Sobre as Águas

Arquivo : outubro 2015

Resgate por helicóptero
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre
Os velejadores Alex Thomson (GRB) e Guillermo Altadill (ESP) foram resgatados, no fim da manhã deste sábado (31), após terem tido problemas a bordo do Hugo Boss, veleiro da classe IMOCA. A dupla estava próxima do pit stop em La Corunha, na Espanha, quando a embarcação começou a dar sinais de que iria afundar. Os dois nada sofreram e já estão em terra.

O Hugo Boss já havia apresentado problemas estruturais dias atrás. Os velejadores fizeram reparos durante a regata, mas a situação exigia uma parada imediata. Depois de 36 horas no mar enfrentando fortes ventos, a estrutura do barco se deteriorou e o veleiro começou a afundar.

O resgate do Hugo Boss por helicóptero foi o segundo da Transat Jacques Vabre. Durante a semana, o Maxi 80 Prince Bretagne capotou e os velejadores chamaram resgate. Ao todo são 13 desistências dos 42 barcos que largaram em 25 de outubro, em Le Havre, na França, com destino ao Brasil


Brasileiros superam quebras na Transat Jacques Vabre
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre

Barco Zetra teve problema sério em vela após tempestade, mas segue na disputa com destino a Itajaí (SC). Barco é comandado por campeão olímpico Eduardo Penido e pelo empresário Renato Araújo. ”O pior já passou”, disse o campeão olímpico Eduardo Penido, que comanda o Zetra, único barco brasileiro na Transat Jacques Vabre 2015. A maior regata transatlântica do mundo, que tem como destino final a cidade de Itajaí (SC), é um verdadeiro teste para todas as equipes. Para não entrar na estatística de quebras desta edição – já são 12 desistências desde a largada em Le Havre, na França – a dupla Eduardo Penido e Renato Araújo trocou a velocidade pela segurança. Mas mesmo assim a força dos ventos e as ondas na passagem pelo Golfo de Biscaia fizeram estragos no veleiro brasileiro. Na madrugada da última sexta-feira (29), o Zetra teve problemas na vela que fica na frente do barco, chamada de proa. ”Após a passagem pela última depressão – a mais forte de todas, uma vela de proa arrebentou no meio da tempestade junto com o enrolador. Por isso perdemos muita altura. Estamos mais a Leste, mas nossa intenção era navegar mais a Oeste”, disse Renato Araújo. ”Vamos esperar o mar mais calmo e a proa mais seca para fazer o reparo. Por enquanto, essa vela não nos faz falta, mas será necessária mais pra frente”.

No placar das 9h deste sábado (31), o Zetra ocupava a oitava colocação da Class40. O barco é que mais está mais próximo da costa africana na categoria. A média de velocidade nas últimas 24 horas foi de 9.8 nós e o veleiro brasileiro andou 390 quilômetros. O líder da classe é o Le Conservateur, mais de 400 quilômetros na frente do Zetra.”A passagem pelos ventos alísios portugueses deveria ser melhor. A gente gostaria de estar mais a Oeste para pegar o vento a favor, mas por causa do problema mudamos. Pra compensar isso, a nossa estratégia foi andar mais contra o vento”, explicou Renato Araújo.

Desde a largada em 25 de outubro, a Transat Jacques Vabre registrou 12 abandonos, que variam de quebras ou capotagem. O recorde são 15 desistências na edição de 2011. ”Já superamos o maior problema. Acabaram as tempestades e o astral a bordo melhorou um pouquinho. Ainda pegamos um pouco de vento forte, mas agora a favor”, disse Eduardo Penido.

