Sobre as Águas

Arquivo : junho 2016

Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC agitam Semana de Vela de Ilhabela
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Antonio Alonso

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Maior competição de vela da América Latina, a 43ª Semana de Vela de Ilhabela reunirá no litoral norte paulista barcos de 13 classes diferentes, de 1º a 9 de julho. Entre as mais de 100 regatas programadas para o período estão confirmados, em paralelo com o evento, os campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC, além do torneio por equipes e o Grand Prix dos 30 pés. A regata que abre a competição no dia 3 de julho será a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. A prova, com largada prevista para 10h, tem ao todo 55 milhas – quase 100 quilômetros. As duas classes, que usam regra de rating – precisa de uma fórmula para definir os resultados – estão inscritas nessa prova de abertura e nas demais.

Explicando tecnicamente, a IRC simplifica as regras usando apenas um coeficiente de rating constante, o TCC, que não varia em função da distância ou intensidade de vento da regata. Ou seja: em cada contorno de boia é possível estimar a sua colocação. ”A ABVO (Associação Brasileira de Veleiros de Oceano) recomenda a participação de tripulações cujo investimento no esporte seja de tempo de treinamento ou mesmo recursos técnicos esteja num padrão amador, tal qual nós do Saravah. Para aqueles cujo investimento esta em um padrão profissional ou semi, fica sugerido a regra ORC. São mudanças importantes que permitem uma disputa entre iguais em ambos os níveis. Tenho certeza que esta estratégia ira incrementar a vela de oceano, principalmente dentre os comandantes de Cruiser Racers, que muitas vezes acabam por abandonar as raias por não conseguir competir com orçamentos profissionais e patrocinados”, disse Pierre Joullie, representante nacional da IRC e velejador do Saravah.

A ORC tem um cálculo matemático maior, mas prevê diversos tipos de rating, do menos ao mais sofisticado.
Em 2016, a organização confirmou a realização do XVIII Campeonato Sul-Americano da categoria. A competição é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela (YCI), pelo Yacht Club Argentino (YCA) e Yacht Club Punta del Este (YCPE). O evento é composto por duas etapas: a primeira foi o Circuito Atlântico Sul Rolex Cup e o último será a Semana de Vela de Ilhabela. Barcos da Argentina, Chile e Uruguai estão confirmados.

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Entre as equipes, estarão nomes como Jorge Zarif e Samuel Albrecht, representantes da vela brasileira na Rio 2016, o medalhista olímpico Lars Grael e o campeão pan-americano Maurício Santa Cruz, além de outros velejadores misturados entre os profissionais e os amadores. O evento ainda contará com barcos da Argentina, do Chile e do Uruguai, caso do Cristabella, campeão da ORC no ano passado.

Outra novidade será o Torneio por Equipes, que é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Já o Grand Prix dos 30 pés será disputado na segunda-feira (4) e terça-feira (5) entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.

Sobre a Semana de Vela de Ilhabela (YCI)

A 43ª Semana de Vela de Ilhabela abre sua programação com três regatas de percurso no domingo (3). Um Grand Prix para barcos de 30 pés, entre segunda e terça-feira (4 a 5) e os campeonatos Brasileiro de IRC e Sul-Americano de ORC, que serão disputados paralelamente ao evento principal, também agitarão Ilhabela durante a semana.

Mais informações:
Site oficial – svilhabela.com.br
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Fotos: Aline Bassi – Balaio de Idéias


Semana de Vela de Ilhabela reeditará torneio por equipes
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Antonio Alonso

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A 43ª edição da Semana de Vela de Ilhabela começa nesta sexta-feira (1) com várias atrações para os fãs da vela oceânica. Entre as mais de 100 provas programadas para o período de 1º a 9 de julho, a organização confirmou o Torneio por Equipes, o Grand Prix dos 30 pés para C30 e HPE30, e o desfile dos barcos na vila. O objetivo é colocar em prática habilidade, investimento e entrosamento das tripulação num evento de nível internacional. ”Da primeira à última regata, os velejadores são testados. A ideia é continuar fazendo um evento imperdível, misturando profissionais e amadores. As regatas por equipes incentivam a rivalidade entre os clubes e associações, sem deixar a amizade de lado, que é o grande propósito da semana de vela”, disse o organizador do evento, Cuca Sodré.

