas a liderança do Dongfeng segue intacta na terceira etapa da Volvo Ocean Race. O barco chinês continua na frente após várias investidas dos adversários na semana e já abriu vantagem superior a 50 quilômetros para o pelotão de trás, de acordo com a última atualização da tarde desta terça-feira (13). Team Brunel, Abu Dhabi, MAPFRE e Team Alvimedica se alternam nesse bloco, deixando as meninas do Team SCA em último. O objetivo da equipe da China é chegar em casa em primeiro lugar. Pelo desempenho dos comandados de Charles Caudrelier – um francês que dita as regras no barco chinês – a vitória pode ocorrer.

Mesmo assim, os tripulantes do Dongfeng esperam mais dificuldades após passar por Sri Lanka e a costa oeste da Índia. “Estamos focados, mas cansados da constante batalha de nervos. Precisamos lutar por mais 15 dias para obter a vitória em casa”, disse Charles Caudrelier.

O comandante do Dongfeng explicou a estratégia para escapar dos buracos de vento. “As sombras de vento da Índia e do Sri Lanka estão atrás de nós. O vento é como um um rio, não gosta de obstáculos. Ele tenta outros caminhos para seguir sua direção, deixando um buraco de vento por trás das serras ou montanhas e rajadas nas laterais. Por isso evitamos essa armadilha”.

Agora, Dongfeng e os seus adversários têm um desafio pela frente: passar pelo Estreito de Malaca, uma das zonas de trânsito marítimo mais congestionadas do mundo, que fica entre a Sumatra e a Malásia. Em cinco dias, a flotilha estará lá. “Mais uma vez vamos pegar pouco vento e ter uma navegação bem complicada, com transição entre ventos de norte e leste”, finalizou Charles Caudrelier.

Os barcos devem chegar em Sanya, na China, entre 23 e 25 de janeiro para concluir a terceira etapa da Volvo Ocean Race. No fim do mês, o veleiro Team Vestas Wind, que encalhou na perna anterior, será transportado para Gênova, na Itália, para reparos. A meta é que o time dinamarquês volte à regata nas duas etapas finais, a partir da stopover de Lisboa, Portugal, em junho.


Velejadores da Volvo Ocean Race lamentam atentados na França
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

Os atentados na França desta semana deixaram o mundo perplexo. Os velejadores que disputam a Volvo Ocean Race ficaram sabendo do ocorrido e manifestaram solidariedade às famílias das vítimas. Os seis barcos que disputam a regata participam da terceira etapa da Volta ao Mundo, no percurso entre Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Sanya, na China.

O comandante do Dongfeng, o francês Charles Caudrelier, se mostrou chocado com os ataques terroristas em seu país. O velejador enviou uma mensagem direto do Mar Árabe.

“Meu nome é Charles, às vezes eu sou chamado Charlot, mas hoje eu sou Charlie. Pela segunda vez tenho que acompanhar do mar as notícias de um ataque terrorista. A primeira vez foi no 11 de setembro de 2001.

A bordo de um barco de regata não temos muitas notícias do mundo, não temos acesso à Internet, TV ou rádio. Estamos longe do que se passa. Sobre os atos insanos que ocorreram em Paris durante a semana, eu realmente não sei o que pensar. Desde o início dos tempos, temos relatos de gente matando em nome de Deus ou de uma religião.

Se Deus existe, deve estar orgulhoso por ter criado a maravilha de planeta que vivemos, mas também envergonhado de nós seres humanos, incapazes de viver juntos num mesmo lugar”.

Os barcos da Volvo Ocean Race são equipados com a melhor tecnologia via-satélite para que o mundo acompanhe de perto a ação das equipes. No entanto, a comunicação dos atletas com a terra é restrita para evitar que um time tenha vantagem e informações privilegiadas.

O Dongfeng, de Charles Caudrelier, lidera provisoriamente a perna três, seguido por Team Brunel, Abu Dhabi, Team Alvimedica, MAPFRE e Team SCA.


Próxima parada: China. Barcos da Volvo Ocean Race largam para 3a. etapa
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race

A terceira etapa da Volvo Ocean Race começou neste sábado (3). Os seis barcos partiram de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para a Sanya, uma ilha chinesa. A perna terá 4.642 milhas náuticas – 8.596 quilômetros – e passará por zonas de difícil navegação, como o Estreito de Malaca. A organização da Volta ao Mundo também definiu áreas de exclusão no percurso. Os fãs da modalidade podem acompanhar o desempenho das equipes pelo tracker oficial da regata.

A etapa promete ser bastante disputada do começo ao fim, assim como as duas anteriores. Prova disso é o campeonato com três equipes liderando com o mesmo número de pontos: Team Brunel, Abu Dhabi e Sanya. O time espanhol MAPFRE, que tem o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, está em quinto e quer se recuperar ainda mais nessa etapa.

“Vamos passar por Índia e Cingapura, por exemplo, até chegar a Sanya. Será uma regata literalmente costeira. Você precisa se aproximar da costa para evitar correntezas e isso dá muito trabalho a bordo, pois temos de manobrar muito o barco. Cansa bastante”, disse André ‘Bochecha’ Fonseca. “A união do MAPFRE é cada vez maior. A nossa expectativa é ficar entre os três primeiros e subir na tabela”.

A holandesa Carolijn Brouwer está confiante no desempenho do Team SCA depois da vitória das meninas na In-Port Race de Abu Dhabi. Em português, a atleta olímpica, que morou mais de 10 anos do Brasil, escreveu que a etapa será totalmente diferente das demais.

“A primeira metade da perna será de ventos mais fracos, porém com obstáculos. O Estreito de Malaca tem de tudo: barcos de pesca, navios e muito mais. São situações que saem do nosso controle. Esperamos ter um pouco de sorte para passar por esse trecho. Temos uma equipe forte e preparada para esse desafio”, contou Carolijn Brouwer.

Milhas iniciais

O Abu Dhabi Ocean Race, um dos líderes da Volvo Ocean Race, aproveitou o ‘fator casa’ e pulou na frente nas primeiras milhas. Com pouco vento e com muita névoa, as equipes lutavam para enxergar um palmo a frente. As condições desafiadoras logo no início são pequenas perto das que estão por vir.

Serão ao todo oito zonas de exclusão, começando pelo território iraniano, os campos petrolíferos de Saleh, Dragon, e Phuong Dong, e as proibições na costa leste africana.

A previsão indica que os barcos devem demorar mais de três semanas para completar o percurso, que será predominantemente de ventos fracos. A parte mais complicada será o Estreito de Malaca, que separa a ilha de Sumatra (Indonésia) e a Malásia. Uma das maiores rotas marítimas do mundo se concentra em um espaço de 1.5 milhas.


Tênis e Volvo Ocean Race: Rafa Nadal visita time espanhol
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Antonio Alonso

Volvo Ocean Race
O tenista Rafael Nadal está nos Emirados Árabes Unidos jogando o primeiro campeonato de 2015. O espanhol aproveitou sua passagem por Abu Dhabi para desejar boa sorte ao MAPFRE, equipe que disputa a Volvo Ocean Race e é do mesmo país dele. Nadal conheceu o barco e foi apresentado aos velejadores, inclusive para o brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca.

 

Veja o vídeo da visita –> http://youtu.be/-cUGCWcufG4
Neste sábado, os barcos partem para a terceira etapa da Volta ao Mundo. O destino é Sanya, na China.

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