Lista dos barcos que estão fora da Transat Jacques Vabre

Team Concise (Class40)
Bretagne Crédit Mutuel (Class40)
Earendil (Class40)
Le French Tech Rennes Saint Malo (Multi50)
Safran (IMOCA)
Adopteunskipper.net (IMOCA)
SMA (IMOCA)
Edmond de Rothschild (IMOCA)
Aerocampus (IMOCA)
Maître CoQ (IMOCA)
Prince de Bretagne (Ultime)
Actual (Ultime)

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

Mais informações no site www.transat-jacques-vabre.com/br
Facebook: https://www.facebook.com/Transat.Jacques.Vabre
Twitter: https://twitter.com/TransatJV_br


Newport volta pra VOR
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Antonio Alonso

Hello Newport

A norte-americana de Newport, em Rhode Island, foi confirmada, nesta sexta-feira (30), como uma das etapas da edição 2017-18 da Volvo Ocean Race. Será a segunda vez que região participa da Volta ao Mundo. Em 2015, Newport recebeu os barcos vindos da brasileira Itajaí.

“Estamos muito satisfeitos em confirmar que Newport fará sua segunda participação consecutiva na regata”, disse o chefe de operações da Volvo Ocean Race, Tom Touber. “Tudo funcionou brilhantemente em Newport no mês de maio e ficamos encantados com a grande quantidade de fãs na parada. A região é rica em história e cultura, além de nos oferecer oportunidades comerciais”.

A edição 2017-18 já conta com sete stopovers confirmadas: Alicante (Espanha), Cidade do Cabo (África do Sul), Auckland (Nova Zelândia), Newport (Estados Unidos), Cardiff (Reino Unido), Lisboa (Portugal) e Gotemburgo (Suécia). “Mais importantes anúncios de sedes que estão por vir”, acrescentou Tom Touber.


Transat Jacques Vabre tem 11 quebras, mas meteorologia indica trégua
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre

Depois de cinco dias com vento forte, maioria dos barcos deve pegar condições mais brandas de navegação no Atlântico Norte. Os primeiros dias da Transat Jacques Vabre causaram muitas baixas e muito sofrimento a bordo para as duplas que disputam a regata, maior travessia transatlântica do mundo. Até o início da tarde desta sexta-feira (30), a prova teve 11 desistências dos 42 barcos que largaram no domingo (25) em Le Havre, na França. O percurso até o destino final em Itajaí, no Brasil, tem 10 mil quilômetros e tradicionalmente os primeiros dias são desfavoráveis. Além das quebras, vários veleiros estão com problemas e seguem para pit stops em portos da Europa e da África. Porém, os barcos terão uma trégua neste fim de semana para todas as quatro classes que competem no evento. A aproximação ao Atlântico Sul, com menos vento, deve diminuir os problemas. ”Há muitos barcos quebrados por causa do vento forte. As condições não foram normais desde o início da Transat Jacques Vabre, tornando a navegação muito difícil. Isso acaba estragando as velas e outros equipamentos nos barcos. A tendência é que a partir de agora a situação comece a ficar mais calma”, disse Francis Le Goff, um dos organizadores da Transat Jacques Vabre. ”Essa é a regata”.

A classe com maior número de problemas é a IMOCA 60. Foram cinco desistências, com possibilidade de outras mais nas próximas horas. ”É normal, pois muitos barcos da classe são novos. Muitas vezes suas equipes decidem desistir para não estragar os veleiros pra sempre”, contou Francis Le Goff.

Proporcionalmente, os velozes Ultime são os mais afetados. Dois dos quatro trimarãs na disputa estão fora. Um capotou e outro quebrou uma peça que sustenta a vela. Os Ultime são um dos mais velozes do mundo e devem completar o trajeto de 10 mil quilômetros em no máximo 12 dias.

Velocidade x equipamento

Os velejadores de oceano sempre têm dilemas em provas longas: a velocidade x manutenção do barco. Muitas vezes, as equipes escolhem reduzir a intensidade para não ter problemas. Invariavelmente uma peça ou outra acaba quebrando pela força dos ventos e batida das ondas. ”Saímos de Le Havre com a meta de evitar danos maiores ao nosso barco, mas em regatas longas e difíceis como a Transat Jacques Vabre é muito difícil chegar com o veleiro intacto no destino final”, disse Renato Araújo, brasileiro do Zetra, oitavo colocado entre os Class40 por enquanto.