A Torneio por Equipes é uma regata montada da seguinte forma: clubes, associações ou times da mesma região se juntam e formam os grupos e disputam todas as provas da semana de vela. Quem somar menos pontos no final vence. São com quatro embarcações para cada nas classes RGS, IRC ou ORC. O vencedor fica com o troféu transitório Pen Duick II. Em 2014, a Escola Naval foi a vencedora com os barcos (Bijupirá / Breklé / Dourado / Quiricomba). No ano passado, o ganhador foi o ate Clube do Rio de Janeiro (Seu Tatá / Magia / Kalymera / Kybixu). O nome do troféu é em homenagem ao Pen Duick II, veleiro do francês, Eric Tabarly, vencedor da regata em solitário transatlântica Ostar, em 1964.

Já o Desafio dos 30 pés será disputado na segunda-feira (5) e terça-feira (6) entre os veleiros das classes HPE30 e C30. As regatas valem para um campeonato a parte entre os barcos da Semana de Vela de Ilhabela.

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O desfile irá ocorrer novamente em 2016. Os barcos farão uma passarem rente ao píer da Vila, que fica centro de Ilhabela, próximo ao Yacht Club de Ilhabela (YCI). O público terá a chance de conhecer os barcos de diferentes tipos e tamanhos.

Sobre a Semana de Vela de Ilhabela (YCI)

Maior competição de vela da América Latina, a 43ª Semana de Vela de Ilhabela reunirá no litoral norte paulista barcos de 13 classes diferentes, de 1º a 9 de julho. Entre as equipes, estarão nomes como Jorge Zarif e Samuel Albrecht, representantes da vela brasileira na Rio 2016, o medalhista olímpico Lars Grael e o campeão pan-americano Maurício Santa Cruz, além de outros mil velejadores misturados entre os profissionais e os amadores. O evento ainda contará com barcos da Argentina, do Chile e do Uruguai, caso do Cristabella, campeão da ORC no ano passado.

A 43ª Semana de Vela de Ilhabela abre sua programação com três regatas de percurso no domingo (3). Um Grand Prix para barcos de 30 pés, entre segunda e terça-feira (4 a 5) e o Brasileiro de IRC, que serão disputados paralelamente ao evento principal, também agitarão Ilhabela durante a semana.

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Foto: Eduardo Grigaits/Balaio


Percurso da Volvo Ocean Race 2017-18 é renovado, mas Brasil segue na parada
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Antonio Alonso

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Dura, intensa, e com quase três vezes mais milhas de navegação pelo Oceano Antártico em relação à edição anterior. A Volvo Ocean Race 2017-18 será a mais longa da história do evento de Volta ao Mundo com aproximadamente 45.000 milhas náuticas, cruzando quatro oceanos, cinco continentes visitados e 11 grandes cidades como parada – incluindo novamente Itajaí, em Santa Catarina. A regata de 43 anos de história é uma verdadeira maratona no oceano, na qual disputam os melhores velejadores do planeta.

A regata começa na espanhola Alicante no final de 2017 e, logo de cara, as equipes terão um sprint de 700 milhas náuticas para Lisboa. A partir da capital portuguesa, a flotilha mergulha no Atlântico para o sul, mais precisamente para a Cidade do Cabo, na África do Sul.

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Do continente africano, os barcos enfrentarão semanas de tensão numa das pernas mais longas da história, passando pelo Oceano Antártico e subindo para o norte em direção a Hong Kong SAR, China. Depois, a flotilha faz uma transição sem pontuação para Guangzhou, na China, onde uma regata in-port e um conjunto completo de atividades serão realizados na stopover chinesa.Os barcos voltam para Hong Kong e partem, agora sim valendo para o campeonato, no sentido de Auckland, na Nova Zelândia.

Da Oceania é a vez de encarar novamente os mares do sul e enfrentar um dos marcos da navegação – o Cabo Horn. Depois desse longo caminho, a parada será o Brasil, pela terceira vez consecutiva a cidade brasileira de Itajaí recebe a Volvo Ocean Race.

A partir daí, como na última edição, os barcos voltam para o hemisfério norte em direção à costa leste dos EUA, em Newport, Rhode Island. Depois é a reta final sentido Europa pelo Atlântico Norte. Os britânicos de Cardiff recebem a Volta ao Mundo depois de 12 anos à capital do País de Gales. Na sequência entra uma curta, mas potencialmente brutal perna para a penúltima parada: Gotemburgo, na Suécia. A edição 2017-18  acaba com um grand finale em Haia, na Holanda.

