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Sobre as Águas

Sobre as Águas

Curiosidades da Volvo Ocean Race

Antonio Alonso

13/10/2017 06h24

Enquanto a regata não começa, aqui listamos alguns fatos da Volvo Ocean Race

 

Dois membros da tripulação atuarão como médicos de bordo, treinados para limpar as vias aéreas, aplicar molduras e moldes de gesso, realizar a sutura da pele, inserir fluídos intravenosos e  odontologia.

Cerca de 1.000 pessoas trabalham na regata, incluindo organização, equipes, cidades anfitriãs e partes interessadas.

A tripulação segue ciclos de três ou quatro horas, conhecidos como sistemas de turnos – dependendo do número de tripulantes a bordo. Mas isso não significa que a equipe não será interrompida quando estiver fora do serviço – qualquer mudança ou manobra de vela importante pode exigir toda a tripulação no convés.

Os velejadores queimam de 5.000 a 6.000 calorias por dia. Mesmo assim, os atletas relataram perder até 11kg em apenas uma perna da regata. A dieta consiste principalmente em refeições liofilizadas, altamente caloricas, mais lanches regulares e aumento de vitaminas.

A máquina que fabrica água a bordo pode produzir 50 litros de água potável por dia – se quebrar, pode ser um problema sério se a equipe não puder repará-lo. Somente a chuva dá o luxo de tomar um banho.

A altura máxima de onda registrada na regata foi na edição 2011-12 com 16,3 metros, registrada pelo CAMPER durante a primeira etapa para a Cidade do Cabo.

A velocidade máxima do vento registrada na #volvooceanrace foi de 70 nós (força do furacão) no Oceano Austral em 2011-12.

Sobre o Autor

Antonio Alonso Jr é capitão amador e cobre esporte há 15 anos, com passagens pela Folha de S.Paulo e por um UOL ainda em seus primeiros anos de vida. Jornalista e formado também em Esporte teve a excêntrica ideia de se dedicar à cobertura náutica, com enfoque para a Vela. Depois de oito anos na principal revista especializada do país, estreia seu blog em novo endereço no UOL.

Sobre o Blog

A vela é o exemplo claro de que o sucesso de um esporte não se mede em medalhas. Ela foi o esporte que mais medalhas Olímpicas deu ao Brasil. Ainda assim, é um esporte desconhecido, com enorme dificuldade de atrair público e restrito a guetos idílicos. Este blog não está interessado em resolver esse problema, mas em trazer mais para perto esse esporte excêntrico, complicado talvez, mas cheio de matizes empolgantes e que coloca atletas e meio-ambiente numa simbiose singular no mundo esportivo. Bem-vindo a bordo.