Com experiência em travessias em solitário, Volvo Ocean Race e mais uma vez na Transat Jacques Vabre, a britânica ficou satisfeita com o desempenho do seu barco IMOCA nas condições ruins apresentadas. “Os primeiros dias foram realmente difíceis e nós seguramos bem o barco. Agora não podemos encostar nos líderes, mas sabemos que eles não estão muito longe”, disse Sam Davies, co-skipper Iniciatives Coeur (IMOCA).

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

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Mar bravo: Transat Jacques Vabre mais que duplica quebras
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre

Edição de 2015 já registrou sete abandonos contra apenas três da última. Marca pode aumentar com pit-stops anunciados. A edição 2015 da Transat Jacques Vabre pode ser considerada uma das mais difíceis e impiedosas para os velejadores. Até o início da tarde desta quinta-feira (29), sete dos 42 barcos que largaram no último domingo (25) em Le Havre, na França, com destino a Itajaí, no Brasil, desistiram por quebras ou capotagem. Outros três podem deixar a prova nas próximas horas após pit-stops programados em portos da Europa. O principal motivo é a força dos ventos e o tamanho das ondas no chamado Golfo de Biscaia, que fica entre o Nordeste da França e o Norte da Espanha. A previsão de mau tempo se concretizou na região e resultou em sérios problemas para as duplas que participam da prova. ”É uma travessia muito longa e complicada. Confesso que fiquei preocupado quando recebi a previsão da meteorologia antes da largada, mesmo sabendo que é uma tradição da Transat pegar frentes frias pelo caminho”, disse o campeão olímpico Eduardo Penido, que faz dupla com Renato Araújo a bordo do Zetra, único barco 100% brasileiro da história da Transat Jacques Vabre.

A edição de 2013, que teve o mesmo percurso de 10 mil quilômetros entre a França e o Brasil, registrou apenas três desistências. A temporada mais dura foi a de 2011 com 15 quebras. Naquele ano, mais de 40% da flotilha não chegou a Costa Rica. O espanhol Guilhermo Altadill, velejador do Hugo Boss, afirma que não existe Transat Jacques Vabre sem tempo ruim. Ele e seu companheiro britânico Alex Thomson foram obrigados a mudar o curso para fazer uma parada e consertar o barco da IMOCA em Vigo, na Espanha. ”As condições meteorológicas nessa época do ano são assim e é uma tradição da prova pegar pelo menos duas frentes frias no início da regata. É preciso passar por isso para encontrar uma melhor navegação”.

O caso mais complicado até agora foi do barco Maxi80 Prince de Bretagne. Os velejadores foram resgatados em segurança após o multicasco capotar. A dupla se abrigou no interior do trimarã e acionou o sinal de emergência. Horas depois, os franceses foram salvos por um helicóptero do centro de coordenação de salvamento marítimo da Espanha (MRCC).

O La French Tech Rennes Saint-Malo colidiu em um contêiner e também foi obrigado a sair da regata. Outros veleiros estão a caminho de terra para tentar fazer os reparos necessários e seguir viagem.

Líderes após quatro dias de regata
Os Ultimes, modernos e velozes trimarãs de 30 metros, aceleram para Itajaí e já se aproximam da chamada zona do Doldrums, uma área de pouco vento próxima a Linha do Equador. Sodebo e Macif, primeiro e segundo respectivamente, passaram pelas Ilhas Canárias e continuam beirando a costa africana na altura de Marrocos. O líder Sodebo já dá sinais de corrigir o rumo e seguir mais para Oeste.

Na IMOCA 60, os barcos PRB, Banque Populaire, Queguiner e SMA ultrapassaram os Açores e dão indícios de que permanecerão no meio do Atlântico na rota até Itajaí, estratégia diferente dos Ultimes, que estão rentes à costa da África.

Na Multi50, o Ciela Village segurou a liderança nas últimas 48 horas, mas o FenêtréA Prysmian reduziu vantagem e pode tomar a ponta a qualquer momento. Os multicascos também estão na região dos Açores.