A distância total do percurso é maior em comparação às edições anteriores do evento, que nasceu como o Whitbread Round the World Race, em 1973. Apesar de estabelecer o recorde de 45 mil milhas náuticas – 83 mi quilômetros – de percurso, a competição terá um mês a menos. “Mais ação, mais velocidade, mais milhas difíceis para percorrer e mais locais de parada, mas será uma regata mais curta – é uma evolução na direção certa e um movimento que leva a regata mais perto de suas raízes. Ao mesmo tempo, melhoramos a seu forte valor comercial e excelente case de negócio para os patrocinadores”, disse Mark Turner, que assumiu como CEO da Volvo Ocean Race no início deste mês.

Só pelos mares do sul serão quase 12.500 milhas náuticas de regata. As ondas gigantes, ventos fortes de 70 nós – 130 km/h, as águas frias, o gelo ao redor da Antártida e nada de terra por perto são alguns dos desafios. Na edição anterior, as equipes navegaram cerca de 4.500 milhas náuticas pelo Oceano Antártico.

“Em 2017-18, vamos visitar algumas das cidades de vela mais famosas do mundo como a Cidade do Cabo, Auckland e Newport, Rhode Island, além de novas paradas”, disse Mark Turner. “Paramos em Hong Kong, uma cidade incrível, que irá funcionar como um ponto de encontro para os fãs do sudeste asiático e convidados VIP. Em seguida, seguimos para Guangzhou, na China – sendo a primeira vez que a regata vai visitar uma das quatro cidades do país com o padrão Tier 1”.

”E, finalmente, Cardiff, voltando para o Reino Unido pela primeira vez desde 2005-06. A Grã-Bretanha é o berço da Whitbread Round the World Race, que teve a sua primeira partida de Portsmouth em 1973 e mais tarde se tornou a Volvo Ocean Race em 1998.”

Olhando para o futuro, Mark Turner acrescentou: “Também é ótimo registrar a quarta vez consecutiva que a regata começa em Alicante. Além de voltar para cidades familiares, onde estamos construindo um legado para a regata como Lisboa, Itajaí, Gotemburgo e Haia.

Richard Mason, diretor de operações da Volvo Ocean Race, comentou: “Na última edição recebemos mais de 2,4 milhões de visitantes e mais de 70 mil clientes corporativos nas nossas cidades-sede. Estamos determinados a oferecer uma experiência ainda mais emocionante em 2017-18 para  fãs, clientes e parceiros. Estou muito tentado em voltar a velejar, mas mas o meu novo CEO me proibiu”.

O Oceano Antártico tem desempenhado um grande papel na história da regata. Nos primeiros anos da Whitbread, a flotilha foi a fundo nos mares do sul, enfrentando os icebergs e ventos ferozes dos Roaring Forties e Fifties Furious. Em edições mais recentes, os barcos já correram para o norte através do Oceano Índico para o Oriente Médio – e só voltaram para o sul e seu clima mais extremo para a perna mais curta em frente ao Cabo Horn. “É claro que a segurança continua a ser fundamental”, disse Phil Lawrence, diretor de regata. “Com sistemas de rastreamento e comunicação via satélite, juntamente com o acesso a informações de rota em profundidade, podemos ficar um passo à frente das condições e limitar a exposição dos atletas. No entanto, sempre haverá perigo. Os velejadores sabem que colocam suas vidas em risco quando aceitam o desafio de enfrentar o chamado ‘Everest´da vela profissional. Isso é o que a Volvo Ocean Race proporciona. Encarar as condições mais difíceis que a Mãe Natureza lhe oferece e conseguir superá-las”.

Foto: Ainhoa Sanchez / Volvo Ocean Race


Zeus vem do Sul para brigar por mais um título na classe C30
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Antonio Alonso

C30 Zeus, de Florianópolis, em Ilhabela (Gabriel Heusi / SVI)

C30 Zeus, de Florianópolis, em Ilhabela (Gabriel Heusi / SVI)

A experiente tripulação do Zeus elevará o nível da equilibrada classe C30 na 43ª Semana de Vela de Ilhabela a partir do próximo domingo (3/7). O barco catarinense de casco azul-marinho foi o campeão da classe em 2014 e terceiro colocado na última edição, candidatando-se naturalmente como um dos favoritos ao evento do Yacht Club de Ilhabela nesta temporada, válido também pelo Campeonato Brasileiro de C30, entre 3 e 8/7.

Enquanto os barcos de São Paulo têm aproveitado o Circuito Ilhabela de Oceano no aprimoramento técnico de seus velejadores, o Zeus tem disputado regatas com frequência em Florianópolis. “Treinamos muito nos últimos finais de semana competindo em Jurerê”, afirma Felipe Linhares, o Fipa, tático e timoneiro do Zeus. “Ao mesmo tempo em que respeitamos as demais tripulações, estamos cientes da nossa capacidade, principalmente após os resultados obtidos em 2014 e 2015”.

A classificação do Circuito Ilhabela após duas das quatro etapas de 2016 comprova o equilíbrio na C30. Apenas um ponto separa os três primeiros colocados: o líder Caballo Loco soma 20 pontos perdidos, assim como o vice, +Realizado, contra 21 do Caiçara. “A classe está realmente evoluindo em relação às tripulações. Os barcos são os mesmos, mas aumentou a capacidade técnica dos velejadores. As regatas neste ano estarão ainda mais disputadas”, prevê Fipa.

O velejador catarinense espera viver também, uma semana repleta de confraternização fora da água. “A Semana de Vela de Ilhabela é a competição ideal para velejarmos e revermos os amigos. É um período muito gratificante para todos nós”, considera Fipa, que há mais de dez anos participa do evento praticamente com a mesma tripulação. O atual Zeus, da classe C30, correrá pelo terceiro ano.

Tripulação internacional – Outro barco de Florianópolis, Katana, disputará o Campeonato Brasileiro de C30 e a Semana de Vela de Ilhabela com uma equipe mesclada por norte-americanos e catarinenses. O comandante César Gomes Neto, recém-chegado de Miami, onde residiu nos últimos nove anos, veio ao Brasil em meados de 2015 e disputou a Semana de Ilhabela como tático do Zeus, do Iate Clube de Santa Catarina, chegando em terceiro lugar na C30.

Entre mais de 100 inscritos, a flotilha da C30 estará composta por oito embarcações, número expressivo para uma classe one-design: Caballo Loco (Mauro Dottori), Caiçara (Marcos de Oliveira César), Loyal (Marcelo Massa), Kaikias (Felipe Echenique), Barracuda (Humberto Diniz) e +Realizado (José Luiz Apud), todos de São Paulo, além dos dois barcos de Florianópolis: Zeus (Inácio Vandersen) e Katana (Cesar Gomes). O Loyal defende os títulos, Brasileiro e da Semana de Vela, ambos conquistados em 2015.


Alerta para risco de colisão de barcos com baleias no litoral paulista
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Antonio Alonso

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A Comissão Organizadora da 43ª edição da Semana de Vela de Ilhabela alerta aos velejadores que redobrem a atenção quanto aos obstáculos na água com grande potencial de risco à navegação, principalmente no período da noite. Nos últimos 10 dias foram registradas no litoral paulista seis baleias mortas na região. A maioria era jubartes que estariam migrando para Abrolhos.

2O alerta é importante seja durante o translado para Ilhabela com os barcos de outras cidades e estados, durante o período da competição, marcado entre 1º e 9 de julho, ou mesmo após o evento. Caso alguma equipe participante aviste obstáculos do gênero favor anotar e reportar para à sala de rádio do Yacht Club Ilhabela (YCI) as coordenadas de latitude e longitude aproximadas e, se possível, fotografar.

Repasse ainda este alerta aos seus amigos velejadores para que todos possam realizar uma navegação segura.

Segundo especialistas, a baleia-jubarte está ameaçada de extinção e não fazem parte do sudeste. A maioria das espécies é registrada no norte e os animais pode ter migrado em busca de alimento.

Mais informações:
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Amadores x profissionais na Semana de Vela de Ilhabela
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Antonio Alonso

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A Semana de Vela de Ilhabela continua sendo a maior sailing week da América Latina e chega no início de julho à sua edição de número 43. O evento, que reúne os melhores atletas da modalidade, tem em sua grande maioria velejadores amadores, que fazem a história da vela oceânica nacional. A maioria dos participantes ao ser perguntada sobre a competição classifica a semana como uma grande festa, um período para encontrar amigos e competir em alto nível. São mais de 100 regatas programadas para 13 classes de barcos diferentes. Serão regatas de longa distância, como a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil – que abre o evento com quase de 100 quilômetros de distância, provas de médio percurso e as tradicionais de barla-sota, que na linguagem da vela quer dizer vai contra o vento e volta a favor. ”A equipe que participa da semana de vela precisa ser completa para vencer, pois é testada pra valer em todos os tipos de prova. Além disso, os amadores têm a chance de melhorar o nível aprendendo com os profissionais, que também fazem questão de participar todos os anos”, explica o organizador Cuca Sodré.