Na Class40, categoria que tem o barco brasileiro Zetra na sétima posição provisoriamente, Le Conservateur e V and B estão literalmente empatados. A velocidade média nas últimas 24 horas dos dois foi praticamente igual, mostrando que a disputa tem tudo para ser grande até a chegada em Itajaí (SC). O Zetra está mais de 160 quilômetros atrás dos ponteiros.

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

Mais informações no site www.transat-jacques-vabre.com/br
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Brasileiros sofrem com mau tempo na regata Transat Jacques Vabre
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre

Barco Zetra está no meio da classificação da prova de 10 mil quilômetros. ”Estamos completamente molhados a bordo”. Como se não bastasse o desgaste físico por fazer uma travessia de 10 mil quilômetros em dupla, os brasileiros Eduardo Penido e Renato Araújo sofrem com as condições de mar e temperatura na disputa da Transat Jacques Vabre. A equipe do barco Zetra, que ocupava a oitava posição na atualização de placar desta quarta-feira (28) da categoria Class40, atravessa um dos piores trechos da prova: o Golfo de Biscaia. Os ventos com velocidade de quase 90 km/h e ondas enormes dificultam os trabalhos dos velejadores, que dificilmente ficam secos com tanta água entrando. ”Tem muita, mas muita água vindo por cima do barco. A noite anterior não foi tão tranquila como a primeira com vento soprando muito forte. A gente já esperava por essa condições no Golfo de Biscaia. As últimas horas foram muito duras pra gente, mas o barco segue respondendo bem. Em tese, o pior já passou!”, contou o velejador Renato Araújo.

Os velejadores indicaram que o barco tem um pequeno problema elétrico, mas que não afeta o desempenho deles. Outro detalhe que mostra a dificuldade da prova é a alimentação, como explicou Renato Araújo. ”A alimentação está mais complicada. Tá difícil comer tudo desidratado. Recorremos às barras de chocolate e às maçãs”.

O Zetra – primeiro barco brasileiro na história dessa regata – está no meio da flotilha dos Class40 e já começa a descer rumo à costa portuguesa. A diferença para o líder provisório, o Le Conservateur (Yannick Bestaven/Pierre Brasseur) é de 120 quilômetros. Em 72 horas, os brasileiros percorreram 950 quilômetros na Transat Jacques Vabre. A largada ocorreu no domingo (25), em Le Havre, na França. A chegada dos barcos será em Itajaí, em Santa Catarina.

Nas outras classes, os líderes da maior travessia oceânica do mundo são: Ciela Village (Multi50), Queguiner – Leucemie Espoir (IMOCA) e Sodebo (Ultime).

Seis desistências em 72 horas

A Transat Jacques Vabre é uma das regatas mais desafiadoras do mundo e é organizada sempre nos últimos meses do ano, quando as condições de mar e vento são mais duras na passagem pelo Canal da Mancha e pelo Golfo de Biscaia. A força dos ventos e o tamanho das ondas, além de outros fatores como um contêiner na água, causaram seis abandonos.

Os barcos da classe IMOCA Edmond de Rothschild, Safran e Maître CoQ tiveram problemas estruturais e decidiram deixar a disputa, assim como o Class40 Team Consice. O La French Tech Rennes Saint-Malo colidiu em um contêiner na tarde desta terça-feira (27) e não terá condições de prosseguir na regata entre a França e o Brasil. A dupla Gilles Lamiré e Yvan Bourgnon estava no piloto automático e a batida no bloco destruiu um dos cascos do Multi50. “Nós estávamos navegando com velocidade de 15 nós para o Sul no piloto automático com vento de través. Tudo estava indo bem quando o barco parou. Vi um pedaço do casco na água”, disse Gilles Lamiré.