O evento será especial por ser uma prévia da olimpíada do Rio de Janeiro na água, com atletas que estarão na Rio 2016 – casos de Jorge Zarif (Finn) e Samuel Albrecht (NACRA) – e medalhistas olímpicos, pan-americanos e mundiais de várias categorias. Sem contar os árbitros e a comissão organizadora que têm postos confirmados nos Jogos a serviço do COI. ”As oportunidades na Semana de Vela são muitas, São barcos de rating, aqueles com desenhos e tamanhos diferentes, e os monotipos, com design igual. Quem participa, principalmente os amadores – 80% dos inscritos, tem a chance enfrentar ícones da vela brasileira e da América do Sul de igual para igual”, conta Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela.

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Quem não tem barco pode se inscrever em escolinhas de vela espalhadas por todo o Brasil. Em Ilhabela, por exemplo, existe a BL3, com mais de 20 anos de atividade e que sempre coloca alunos na tripulação. “Durante uma regata o aluno tem a possibilidade de, em uma tarde, vivenciar uma infinidade de situações de velejo que levaria muito mais tempo em um curso tradicional. A experiência de participar de uma Semana de Vela de Ilhabela é inesquecível, e muitos ex-alunos possuem hoje seus próprios barcos e competem nas mais diversas categorias”, conta Pedro Rodrigues da BL3, que esse ano estará com o barco de mesmo nome comandado por Clauberto Andrade e com o Urca, liderado por Edgardo Vieytes, velejador experiente com participações na Regata Sidney Hobart.

As inscrições continuam abertas

Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. Até o dia 27 de junho o valor é de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

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Fotos: Aline Bassi – Balaio de Idéias


Yacht Club Paulista celebra Classic Sailing Festival com campeões da vela
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Antonio Alonso

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Clássicos lotam raia em frente ao YCP na Guarapiranga (Luhan Grolla/YCP)

 

O Yacht Club Paulista (YCP) resgatou neste fim de semana (18 e 19) momentos marcantes da vela brasileira retratados por barcos e velejadores no inédito Classic Sailing Festival. O evento na Represa Guarapiranga incluiu o primeiro Campeonato Brasileiro de Clássicos, homologado por CBVela e Fevesp e atraiu campeões olímpicos, mundiais e pan-americanos como Alex Welter, Bruno Prada, Lars Grael, Jorginho Zarif e Mário Buckup.

Mais de 40 barcos históricos competiram nas classes: Snipe, Ligtning, Star, Sharpie, Pinguim e Iole Olímpica, em que velejou o medalhista Lars Grael. “Precisamos ter orgulho do passado e sustentarmos o presente com ações como esta para alimentarmos a esperança no futuro. Reinaldo Conrad desbravou a vela para o Brasil e depois veio Joerg Bruder. Eles abriram o caminho. É muito justa também a homenagem a Guga Zarif”, afirmou Lars, entusiasmado com a iniciativa do YCP, que reuniu velejadores de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre.

Além de manter viva a memória dos campeões, a filosofia do YCP é de fortalecer a vela por meio de eventos como o Classic Sailing Festival. “É importante nos empenharmos pela união dos clubes da represa em favor da preservação da Guarapiranga. Com a vela ativa, conquistaremos cada vez mais adeptos e sabemos que a evolução passa pelo aprendizado”, sustentou o Comodoro do YCP, José Agostini Roxo.

A confraternização entre velejadores de três gerações contou com participação efetiva da Marinha do Brasil, parceria imprescindível para garantir a segurança dos velejadores. “A sociedade precisa ter um espírito marítimo e o YCP está cumprindo muito bem a missão de despertar essa consciência em seus associados”, observou o vice-almirante Castilho, comandante do 8º Distrito Naval. “Os barcos são de madeira, mas os homens têm de ser de ferro”, concluiu o comandante, após receber o título de sócio honorário do YCP.

Saudade e esperança – A emoção da cerimônia em memória dos velejadores Guga Zarif e Joerg Bruder contagiou associados e participantes do Classic Sailing Festival. Na homenagem a Guga, Joerg também foi lembrando por velejadores que resgataram histórias, comovendo amigos e familiares como Jorginho Zarif, filho de Guga, em campanha olímpica para os Jogos Rio 2016 na classe Finn, a mesma em que o pai correu nas Olimpíadas de Los Angeles (1984) e Seul (1988).