Os velejadores do barco Maxi80 Prince de Bretagne foram resgatados em segurança após o multicasco capotar na disputa da Transat Jacques Vabre. Na terça-feira (27), eles acionaram o sinal de emergência a bordo do trimarã e foram salvos por um helicóptero do centro de coordenação de salvamento marítimo da Espanha (MRCC). O comandante Lionel Lemonchois estava visivelmente chateado com o acidente e a consequente desistência da regata. ”O céu caiu em minha cabeça”, disse o francês. O multicasco navegava na região do Cabo Finesterra velejando a 17 nós de vento, bem menos do que pegaram horas antes. ”Todo trabalho que fizemos para preparar o Maxi80 Prince de Bretagne para a regata acabou em dois segundos”.

A tripulação estava segura no barco e esperava sua equipe de terra chegar para fazer o resgate. Porém, a previsão para os próximos dias indicava a piora do tempo e ventos superiores a 40 nós na região. A dupla então chamou socorro. ”Não valia a pena colocar as nossas vidas em perigo. O helicóptero da MRCC Madrid chegou super rápido. A ação até nos surpreendeu, pois não esperávamos que ocorresse tão rapidamente”.

Sobre a TJV2015

A regata, que é disputada em duplas, larga sempre da cidade portuária de Le Havre, na Normandia, com destino a um país produtor de café, característica que lhe rendeu o apelido de “Rota do Café”. Já tendo passado por cidades como Cartagena (Colômbia), Puerto Limon (Costa Rica) e Salvador (BA) em 11 edições, essa será a segunda vez que a competição terá a cidade catarinense como chegada. Em 2013, a regata reuniu mais de 590 mil visitantes nas duas Vilas da Regata (Le Havre e Itajaí).

Mais informações no site www.transat-jacques-vabre.com/br
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Vídeo do resgaste por helicóptero
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Antonio Alonso


Transat Jacques Vabre 2015 – Helitreuillage de… por TransatJacquesVabre

Os velejadores do barco Maxi80 Prince de Bretagne foram resgatados por um helicóptero do centro de coordenação de salvamento marítimo da Espanha. O multicasco capotou na noite anterior, 140 milhas distante do Cabo Finisterra. Por causa das condições climáticas adversas, Lionel Lemonchois e Roland Jourdain pediram resgate em alto mar e foram atendidos prontamente.

Veja o vídeo do resgate –> http://dai.ly/x3b8rwy


Barco bate em contêiner e abandona a Transat Jacques Vabre‏
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre
La French Tech Rennes Saint-Malo bate em contêiner. Mais um barco abandona a Transat Jacques Vabre 2015. O La French Tech Rennes Saint-Malo colidiu em um contêiner na tarde desta terça-feira (27) e não terá condições de prosseguir na regata entre a França e o Brasil, considerada a maior travessia transatlântica do mundo. A dupla Gilles Lamiré e Yvan Bourgnon estava no piloto automático e a batida no bloco destruiu um dos cascos do Multi50. Apesar do acidente, os dois velejadores nada sofreram e estão a caminho de Brest, no Oeste da França.

“Nós estávamos navegando com velocidade de 15 nós para o Sul no piloto automático com vento de través. Tudo estava indo bem quando o barco parou. Vi um pedaço do casco na água”, disse Gilles Lamiré.

O La French Tech Rennes Saint-Malo está em velocidade reduzida e deve demorar mais de dois dias para chegar em Brest. “O desafio agora será levar o barco para a nossa base com um flutuador. Estamos nos movendo muito lentamente”, contou Yvan Bourgnon.

Transat Jacques Vabre

Até agora quatro barcos abandonaram a Transat Jacques Vabre. Os outros foram Maître CoQ (por quebra), Edmond de Rothschild (por quebra) e Maxi 80 Prince de Bretagne (capotagem). Os barcos Safran, da classe IMOCA, e Team Concise, da Class40, estão com problemas e podem desistir da disputa de 10 mil quilômetros entre Le Havre e Itajaí.