A reverência a Guga abriu o domingo na sede social do YCP e contou com o tetracampeão mundial de Star, Bruno Prada; o campeão olímpico de Tornado, Alex Welter, o bicampeão pan-americano de Lightning, Mário Buckup, entre outros velejadores. Bruno, ganhador de duas medalhas olímpicas, não conteve as lágrimas ao falar do amigo. “O Guga foi um dos meus maiores adversários na água, mas quando retornávamos ao clube, dividíamos a pizza”.

O clima de saudade no YCP transformou-se em esperança no momento em que Jorginho também participou da homenagem. “Quando meu pai faleceu, em 2008, eu tinha 15 anos e ainda não sabia ouvi-lo atentamente, mas hoje sinto que sou a continuidade dele. A maioria dos meus amigos atuais também eram amigos dele, que sempre me dizia: ‘Escolhe bem com quem você anda’. E percebo que isso é muito importante”, lembrou o mais jovem campeão mundial de Finn da história.

Troféu Joia Clássica – Grupo formado pelo diretor da Comissão de Regatas (CR), Dionysio Sulzbeck, vice-almirante Castilho e presidente do Conselho do YCP, Frederico Hackerott, inspecionou detalhadamente os barcos clássicos e conferiu o prêmio de beleza, conservação e navegabilidade ao Luna Blue (Star). O Bonifa (Simplet) ficou em segundo lugar, seguido pelo também impecável Kinko (Iole Olímpica).

“O YCP aposta na recuperação e no fortalecimento da vela não apenas na represa, mas em todo o País. Precisamos incentivá-la, do lazer ao alto rendimento, principalmente com a consciência de preservação da água, tanto para consumo quanto para o esporte. A vela é um exemplo de prática sustentável”, defendeu o diretor de Vela do YCP, Alberto Hackerott, um dos idealizadores do Classic Sailing Festival e do Campeonato Brasileiro de Clássicos.

Confira os vencedores do 1º Brasileiro de Clássicos
Lightning – ZRBST (Mário Buckup)
Snipe – 12K (Arthur Santacreu)
Iole Olímpica – Hippie Fish (John Benett)
Sharpie – Nautilus IV (Pedro Boulder)
Pinguim – Varum Bora (Mauro Osório)
Star – Luna Blue (Marcos Szily)

Vencedores da Regata “Homenagem aos Campeões”
Day Sailer – Jurafa (André Esteves)
Flying Dutchmann – Neptunus (Richard Treacher)
Star – Al Hamed (Jorge Zarif/Arthur Lopes)
Laser Standart – YCP (Manfred Kaufmann)
Laser Radial – Moro (Nicolas Garcia)


Velejador-engenheiro apresenta projeto para parque e Marina em Floripa
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Antonio Alonso

AJX Tec Engenharia e Karolyne Soares Arquitetura participam de licitação para construção de Parque Urbano e Marina na Beira-mar Norte através de Parceria Público-Privada que utilizará tecnologias únicas no país.

Nos próximos dias, a Prefeitura de Florianópolis vai anunciar o projeto vencedor da licitação para a construção do Parque Urbano e Marina Beira-mar Norte. Alex Juk, engenheiro da AJX Tec Engenharia e Karolyne Soares, da Karolyne Soares Arquitetura, apresentaram um projeto diferenciado e ecológico, que faz uso de tecnologia inovadora no país.

Todo o material resultante da dragagem será usado para a criação de um aterro com baixo impacto ecológico

Todo o material resultante da dragagem será usado para a criação de um aterro com baixo impacto ecológico

“Quando começamos a desenvolver o partido do nosso projeto, o objetivo era entregar para a população de Florianópolis uma nova área de convivência, com restaurantes, praça de alimentação, parques infantis, espaço para cachorros, anfiteatro, espaço botânico e uma praia dentre outros equipamentos de lazer, além de uma marina com mais de 400 vagas molhadas. Conseguimos cumprir nosso objetivo, com um valor final realista e satisfatório para a construção do empreendimento”, disse Karolyne.

 

Em uma área de 252 mil m², o projeto prevê a construção de um píer com peças flutuantes de grande dimensão, nunca antes utilizadas no Brasil, que não alteram a corrente marítima natural, pois não possuem entroncamento. Além disso, todo o material resultante da dragagem será usado para a criação de um aterro com baixo impacto ecológico, que utilizara uma técnica de construção inovadora com o uso de manta tubular e cuja construção não irá interferir no trânsito local. Esta área terá ainda uma praia, inexistente hoje em dia na Beira Mar Norte, que poderá ser usada pela população e para eventos esportivos como Vôlei de Praia ou Futebol de Areia.

 

Na água o projeto possui um posto de abastecimento com acesso pela marina para os associados e por fora dela para o público em geral, com capacidade para até sete barcos simultaneamente, além de área de manobra, embarque e desembarque. Quando entregue, a Marina terá espaço para 450 barcos em vagas molhadas e contará ainda com píer público aberto à visitação e utilização, vagas paras órgãos oficias e ainda um píer para desembarque de cruzeiros marítimos. Em terra, um estacionamento subterrâneo abrigará até 600 veículos e, por ser construído acima do nível da água, permitirá que a drenagem seja feita por gravidade ou caimento natural, contribuindo para a sustentabilidade do empreendimento.

 

O custo total do investimento do projeto da AJX tec e Karolyne Soares Arquitetura será de R$ 60 milhões, que retornarão à administradora por meio do aluguel das 450 vagas para barcos e da exploração das 10 áreas alimentação previstas no projeto e ainda do estacionamento.

 

O local onde deverá ser implantada a marina abriga hoje quiosques, trapiche, aparelhos de ginástica, além da ciclovia. Quando entregue, esta nova área irá ajudar no fomento do turismo local, que deverá aumentar o fluxo de pessoas na rede hoteleira e no polo gastronômico da rua Bocaiúva, além de criar cerca de dois mil novos postos de trabalho diretos e mais quatro mil indiretos.

 

“Sempre acreditei na vocação náutica da nossa costa e a preservação da vida passa pela cultura contemplativa e pelo conhecimento das riquezas naturais e humanas. Por isso, nosso projeto está focado em questões sócio-ecologicas. Utilizamos técnicas ainda não executadas no Brasil, que afetarão o mínimo possível o meio ambiente e não atrapalharão a vida do cidadão durante o processo de construção”, disse Alex. “Acho que o navegador é o amigo do mar e, por isso, o maior interessado na preservação das águas limpas. Neste sentido, a construção de uma marina nesta área vai aumentar a visibilidade da atividade náutica e os usuários serão os agentes de combate e fiscalização ambiental”, concluiu.

 

Sobre a AJX tec:

A AJX é uma empresa especializada em soluções náuticas de alta qualidade que atua na fabricação de torres, produtos náuticos e projetos de marinas. Possui uma equipe de projetistas e consultores especializados no atendimento de marinas, portos, clubes, condomínios e beira-mar, oferecendo soluções de engenharia, hidráulica, elétrica, preventivo, melhorias de layout, arquitetura e ambiental. As torres náuticas fabricadas pela AJX tec fornecem iluminação, torneiras e painéis elétricos para píeres trapiches e decks, possibilitando a individualização na medição do uso de energia elétrica e hídrica bem como a automatização de cobranças.

Sobre a Karolyne Soares Arquitetura:

Karolyne Soares é graduada em Arquitetura, Urbanismo e Design de Interiores e pós-graduanda em MBA Gestão de Projetos em Engenharias e Arquitetura. Trabalha com projetos de arquitetura, interiores, paisagismo, urbanismo, complexos náuticos e interiores de embarcações. Trabalha em prol do desenvolvimento do setor náutico de Santa Catarina buscando conhecimento e experiência para expansão dos seus trabalhos na área náutica. Fez parte da Comitiva Brasileira de Desenvolvimento do Turismo Náutico com a missão técnica SEBRAE na Itália em 2015 e foi responsável pela reforma da Praça das Escunas no Trapiche de Canasvieiras no mesmo ano.

Texto: Peccicom Assessoria de Comunicação

Quando entregue, a Marina terá espaço para 450 barcos em vagas molhadas

Quando entregue, a Marina terá espaço para 450 barcos em vagas molhadas


Atleta da Rio 2016 segue legado da família na Semana de Vela de Ilhabela
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Antonio Alonso

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A organização da Semana de Vela de Ilhabela confirmou a inscrição do atleta olímpico Jorge Zarif, na edição deste ano do maior evento da modalidade da América Latina, que ocorre entre 1 a 9 de julho, no litoral norte paulista. O velejador, que defenderá o Brasil na Rio 2016 na classe Finn, fará um pit-stop na ilha para as regatas da categoria Star ao lado proeiro Arthur Lopes (Tutu). Jorginho, como é carinhosamente chamado pelos amigos, segue a tradição do pai Guga Zarif, que brilhou na semana de vela com o lendário Áries IV e também disputou as olimpíadas de Los Angeles (1984) e Seul (1988), também na Finn.