Saiba a história do processo de salvatagem do Maxi 80 Prince de Bretagne clicando ao lado –> http://goo.gl/0ChlOz


Resgate na Transat Jacques Vabre. Como velejadores foram retirados de barco
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Antonio Alonso

tjv
Os velejadores do barco Maxi80 Prince de Bretagne acionaram, na tarde desta terça-feira (27), o sinal de emergência a bordo do trimarã e foram resgatados por um helicóptero do centro de coordenação de salvamento marítimo da Espanha. O multicasco capotou na noite anterior, 140 milhas distante do Cabo Finisterra. Por causa das condições climáticas adversas, Lionel Lemonchois e Roland Jourdain (foto anexada) pediram resgate em alto mar e foram atendidos prontamente.

O diretor da Transat Jacques Vabre Francis Le Goff explica como foi o processo de salvatagem dos tripulantes do Maxi 80 Prince de Bretagne. Clique ao lado para baixar e acessar o vídeo –> http://dai.ly/x3b8254

Depois de capotado, o trimarã da classe IMOCA era atingido por ondas de quatro metros e vento de sudoeste de 30 nós. A ideia inicial dos franceses era esperar sua equipe de terra para recuperar o barco, mas a previsão para a quarta-feira (28) é de 40 nós para o local. Os dois passam bem!

O Maxi80 Prince de Bretagne é o terceiro a abandonar a regata até o momento. Mais dois veleiros sofrem com problemas estruturais e podem deixar a prova entre a França e o Brasil.

Mais informações a qualquer momento!
 

O resgate do Maxi 80 Prince de Bretagne by agenciaonboard


Transat Jacques Vabre tem três desistências de barcos. Um deles capotou!
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Antonio Alonso

Transat Jacques Vabre

Maxi80 Prince de Bretagne vira perto de La Corunha. Apesar do incidente, velejadores estão bem. Os dois primeiros dias da regata Transat Jacques Vabre registraram desistências, quebras de barco e até capotagem do Maxi80 Prince de Bretagne. Desde a saída da prova em Le Havre, no último domingo (25), três barcos saíram oficialmente da disputa. A classe mais afetada foi a IMOCA com os abandonos de Maître CoQ e Edmond de Rothschild, além do Safran, que está a caminho de Brest para reparos e pode confirmar sua retirada a qualquer momento. O barco Team Concise, da Class40, terá de parar na Irlanda antes de voltar à regata entre a França e o Brasil.

Os veleiros já enfrentam as duras condições do Golfo de Biscaia, que fica entre o Nordeste da França e o Norte da Espanha. Foi nesse trecho que o Maxi80 Prince de Bretagne, um multicasco da classe Ultime, capotou. A dupla Lionel Lemonchois e Roland Jordain está no interior do trimarã esperando assistência. Os dois passam bem. O incidente ocorreu nas proximidades da La Corunha, na Espanha, com rajadas de 30 nós de vento.

Na noite desta segunda-feira (26), o barco Edmond de Rothschild deixou a Transat Jacques Vabre. O veleiro da classe IMOCA, comandado por Sébastien Josse e Charles Caudrelier, teve pequenos problemas e a tripulação preferiu desistir da travessia para poupar equipamento. “As condições meteorológicas anunciadas para as próximas 48 horas poderiam nos prejudicar. Mais de 40 nós de vento e um mar violento com ondas de mais de 7 metros são esperados. Consideramos que seria irresponsável levar o barco nestas condições”, disse Sébastien Josse.

O outro abandono do dia foi do Maître CoQ, comandando por Jérémie Beyou e Philippe Legros. O IMOCA foi obrigado a fazer uma parada estratégica em Roscoff, no região francesa da Bretanha, na noite deste domingo (25), com um problema no cabo que prende o mastro da proa. A peça não foi reparada a tempo e a dupla desistiu.

O Safran, que também corre na categoria IMOCA, está a caminho do porto de Brest, na França, para consertar o barco. O veleiro de Morgan Lagravière e Nicolas Lunven corre o risco de deixar a prova. Caso a previsão se confirme, o Safran será o quarto dos 42 veleiros que largaram no domingo a desistir.

A Transat Jacques Vabre tem um percurso de 10 mil quilômetros e seu destino final é Itajaí, em Santa Catarina.