“Quero aproveitar três ou quatro dias da Semana de Vela para velejar com meu amigo Tutu. Não gosto de perder e vamos para cima. Falar com os amigos será uma rara oportunidade para mim nos últimos tempos. É importante. Durante a preparação olímpica tenho convivido com número reduzido de pessoas. E ao mesmo tempo estarei velejando, o que não deixa de ser um treino na raia de Ilhabela”, disse Jorginho.

Guga Zarif faleceu em 2008, aos 50 anos. Três anos antes conquistou a Semana de Vela de Ilhabela com barco Áries IV, com seu filho Jorginho entre os tripulantes. O garoto cresceu e se tornou uma das esperanças do Brasil na modalidade, sendo campeão mundial senior e junior da classe Finn na Estônia, em 2013.

Ele e Arthur Lopes venceram a Regata dos Campeões em homenagem ao pai de Jorginho no último domingo (19), no inédito Classic Sailing Festival. A classe Star faz parte do calendário de regatas da Semana de Vela de Ilhabela desde 2013. A categoria é a mais vitoriosa da vela nacional em olimpíada, mas não estará no calendário da Rio 2016. Nomes como Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt e Bruno Prada medalharam em olimpíadas na classe.

Barco de Guga Zarif - Foto: Eduardo Grigaits/Balaio

Barco de Guga Zarif – Foto: Eduardo Grigaits/Balaio

As inscrições continuam abertas

Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. Até o dia 27 de junho o valor é de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

Mais informações:
Site oficial – svilhabela.com.br
Facebook – semanadeilhabela
Twitter – svilhabela
Instagram – svilhabela
Youtube – Semana de Vela de Ilhabela

Foto: Aline Bassi – Balaio de Idéias


Regata Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha Brasil abre Semana de Vela
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Antonio Alonso

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A regata que abre a Semana de Vela de Ilhabela no dia 3 de julho será a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil. A prova, com largada prevista para 10h, tem ao todo 55 milhas – quase 100 quilômetros. Tradicionalmente, os barcos contornam a ilha no meio do oceano Atlântico e retornam para o Yacht Club de Ilhabela (YCI) em mais de seis horas, no mínimo. ”É uma regata especial, que exige bastante atenção e escolhas das melhores rajadas de todas as equipes. Tecnicamente, a Alcatrazes de 2015 foi a mais difícil para os velejadores por causa das condições de vento. Ter uma regata de longo percurso dentro de um mesmo evento mostra a qualidade da Semana de Vela de Ilhabela”, disse o organizador da prova, Cuca Sodré.

Os barcos das classes ORC, IRC, BRA-RGS A e B e RGS SILVER farão a Mitsubishi Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, no domingo (3). No mesmo dia, a Semana de Vela de Ilhabela promove a Regata Ilha de Toque-Toque por Boreste para C-30, HPE 30, Mini, Bico de Proa, Clássicos e BRA-RGS C. Para os HPE25 e J70 será disputada a Regata Renato Frankenthal.

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Em 2015, os fortes ventos de 60km/h e ondas de dois metros quase cancelaram a regata para Alcatrazes. Dos 60 que fizeram o percurso, 38 abandonaram. O Fita Azul – aquele que chega em primeiro lugar – foi o Camiranga, que ainda estabeleceu o recorde para a prova com 6h04min03s. Para a classe RGS, o tempo mais rápido da história está com o Inaê Transbrasa, com 9h34min37. ”Por toda a exigência da regata, tradicionalmente o dia seguinte a Alcatrazes é dedicada ao reparo dos barcos e até descanso dos velejadores. Esperamos mais uma prova bem difícil para todos, dos profissionais aos amadores”, disse o organizador da prova, Cuca Sodré.

Formado por 13 ilhas e ilhotas, o arquipélago de Alcatrazes é considerado o maior berçário de aves marinhas do sudeste brasileiro. São mais de 20.000 aves no local, que em terra tem a vegetação típica de Mata Atlântica. A história diz que seus primeiros moradores foram os índios tupinambás, batizaram o local de Uraritã – terra de aves.

As inscrições continuam abertas

Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. Até 20 de junho, o custo será de R$ 320 por velejador. De 21 a 27 de junho passa a ser de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

Mais informações:
Site oficial – svilhabela.com.br
Facebook – semanadeilhabela
Twitter – svilhabela
Instagram – svilhabela
Youtube – Semana de Vela de Ilhabela

Fotos: Eduardo Grigaits/Balaio de Idéias